Você também tem novas idéias para tornar os combates mais interessantes, perigosos ou divertidos?
Há um tópico só para eles, deixe seu comentário!

E quanto às magias? Alguma delas é muito poderosa na sua opinião? Muito fraca?
Há um tópico sobre magias também, é só acompanhar e comentar!!


segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Qual é o papel de cada um em um grupo RPG?

Qual é o papel do mestre durante uma sessão de rpg? Qual é o papel do jogador? E qual é o papel do GRUPO?
Embora essas perguntas pareçam extremamente obvias para um grupo experiente como o nosso, elas as vezes precisam ser quiestionadas. Vamos colocar isso de uma forma mais interessante:

O que SE ESPERA em uma sessão de rpg? O que se ESPERA de um jogador? E o que um JOGADOR e um GRUPO espera de uma sessão de rpg?

Agora as perguntas ficaram um pouco mais dificeis. E para discutir estas coisas que eu convoco uma reunião o mais breve possível. Gostaria que ela tivesse acontecido neste domingo mas como eu não pude aparecer, sugiro na próxima vez que nos encontrarmos.

Fiquei extremamente puto com um ocorrido nesta última sessão, passei todos estes últimos dias incomodado com isso, e como todos vocês sabem, eu prefiro não apagar simplesmente as coisas e, ao invés, discutirmos para melhorarmos as nossas amizades e a sinergia do grupo.

Prefiro não começar a discutir o que houve nesta sexta aqui porque acho que não vamos chegar a lugar algum, mas também gostaria que nenhum dos jogadores ficasse "preparando o seu terreno" para a discussão, influenciando e manipulando outros jogadores. (Se é que já não estão fazendo isso...)

Bom, é isso pessoal. Abraço a todos!


domingo, 27 de fevereiro de 2011

Reunião emergencial dos Olhos do Céu em Uulinn – Aoshi Kawakami

Registrado por Feng Tsuhai – Tenente da 4ª divisão da guarda de Kouryu

  “Aoshi Kawakami, filho de Yoko e Shindo Kawakami, ex-administradores e mestres do dojo Kawakami das terras do clã Suisei ao centro da península sahudense. Já indicado para a sucessão do dojo como o primogênito, nasceu com grandeza e força que reforçaram as expectativas de seus pais sobre seu futuro. Cresceu sempre no ambiente do dojo Kawakami que treinava guerreiros que em sua maioria guardavam os portos de invasões piratas e criaturas que viessem a ameaçar o território do clã Suisei. As historias que os próprios alunos do dojo lhe contavam sobre seus pais aumentavam cada vez mais seu orgulho e admiração para com seus “grandes mestres”, por isso se empenhou em aperfeiçoar e fortalecer corpo e alma, vendo e absorvendo cada coisa que achasse que lhe ajudaria a completar-se. Porém, uma de suas escolhas pareceu não agradar seu pai. Aoshi percebeu que a versatilidade poderia lhe trazer vantagens em varias situações começando assim a treinar vários estilos além da tradicional Katana. “Alguém com esse tipo de pensamento não é necessário neste dojo!”, essas palavras de Shindo Kawakami culminarão com a saída de Aoshi do dojo depois de uma breve discussão onde seus olhares disseram mais do que suas bocas: “Vá!” e “Vou embora!”. Antes de deixar Sahud ele me disse: “Verei essa terra com meus próprios olhos. Verei sua diversidade e similaridades e me adaptarei a elas. Voltarei não como um mestre na arte da espada, mas como mestre na arte do combate!”
  Viajou através da grande Zarak e entre varias cidades e vilas vendo e aprendendo quando finalmente chegou á grande capital, Mégalos, onde conheceu um guarda local chamado Steve Taylor, em sua busca por um emprego na capital. Vendo a excentricidade das habilidades de seu novo colega convidou Aoshi para conhecer seus amigos de outro “emprego” vindo a conhecer assim o mago elfo Kevin McPerson, o Ranger Vladmirr Ptien e um satiro cujo nome infelizmente se perdeu nos registros. Eu não usaria a palavra “mercenário” para descrevê-los embora tenha sido essa sua ocupação inicial nessa nova fase de sua jornada, mas o encontro com a Deusa da Paz mudaria o rumo deles. Aoshi afirma ter passado com seus amigos, por provações que julgo serem impossíveis para os maiores campões de Sahud. Ao voltar, Yoko Kawakami e Shindo Kawakami já se encontravam em descanso eterno em terras dadas a família oficialmente pelo clã Suisei. Fui encarregada de lhe entregar uma carta de seus pais escrita antes de falecerem. Aoshi nunca me permitiu ler o conteúdo da carta, mas o que escapava de seus olhos não provia da raiva, isso afirmo com certeza. Casou-se com Shizuko Masaki com quem teve quatro filhos, sendo hoje o mais velho, o responsável pelo Dojo Kawakami. Até mesmo Vossa Excelência, nosso Rei Celestial reconheceu seu valor e o de seu amigo estrangeiro Steve Taylor mandando-os a oeste, para liderar os exércitos, rechaçarem os ataques dos orcs e para estabelecer onde hoje são as terras de Byakko. Também lhes oferecera o titulo da guarda de Kouryu mesmo sabendo que ambos não aceitariam. Reconhecera também o valor de Kevin McPerson e Todd McPerson que vieram com Aoshi. Por isso não posso me calar quando a palavra “traidor” fora proferida neste palácio só pelo motivo do atual paradeiro dele ser desconhecido. Mesmo tendo visto a Deusa da Paz com seus próprios olhos e presenteado com armas que nunca seriam produzidas nessas terras, ele nunca duvidou de Vossa existência e autoridade. Tenho certeza absoluta que Aoshi-nii-san está vendo além das guerras nas terras do sul e de que retornará ainda mais forte não apenas por nossa terra Sahud.”

  - Registro do depoimento de Ryoko Kawakami, ex-mestre do dojo Kawakami e atual General interino dos exercitos de defesa de Byakko, sobre o desaparecimento de Aoshi Kawakami das terras de Byakko depois de confirmada a segurança da mesma.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Djinns

A Terra dos Gênios continua desconhecida? Ou os grandes magos e aventureiros terão histórias para mil e um noites de diversão?

sábado, 12 de fevereiro de 2011

A luz de Caithness: Corelon Parte II

O Imperador de Mégalos com certeza vira a situação de Caithness, e ordenara que as expedições contra as cidades nas fronteiras fossem cada vez frequentes e logo a primeira cidade fora conquistada.
O exército de Caithness estava muito fraco, quando os espiões do Imperador Aldon o informaram que a Grande Academia Arcana de Azer entraria em combate. O desespero era enorme e mesmo Corelon teve dificuldade de manter a calma nas pessoas.

Corelon se ausentou por uma semana. Aldon não saiu de sua cama esse tempo todo.

O desespero era grande demais.

Eis que um exécito se aproximou da cidade. As pessoas praticamente aceitaram a morte, mas ai perceberam que era um exército élfico. Nunca foram vistos tantos elfos juntos em toda história, e Corelon os comandava.

Aldon acorda com a voz de Corelon que podia ser ouvida pela cidade inteira.

"Neste momento estamos caminhando pelo vale mais sombrio, mas eu vejo os primeiros raios de luz.
O povo élfico esta aqui para ajuda-los contra as garras da besta chamada Mégalos.
Povo de Caithness não é hoje que ruiremos, muito menos amanhã, esta é nossa provação.
Tomaremos aquela cidade e acabaremos com qualquer esperança Megalana.
Agora marchem meu povo e quando a Academia Arcana por os pés no campo de batalha, olhem para os céus, pois eu mesmo os arrancarei da face de Yrth"

O brilho natural dos elfos, fascinavam as pessoas. Em pouco tempo a calma élfica fora passada para as pessoas, e as palavras de Corelon aumentara as esperanças das pessoas novamente de forma que o próprio Imperador Aldon comandou o exército.

Sob o comando do Imperador o exército marchou pela manhã.

Mas ao anoitecer outro exército partira. O exército élfico das sombras. Seu ataque fora silencioso, mas vital. Apesar de serem poucos, qualquer um que pudesse organizar um exército ou comandar uma tropa fora morto.

Quando o exército principal chegou a cidade, deu de cara com um inimigo numeroso. Porém um inimigo ferido.

Fora uma grande vitória.

Após um mês as forças de Mégalanas apareceram, em número muito superior ao exército de Aldon, mesmo com os elfos.

O ataque começara implacavelmente e a força Megalana lutava frenéticamente para subir as muralhas da cidade.A força de Aldon resistia bravamente e as flechas élficas derrubavam inimigos às centenas. Mas logo as forças Megalanas conseguira um pedaço da muralha.
Eis que um grande lampejo explode de cima das muralhas. Era o sinal para a academia arcana.
Os magos começaram a aparecer às centenas como pontos no céu e rapidamente uma chuva de elementos começara a cair sobre o exército de de Aldon.

Quando o Grão-mestre de academia de Azer apareceu, e flutuando com ele um diamante do tamanho de um boi com centenas de joias flutuando ao seu redor.

Naquele momento começara a chuver.

E de cada joia uma rajada elemental era lançada na direção do exército.

Começara um massacre.

Eis que um brilho aparece no céu, extinguindo a escuridão junto com a chuva.

Corelon aparece novamente

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

O conto de Slave "O grande"

Por Salitas K. Grievam - o bardo Meio-elfo.

Eu tinha apenas oito anos quando meu pai disse,-"Você já é um homem.", e mandou-me obedecer as ordens daquele senhor,pra que meus irmãos e irmãs tivessem uma chance de chegar a minha idade.As coisas estavam difíceis e meu pai e eu trabalhávamos todos os dias pra recebermos o suficiente pra alimentar duas pessoas, pena minha família ser formada por sete.Meus irmãos são pequenos e merecem uma chance, quem sabe um deles consegue se tornar um comerciante de sucesso, ou até mesmo, participar das missas em dias "santos", seria uma honra.
Meus dias não foram fáceis, suei, sofri, corri, lustrei, aprendi, apanhei. pode parecer mentira, mas essas palavras faziam parte do meu cotidiano. Meu "senhor" era um bom homem, corruptível como qualquer outro, mas um bom homem. Depois que as terras que ficavam ao sudoeste de Mégalos perderam espaço em estratégia política, muitos títulos da nobreza foram retirados, fazendo com que alguns nobres cometessem até suicídio. Meu "senhor" então, começou a agir de forma estranha, comparado a outros cavaleiros da ordem.
Em primeiro lugar, ele ensinava os filhos de nobres a lutar e ganhava muitas moedas, que não iam pro templo. Segundo começou a pegar rotas alternativas longe das rotas comerciais e evitava falar com os chefes da milícia local. Em terceiro passei a ser castigado com uma freqüência maior e dessa vez por coisas que não tinha feito, como roubo, dividas de jogos, insultos a nobreza e até mesmo por roubar a pureza de garotas que sequer vi o rosto. Acontecia com muita freqüência, e não importava o tamanho da cidade, sempre sobrava pra mim.
Uma coisa aprendi e é que um cavaleiro não gosta que mexam em seus tesouros, pois são santificados, há quem diga que foram santificados pelo próprio "Papa". E são eles: o escudo, a espada, a sacola com doações ao santo senhor Jesus e o cavalo.
A minha vida era obedece-lo pra que meus irmãos sobrevivessem. Limpeza, disciplina e silêncio era o que ele exigia de mim.-"Slave. Sele meu cavalo, temos que partir ago...", tentou dizer com todo aquele sotaque nortista, mas não chegou a terminar a sentença. Uma flecha acertou-lhe a garganta, fiquei paralisado olhando-o gorgolejar por socorro ou por Deus, talvez. Então percebi que por mais santo que seja o título que o homem tem, ele morreu ali, deitado sobre seu escudo, com a espada na bainha, tentando alcançar a sacola de doações do santo senhor Jesus, enfiando a cara na merda de seu cavalo.Dei graças por ser um escravo e não ter tesouro algum, mas agora sou um homem livre, e a liberdade é o meu maior tesouro, e tenho que fazer o meu melhor, pois no fim, os tesouros de sua vida estarão lá em seu julgamento final e serão eles a platéia e o próprio carrasco.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Que cantem os bardos, pois o que fazemos, agora tem nome.

Num tempo em que criadores olhavam-se em espelhos, procurando um meio de tornar sua prole perfeita, seus irmãos os destruidores deram o primeiro passo.Os outros foram, entre seus semelhantes, concebidos, festejados, aceitos, mas ela não. Mais do que um desejo entre seus pais, uma essência que saiu-se do choque em meio a um turbilhão de imagens e gritos. Sem sorrisos, sem choros, apenas gritos gerados por sensações que matariam qualquer um de seus irmãos.Uma essência, de tudo aquilo que eram seus pais.Uma mulher de aproximadamente 23 anos, o corpo bem torneado com os cabelos pretos e longos o suficiente pra cobrir-lhe o rosto, trajada com bandagens e trapos cobertos com pedaços de armaduras escoreadas em batalhas. Em cada um de seus seis braços, traz consigo uma arma sendo elas: um machado, uma espada, um martelo, um cajado, uma lança e um porrete. Nas costas um escudo de prata manchado com sangue e em seus pés, um descalço e chamuscado e o outro com um escarpim enegrecido pelo carvão.
Vis é conhecida entre os seus como a violência, selvageria, destruição, o corte, o ferimento, a dor. Será conhecida em Ytarria como Bellum a deusa da guerra.

domingo, 30 de janeiro de 2011

A luz de Caithness: Corelon

No auge da guerra milenar entre Caithness e Mégalos, era visível a superioridade do exército Megalano em relação ao de Caithness, quando começaram a se ouvir os murmúrios da derrota de Caithness.

A população de Caithness já não tinha mais esperança da vitória e todos pensavam que estavam fadados à morte. O rei de Caithness Aldon estava desesperado e começou a procurar uma solução fora de seu território. Por maior que fosse o aventureiro ou mago que aconselhasse Aldon, a única coisa que ele ouvira era que Caithness só não tinha caído ainda por causa de sua localização onde a mana é baixa e a escola de magia de Azer se negava a atacar. Mas os boatos diziam que os magos já haviam arrumado uma solução para isso.

Aldon estava desesperado e prestes a cometer um suicídio quando uma luz surgiu diante de seus olhos. A figura de um iluminado aparecer flutuando em sua direção foi algo divino. Sua presença parecia acabar com todos os problemas, como se eles não houvessem se quer existido. Aldon parecia revigorado, como se seu sangue voltasse a pulsar em suas veias.

Corelon dissera que tinha solução de seus problemas e ninguém duvidara disso, afinal, a anos ninguém usava mágica em Caithness e a guarda toda não tinha parado aquele elfo, mas isso nem ao menos foi pensado, pois Aldon estava iluminado.

Apenas um discurso foi o suficiente para revigorar toda uma nação. Do palácio central, a voz de Corelon podia ser ouvida de qualquer lugar na cidade.

Tropas élficas foram agregadas as de Caithness e um estilo de luta foi disseminado entre os soldados de Caithness.

Corelon se tornara braço direito de Aldon.

O dia em que Araterre decidiu trilhar seu próprio caminho...

Desde que Mégalos tomou as fronteiras que hoje moldam seu território, Araterre sempre viu-se diferente das terras do Grande Reino. Seus costumes, seu idioma (que eles fazem questão de salientar, não é derivado do Ãnglico, idioma oficial de Mégalos) diferem muito do que é comumente visto pelas outras partes de Mégalos e de toda Ytarria. Em geral, isto sempre foi visto como uma mera peculiaridade da região, mas com o rei de mégalos transferindo muitos dos recursos de Araterre para o oeste, nas fronteiras com Caithness, um movimento separatista tem ganhado força, causando inquietação e protestos de separação em Araterre...

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Arson

Nascido e criado nos territórios nômades, teve uma vida dificil.
No inicio sua aldeia passava por grandes dificuldades, pois os territórios nômades estavam cada vez mais selvagem e a comida cada vez mais escassa. Neste momento Arkram pai de Arson e lider da aldeia decidiu empunhar suas espadas em prol da sobrevivência. Começaram fazendo pequenos saques pelas terras Megalanas. Nessa época Arson tinha apenas 10 anos e já empunhava espadas, fazendo parte de todos os saques.
Os saques se tornaram cada vez maiores, e o gosto pelos espolios aumentava ainda mais.
Ao passar o tempo, sua vila cresceu conforme alguns nômades se juntava a ela indo em busca da reputação e da fartura que havia na vila.
Os tempos bons haviam chegado, mas Arson discodava disso.
Ao questionar seu pai sobre como eles estavam agindo, Arson foi brutalmente espancado.
O ódio cresceu dentro de Arson e ele abandonou sua vila.
Vagando pelos Territórios Nômades e surpreendentemente sobrevivendo sozinho naquelas terras gélidas, Arson chegou a ter contato com outras aldeias e acabou vendo o mesmo acontecer sempre.
Os Nômades haviam se tornado covardes.

"Os Nômades se tornaram as criaturas mais mediocres de todas.Onde está a honra em matar cruelmente velhos e crianças? Onde está a glória nisso?"
-Arson.

Arson não foi aceito em nenhuma vila, pois ele ficou conhecido como desertor.

Quando estava decidido a abandonar aquelas terras uma coisa aconteceu.

O mundo estava temendo diante da ameaça de Caithness e perante a isso, um homem se levantou para domar a besta chamada Territórios Nômades a força.Este homem se chamava Fasnar e junto com Boriah Astaroth eles domaram os Territórios Nômades e fizeram dele uma nação.
Arson adimirava Fasnar como um exemplo a ser seguido e juntou suas espadas a força dele.
Os exécitos se formaram. Caithness com seu exército de mortos estava prestes a atacar, e os Territórios Nômades sob o comando de Fasnar junto com as forças de Megalos foram conter aquele flagelo.

Eis que não houve um choque de escudos.

Os exércitos pararam para ver apenas uma luta: Fasnar contra Yurloff. A rixa de sangue estava para ser decidida. Mas aquilo foi lamentável. Fasnar impelido de toda glória estava perdendo feio. O ímpeto de fasnar foi sumindo. Mas aquilo era aceitável. Apesar do choque, aquilo seria uma boa morte. Todos se lembrariam dele como um herói.Mas a glória havia abandonado Fasnar. No momento em que ele deveria aceitar uma morte digna, ele fraquejou e mandou seu exército atacar. O exército atacou, Arson mesmo atacou, mas aquilo fora frustrante. Naquele momento nenhum nômade senntia o calor da batalha. Não havia nenhum ímpeto naquele exército. E para piorar Mégalos os abandonou no maior momento.

O exército fora massacrado.
Por algum motivo inexplicável tudo acabara. Os mortos sumiram e Caithness retirou seus exércitos.Os nômades que sobreviveram voltaram para os Territórios Nômades.

Arson vira seu herói se tornar um fracasso.

Vira também que não havia nada para ele nos Territórios Nômades.

E seguiu seu caminho sem rumo.

Os Nômades não eram mais as pessoas que Arson adimirara em sua infância.Os Deuses haviam abandonado aquele povo.

Thor sentiria vergonha deles.

Arson também.

"Um dia retornarei aquelas terras maravilhosas e ressucitarei o Espírito Nórdico em todos os nômades. Com minhas espadas os conquistarei e com glória forjarei uma alma forte para cada nômade."

Arson.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

A Lança da Ressurreição

Banhada no sangue de um dragão negro enviado por um deus maligno, a lança da ressurreição dá a seu portador, quando dominada, controle sobre todas as magias necromânticas, de ácido e de trevas. Seu nome, porém, vem da maldição que carrega: caso seu portador não tenha domínio sobre a lança, ela lentamente destrói a alma deste portador, colocando alí uma cópia de sua própria alma, a reincarnação do dragão negro.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

O Deus da Morte - Mortiferis

Assim como sua esposa deusa da Vida, ele faz parte do panteão de deuses Conservadores de Yrty, sendo eles os primeiros a serem criados e incubidos de estabelecer o ciclo do inicio e fim de toda a vida no planeta. Desde sua criação, obtiveram uma relação amorosa planejada por seus pais, deuses da Criação e Destruição com o intuito de estabelecerem uma sintonia sem igual. A relação amorosa entre eles é separada por suas funções, já que a deusa da vida é a única que habita em um plano físico, a própria Yrty, enquanto o deus da morte existe em um plano extraplanar ou sobrenatural junto com os outros deuses. Apesar dessa "distância", eles possuem um elo que não pode ser quebrado e o amor incondicional entre eles, faz de ambos os únicos deuses incorruptíveis. Dessa relação, nasceu uma criatura divina que jamais poderia ser alcançada pela morte (seu pai), nem mesmo por motivos fraternos. Sua mãe decide mantê-la em seu útero, lugar mais inacessível e obscuro de Yrty, retardando seu nascimento e fazendo dali o seu lugar de vivência em plena geração. Ela guarda os segredos do destino relatando o futuro, presente e passado decididos por seus pais.
Sendo assim, o Deus da morte rege o futuro e decide o fim de tudo que sua amada cria, tornando possível o ciclo da vida em prol do processo evolutivo ensinado por seus pais.

Seus adoradores são chamados de Ceifadores. Seu objetivo principal além de levar a verdade à toda criatura, é levar consigo a morte ou intervenção da mesma de acordo com a vontade de seu deus. Sendo assim, apesar do nome, sua missão também consiste em não permitir uma morte precoce em nome do equilíbrio da vida. Isso com certeza pode gerar uma onda de falsos clérigos que levam a morte justificando suas atitudes dizendo "é a vontade do deus da morte" (ja vi isso em algum lugar! rs).


Seus clérigos terão acesso às magias:
-necromânticas
-corpo e movimento
(quem entende de magia melhore isso aqui por favor! rs)

Além das magias de cura que são concedidas aos clérigos de qualquer deus.

O Cigano

Ao abrir os olhos, ele não sabe onde está. Não sabe quem é. Está ferido, suas roupas em farrapos. Pelas vestimentas, é um cigano. O seu único bem: uma lança de qualidade surpreendente e origem desconhecida. O que sabe fazer: viver bem em qualquer terreno natural... e lutar!
Trabalhando ora como ranger ora como mercenário, tenta descobrir quem é, de onde vem, como perdeu a memória. Vem e vai de maneira aleatória, vagando pelo mundo, aparecendo pelo caminho de grupos aventureiros, quando temporariamente estão seguindo o mesmo caminho.

Vladmirr Ptien

Filho de Stoichkov Ptien, um guerreiro de Arton que chegou a Yrth através de um dos portais do cataclisma, Stoichkov cresceu amigo do campo de batalha. Dono de uma grande confiança em si mesmo, apenas suplantada por seu senso de dever para com seus amigos, foi companheiro de aventuras de Aoshi, Steve Taylor e Kevin McPerson, fato curioso do destino, pois os pais de Kevin e Vladmirr também fizeram parte do mesmo grupo, sendo ambos oriundos de Arton.
Guerreiro de espada, lança e artes marciais, pagava em prata para não entrar em batalha, e em ouro para não sair!
Este grupo tem grande importância, pois foram os primeiros a presenciar em Yrth a presença da Deusa da Vida, lutando por ela uma grande batalha. Foi nesta batalha que Vladmirr viu de tão perto a morte que chegou a sentir seu hálito, pois sua fé em si mesmo, maior que sua crença em qualquer deus, o impediu de utilizar a arma sagrada com a qual fora presenteado pela Deusa da Vida, preferindo sua própria lança, herança de seu pai, arma que nunca abandonara e que fez questão de lavar no sangue do dragão que o enviou à viagem quase sem volta para o mundo desconhecido dos mortos. Por fim o grupo saiu vitorioso deste que foi, com certeza, um de seus maiores desafios. Vladmirr, apesar disso, morrera em batalha. A Deusa, porém, intercedeu por ele junto a seu irmão e amante, o Deus da Morte, trazendo-o de volta a vida. Um alto custo, porém, foi cobrado por sua arrogância. Ele carregava a partir de então, duas maldições: jamais pode estar junto de seus amigos novamente; e ser para sempre o guardião da Lança da Ressureição, nome que sua lança ganhára após a batalha contra o dragão.
Ele vaga pelo mundo incansávelmente, tentando evitar que a Lança seja encontrada.Seu paradeiro atual é desconhecido.

A Deusa da Vida

A Deusa da vida junto com o Deus da Morte são os Deuses mais velhos dentre os Conservadores e ambos são neutros, ou seja, eles fazem seus papéis como forças absolutas da natureza e ambos têm um equilibrio entre si, e um amor intenso, ja que são um casal.
Como A Deusa da vida ela sabe da importância da morte e por causa do equilibrio inabalável que eles têm entre si, ela só aceita que a morte venha naturalmente, de acordo com o que seu marido fala.
Ambos têm noção que uma hora a vida em yrt irá acabar, como sem a vida ñ há a morte, eles estão fadados a um acabar com a vida do outro.
Como a Deusa da vida tem uma harmonia perfeita com seu amado, e seus poderes formam um ciclo perfeito, ela ñ aceita nada que não faça parte disto, portanto os avanços técnológicos são repudiados por ela.
A Deusa da vida rege toda a natureza, e é representada pelas forças da natureza.
Seus adoradores são todos druidas e os poderes concedidos a eles são das seguintes escolas de magias:
Agua
Terra
Ar
Animais
Plantas
Além das de cura que é concedida aos clérigos de qualquer Deus.
Os druidas da Deusa da Vida obrigatóriamente têm que ter proliferado sua espécie, e suas próles têm ser todas saudáveis e perfeitas.
Além disso os druidas têm q abdicar de toda riqueza material (Voto de pobreza), tudo o que utilizarem tem que vir da natureza ou de sua magia (Senso de dever com a natureza).

Elbiron Thuoderen

Criado em um extinto vilarejo élfico, localizado onde antes fora parte da grande floresta,Elbiron foi educado com as artes da magia desde criança. Seu vilarejo vivia em paz com os humanos, que também tiravam seu sustento da Grande Floresta.
Contudo, o destino tinha planos diferentes para a vida do jovem elfo. Seu vilarejo foi devastado pelos humanos que habitavam regiões vizinhas. Como os humanos sabiam que não eram suficientemente poderosos para enfrentar os elfos, decidiram atingi-los em seu ponto frágil: a fé na palavra e no caráter das pessoas. Os humanos atacaram inesperadamente o vilarejo, e os primeiros elfos a morrerem foram justamente os que mantinham relacionamento mais próximo com os humanos.
Elbiron conseguiu fugir, e se viu obrigado a caminhar sem rumo, sujeito a sua própria sorte. Passou a se sustentar com pequenos furtos que, conforme adquiria amadurecimento, tornavam-se maiores e eventualmente mais sanguinários. Ao final de sua adolescência, conheceu um pequeno grupo de elfos que defendiam uma ideologia. Elbiron, que nunca havia questionado muito sobre suas crenças,notou que seus sentimentos falam em uníssono com a ideologia destes elfos: a existência dos humanos representa uma desgraça para o eterno.
Elbiron se fortaleceu com este grupo, aprimorando suas rústicas habilidades de combate adquirida nas ruas, ao mesmo tempo que voltou a estudar magia e as civilizações que o cercavam.
Foi ao longo deste período que Elbiron conheceu Corelon, o mago-guerreiro mais poderoso do círculo élfico. Corelon logo reconheceu o potencial de Elbiron, que ao longo dos anos tornou-se seu braço direito e amigo nas horas dificeis.
Continua no próximo Epsódio..

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Kéfren D'Utafle

Kéfren D'Utafle, o bardo matador de dragões. Não apenas por sua habilidade com a lança, que atendia por esta mesma alcunha, mas pelo fio de sua língua, que conhecia as maiores histórias sobre os embates entre tais seres, tão poderosos e respeitados,e os grandes heróis.
Sonhava com a aventura desde criança, ouvindo as histórias de ninar que sua mãe lhe contava. Já pqueno sabia chamar a tenção do público para estas mesmas histórias, tornando-as verdadeirs relatos épicos quando se apresentava em seu pequeno povaodo. Quando mais velho, seguiu por um tempo a carreira de seu pai, um caixeiro viajante. Mas ele queria mais - ele queria ser um herói digno de ter sua história contada, assim como ele contava tantas histórias. Foi quando resolveu viajar pelo mundo, procurando sempre pelas mais gloriosas aventuras que pudesse encontrar. Aprendeu a arte da música e a arte da guerra, e mostrou-se perito em ambas.
Amaldiçoado por um crânio de origem desconhecida, morreu trágica e silenciosamente ao lado do grande mago Todd McPerson e do poderoso guerreiro Bruck, ao enfrentar a maldição e destruir o crânio, destruindo assim a própria maldição, de modo que ninguém mais fosse levado por ela.

Tyr Mitrion

Tyr Mitrion o guerreiro imortal a bordo de seu navio Valkiria Negra é o pirata mais temido de toda Ytarria.
Nascido em uma pequena vila na Grande Floresta, teve sua família e amigos mortos cruelmente por um exército de monstros, evocados por um mago poderoso que queria encontrar as partes de uma armadura mística que o tornaria imortal.
Tyr vagou por toda ytarria, mas em todos os locais que passou, este exército acabou com todos, e ele sempre sobreviveu.
Mesmo com todo este fardo, Tyr sempre conseguiu manter um sorriso no rosto.
Decidido a nunca mais ficar em um único lugar, Tyr virou mercenário junto com Elbiron um elfo e Fasnar um ex-escravo nômade.
Juntos tomaram um navio de madeira negra de um grupo de piratas e mortos vivos ao qual nomeram de Valquiria Negra.
Mal sabiam eles que este era um navio amaldioçoado.
Fasnar se foi para conquistar os Teritórios Nômades.
Elbiron foi para Caithness e lá se tornou o Príncipe Negro.
E Tyr encontrou seu lar no mar a bordo Valkiria Negra.
Seu lar, Sua Maldição.
Em meio a várias aventuras Tyr enfrentou a morte diversas vezes, e mesmo que algumas vezes tenha morrido, ele voltou a vida por algum motivo, de modo que nome se tornou temido, assim como sua tripulação, assim como a Valkiria Negra.
O exército que assolou sua vida: foi destruido junto com metade da cidade de Azer.
Seus inimigos: os que sobreviveram foram consumidos pelo medo.
Hoje, ver um navio de madeira negra, significa que o guerreiro imortal, veio levar sua vida e se alimentar de sua alma.

Kevin McPerson

Kevin McPerson certamente está entre os magos vivos mais poderosos de toda Ytarria. Elfo, foi abandonado por seus pais próximo as margens de um rio, onde foi acolhido por um humano, denominado Todd Mcperson - um mago oriundo de uma terra desconhecida, chamada de Arton. Kevin adquiriu a base dos conhecimentos mágicos com seu pai, ao crescer foi compelido a viajar pelo mundo para adquirir sabedoria.
Nesse período, conheceu Steve Taylor, Aoshi e Vladmirr Ptien, um guerreiro, um samurai e um ranger, respectivamente. O grupo se tornou forte e desde então eles têm constantemente se envolvido (querendo ou não) na diplomácia dos reinos, desequilibrando regras e reescrevendo as páginas da história.
Atualmente o paredeiro do grupo é desconhecido. E enquanto diversos temores de novas guerras, divisões de territórios e traições surgem por todo o continente, espera-se que este grupo interceda pela paz.