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E quanto às magias? Alguma delas é muito poderosa na sua opinião? Muito fraca?
Há um tópico sobre magias também, é só acompanhar e comentar!!


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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

A lenda do Senhor dos Mares

As chamas das velas tremeluziam a cada vez em que o barco balançava,lançando sombras por toda a cabine, revelando coisas que antes não havia ali.
Frequentemente as velas se apagavam, mas isso já não o incomodava mais, pois seus olhos a muito haviam se acostumado com a escuridão.
Haviam também os sussuros contantes. Em qualquer lugar do Valkíria Negra era possível ouvir os sussuros agonizantes de
todos aqueles que outrora morreram ali.
Mas Tyr estava absorto a tudo isso, extasiado com todo o conhecimento contido em seus livros.
Agora apenas um barulho era capaz de tirar o foco de Tyr: a euforia de sua tripulação quando outros navios se aproximavam.

Assim como Tyr, todos na tripulação do Valkíria Negra eram assombrados pelos sussuros dos mortos, mas todos ja haviam se acostumado.

Conforme o tempo foi passando, aqueles piratas foram perdendo sua humanidade.Os sussuros e os gritos dos mortos passaram a ser
como o som das aves e do mar para eles. O medo e o desespero que antes os atormentavam, agora os alimentam. Há quem diga que
a tripulação do Valkíria Negra nunca dorme.
Como se o Valkíria Negra e o próprio Oceano fossem partes de Tyr, este os conduzia da forma que quisesse, e o Valkíria Negra sempre
ficava em posição vantajosa a quaisquer navios. A sede de sangue dos tripulantes era tamanha que as batalhas dificilmente duravam.
Subjulgar a tripulação de um navio tinha se tornado tão simples quanto nadar para eles.

O badalar dos sinos do navio despertam Tyr de seu transe, e um súbito jorro de empolgação emerge por dentro dele.
Era o sinal de que uma embarcação estava à vista. Era o sinal de que em breve o mar ficaria rubro.

O gargalhar do Profano Imortal era ecoado pelo barco, uma gargalhada carregada de ódio e sede de sangue, algo que despertou as almas penadas
ali presentes e as fez gritar, um grito de dor, ódio e agonia, um grito carregado de terror que ecoou pelo mar.

Quandos as portas do salão do capitão se abrem, após meses fechadas, um cheiro pútrido contamina o ar. Algo nausebundo que profana tudo a
ponto de até a luz do sol se afastar sai junto com o Capitão Imortal Tyr. Os piratas vibram como se fossem hienas prestes a conseguir uma refeição.

Ao horizonte era possível ver uma frota de dez navios Megalanos. Eles traziam a cruz branca num fundo negro envolto de chamas, sinal de que eram
Inquisitores Hospitalários, em busca de acabar com a heresia.

Patéticos.

Os ventos ficavam cada vez mais fortes, uma tempestade vinha aí. Mas os ventos não eram favoráveis ao Valkíria Negra,
pois estes os levariam direto para um ajuntamento de ilhas encurralando-os em relação aos Inquisitores.

As chamas da Coragem e da Fé eram acessas para os cavaleiros, e eles avançavam com bravura para pegar a presa encurralada.
Entre duas ilhas havia um estreito, que os cavaleiros julgavam ser impossível de passar. A vitória estava ganha.

Surpreendentemente a velocidade dos ventos aumentou vorazmente e os navios da frota começaram a perder o controle.
A correnteza estava mais forte e levou dois dos navios a colidirem com as rochas com tanta força que muitos tripulantes
foram arremessados do navio e seu casco fora destroçado levando-os ao naufrágio.

Mas dois barcos ainda era uma troca razoável.

Depois do caos ter diminuído os cavaleiros voltaram a notar: o Valkíria Negra tinha estava habilmente atravessando o estreito entre as ilhas.

Muitos dos navios tiveram que aportar nas ilha pra evitar a colisão com as rochas, e outros acabaram encalhando na costa devido a força da correnteza.

Apenas o navio principal da frota conseguiu seguir pelo estreito. Ao se aproximarem penosamente do Valkíria Negra viram que este estava ancorado no caminho, apenas aguardando.

Era possível ver a ansiedade nos olhos daqueles piratas, que tão frenéticamente prenderam o navio dos cavaleiros e o invadiram.
Neste momento as chamas dos cavaleiros ja estavam extintas. De dez navios só sobrara este.

Cortando os ventos a gargalhada do capitão era audível. Tão má, tão cruel que quando os cavaleiros o viram se aproximar flutuando
entraram em desespero. Um relâmpago salta da mão de Tyr e frita um tripulante, mas o choque afetou todos que estavam próximos.

Depois disso só restou carnificina. Os piratas nunca matavam de uma vez. Sempre havia um longo caminho pra chegar a morte.

Agora só era possível ver terror, sangue e morte.

Os líderes apóstólicos foram derrotados, seus barcos foram encalhados.

Não havia mais saída.

Estavam todos presos.

Nós terrítórios da besta.

Nós domínios do Senhor dos Mares.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Regra para Elementos de Magia

Universais ar terra
encantamento som corpo
metamagia movimento terra
comunicação e empatia animal
ar (sub:gelo) alimento
acesso reconhecimento
proteção e advertência plantas
quebrar e consertar
tecnologia (sub: máquinas, energia,
radiação, metal e plástico)
amiga: fogo (nh-1) amiga: água (nh-1)
neutra: água (nh-2) neutra: fogo (nh-2)
inimiga: terra (nh-3) inimiga: ar (nh-3)
fogo água
fogo água (sub: gelo, clima, ácido)
luz e trevas cura
ilusão e criação necromancia
controle da mente
amiga: ar (nh-1) amiga: terra (nh-1)
neutra: terra (nh-2) neutra: ar (nh-2)
inimiga: água (nh-3) inimiga: fogo (nh-3)
para cada 4 magias da escola principal => 3 da escola amiga ou
1 da escola amiga e 1 da escola neutra ou 2 da escola neutra ou 1 da escola inimiga

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

As crônicas do Príncipe das Trevas

A luz do sol ofuscava seus olhos, e toda aquela gente que insistia em aparecer o repudiava.
Era da noite que gostava. À noite não se via nenhum deles. De noite era possível apreciar a
beleza do Eterno espelhada em toda a natureza.Mas ainda assim era possível ver as marcas que
eles deixaram em sua querida mãe natureza.Isso tinha que acabar.

Deitado calmamente nos troncos de uma arvore, apreciando a natureza e a escuridão
Elbiron Thuoderen sonhava com o momento que se livraria de todos eles. Ao olhar para suas
mãos, percebia que seu poder aumentava a cada dia, e concluia que poucos em toda Yrth seriam
capazes de se igualar a ele. A raiva se apoderava dele quando percebia que isso pouco adiantava
quando seus inimigos eram milhares de vezes mais numerosos.Mas ainda assim seu sonho estava cada
vez mais próximo.

Ao caminhar pelas ruas de uma cidade Elbiron Thuoderen ouve os boatos sobre o novo Imperador de
Caithness Corelon. Tolos. Elbiron vira com seus próprios olhos o momento em que seu mestre Corelon
perecera. Mas nada podia fazer, aquele plano era absurdo demais, e Elbiron ainda precisava deles.

Mas de cidade em cidade, os boatos eram sempre os mesmos. Ascensão à coroa, exército élfico,
escudo da Nação, Caithness, Corelon. Corelon. Isso era algo que valia a pena pesquisar, mesmo que
fosse para estripar aqueles que ousam brincar com tais coisas e usar o nome de seu mestre em vão.

Chegando nas muralhas da cidade a que todos chamavam de Escudo da Nação, não era possível ver guardas,
e pior: os portões estavam completamente abertos. Um belo convite, ainda mais pra quem acredita que irá
encontrar a imortalidade nesse lugar.Era melhor tomar cuidado. Transformando-se em um espectro sombrio,
Elbiron atravessara as muralhas como se não fossem nada, surgindo no local onde seria menos provável
ser visto.

A primeira vista a cidade estava vazia, mas com toda cautela se adentrou na casa mais próxima, e logo
percebeu: Em cada lugar oculto, em casa sobra, havia alguem à espreita. E a cada brecha, alguem morria.
A cidade sem leis estava inchada de olhos nas sombras, e mortos ao chão.Neste lugar só os mais fortes e
os mais inteligentes sobreviviam.Elbiron logo começara a gostar do lugar.
Era possível ver de tudo naquele lugar. Todas as raças inferiores tentavam um lugar naquela cidade, era
possível ver até mesmo alguns gigantes naquele lugar. Mas a face de todos era semelhante, quando Elbiron
surgia das trevas e abria uma barriga, perfurava um coração ou simplesmente os queimava em suas chamas mágicas,
era a face do terror e do medo.

Vagando de casa em casa, matando um por um, as vezes destruindo até um pequeno grupo formado ali, Elbiron
conseguira seu espaço, e apartir de então os mais sábio começaram a dobrar os joelhos perante a ele, com
promessas de lealdade.Todas falsas.Eles eram sempre assim, sempre os mesmos ratos, traindo a sua palavra
e vista de uma chance. Mas após carbonizar o terçeiro ou quarto traidor que ousara erguer o punho contra ele,
os outros se tornaram leais. A lealdade do medo.

Seu próximo passo era invadir o castelo, para ver com seus próprios olhos os boatos. Mas ao se aproximar
das muralhas do castelo, o portão se abre, e o próprio Corelon aparece dando-lhe as boas vindas e o
tomando aos braços como um filho. Elbiron via a sinceridade nos olhos de Corelon. Parecia que Corelon
não se lembrava de como morreu. Mas era realmente ele, não havia dúvida. O bando de Elbiron fora agregado
às forças principais de Caithness e Elbiron Thuoderen fora nomeado príncipe de Caithness.


Elbiron ainda desconfiava de tudo aquilo, quando o general dos exércitos de Corelon Yurloff o impiedoso chegou
com um centena de cadaveres élficos perante a Corelon. O frio subiu nas costas de Elbiron como uma serpente enfurecida,
quando percebeu que havia caído em uma armadilha. Elbiron logo sacou sua espada e se preparou para atacar e morrer ali mesmo, lutando.
Quando Corelon lhe dera um sorriso, ignorando qualquer ameaça que Elbiron pudesse ser, e ajoelhara para tocar a face
de um dos elfos mortos. Neste momento o cadaver abre os olhos e retorna a vida, e logo após outro, e mais um até que todos estivessem
vivos.

Neste momento o futuro passou pelos olhos de Elbiron.

Seu sonho agora parecia tão real, que dava até para sentir o gosto.


E assim Elbiron iria finalmente trazer uma nova era a Yrth.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

O Contos dos Einhenjarls

"Quandos gigantes descerem as montanhas e marcharem rumo à guerra,
Os Deuses convocarão seus Einhenjarls para dar início ao Ragnarok"


As planícies dos territórios nômades estavam mais selvagens do que nunca, como se sentissem a presença profana que
logo caminharia por elas. Fazia muito tempo que eles não pisavam nessas terras e a nostalgia flagelava seus corações
assim como aquele vento frio.Após navegarem por anos num navio amaldiçoado, após enfretarem bestas tempestuosas, após
derrotarem guerreiros imortais e até mesmo dragões, Fasnar e Boriah Astaroth finalmente estavam em casa.
Mas enganam-se se pensam que Fasnar e Boriah Astaroth regressaram para seus lares para viverem o resto de suas vidas.
Não.Vikings nunca abandonam o campo de batalha. Enquanto houvessem guerras a serem travadas esses guerreiros nunca parariam.
E com certeza ainda haviam muitas.
Um inimigo inimaginável se levantava no ocidente, e somente os melhores guerreiros do mundo poderiam enfrenta-lo e
Os territórios nômades era com certeza o lugar em que tais guerreiros viviam. Mas como vikings, eles estavam sempre em guerra,
muitas vezes uns com os outros. Fasnar e Boriah Astaroth sabiam que isso tinha que mudar, eles fariam isso do jeito que só mesmo
vikings sabiam fazer: fariam pelo poder da espada.
Perante a isso Fasnar e Boriah Astaroth adentraram as terras selvagens com o intuito de unir todos as tribos nômades em uma só.
Era certo que algumas tribos aderiaram a ideia de enfrentar Caithness em batalha, mas a maioria não foi assim.Os líderes das tribos
eram orgulhosos e dificilmente aceitavam que Caithness pudesse ser um perigo aos nômades.Mas esse era um risco que Fasnar e Boriah
não estavam dispostos a correr.No começo o combate singular era proposto.Pobres diabos. A perícia Fasnar e Boriah era grande demais.
Uma a uma as pequenas tribos foram sendo agregadas aos seus.

Assim nasceram os lobos do norte.
Os boatos percorerram os territórios nômades inteiros, e o nomes Fasnar e Boriah ficaram conhecidos.

Apartir deste ponto o combate singular dificilmente era aceito.Nestes casos, Boriah e Fasnar faziam questão de enfrentar a tribo toda sozinha.

Era incrível vê-los lutar.O Mangual de Boriah Astaroth fazia cabeças explodirem numa chuva de sangue e miolos. A espada de Fasnar amputava, trespassava,
e algumas vezes até dividia os inimigos em dois.
Uma a uma as tribos foram se unindo, ou se destacando: algumas tribos foram para Caithess em busca da imortalidade.

Mas ainda sim os territórios nômades estavam unidos, e assim os territórios nômades passaram a ser conhecidos como Midgard.

Mas um novo boato se espalha por toda Yrth: rezam as lendas de que muitos Gigantes têm descido as montanhas e se agregado a Caithness.Dizem que
um dos Grandes Comandantes das tropas de caithness é um gigante. E ainda mais, dizem que Caithness agora têm uma frota de navios, chamada Black Dragons
que é composta por navegantes mortos-vivos. Para Caithness ter acesso ao mar ela teria que ter dominado uma ou duas das grandes cidades de Mégalos,
mas dizem que o mais provável é que seu território crescera sobre as Orclands até alcançar o mar.

Após algum tempo é constatada a veracidade dos boatos, e Boriah e Fasnar tomam uma atitude desesperada.

É ordenada que em Midgard fosse construida uma fortaleza capaz de resistir a inexpugnável.

Enquanto a fortaleza era construida Fasnar e Boriah sobem as Montanhas de Bronze em busca dos Lendários Corvos de Odin, e até do auxílio de gigantes.

Os corvos de Odin são um clã de magos-guerreiros que vivem nas montanhas. Dizem as lendas que sempre que uma criança com o dom
da magia vai nascer, um deles desce as montanhas e toma a criança dos braços de seus pais, e nunca ninguem conseguiu impedi-los.

Pouco se sabe do que aconteceu nas montanhas mas após um ano quando todos ja consederavam Boriah e Fasnar mortos, estes regressam com os corvos de Odin acompanhados
de uma dezena de gigantes.

O choque é grande quando o povo nota que Fasnar voltou sem um braço, mas as festividades são grandes.

Fasnar e Boriah pouco aproveitam das festividades, e seus semblântes não era de alguém que está prestes a vencer.
Mas isso poucos perceberam.
Em meio as festividades alguns batedores são anunciados vindos de Caithness, com uma mensagem do Comandante Yurloff o Impiedoso, para Fasnar.

" Continuem com esta patética tentativa desesperada de fazer frente contra Caithness, pois em breve uma realidade chamada caithness cairá sobre vocês
e não há nada que possam fazer. Quando o momento da batalha chegar, Eu Yurloff O Impiedoso humilharei seus Hérois, despedaçarei suas tropas,
possuirei suas mulheres e atearei fogo em todas as vossas criações em homenagem ao surgimento de um novo Deus. Apoveitem seus ultimos momentos bastardos
pois em breve de vocês só restarão carcaças sangrentas".

No local onde estavam os melhores guerreiros do mundo, o melhor de todos eles fora desafiado. Era notável a tensão que pairava no ar.

Mais dois anos se passaram até que a fortaleza ficasse pronta.
Dias depois era possível ver uma tropa que preeenchia a terra até onde os olhos enxergavam. Dezenas de milhares de guerreiros estavam em frente a fortaleza
sob uma bandeira de paz Megalana.

Perante a um inimigo sem igual, o próprio rei de Mégalos viera em pessoa oferecer uma aliança com os nômades.


Com a aliança formada, chegara a hora de marchar.

E a hora da grande batalha chegara.


sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Nova Regra para Clérigos

Hail Brothers!


Tive uma boa ideia que vai mudar a visão de clérigos e magos no nosso sistema.

Hoje em dia para se jogar com um clérigo vc monta a planilha de um mago e diz que sua magia é de deus
rsrs bem ridículo.

Minha idéia é tornar diferente os magos dos clérigos em vias de regra tb (ñ só de interpretação).

Vamos lá:

essa vantagem ja existe, mas eu vou modifica-la para tornar as coisas mais interessantes


Investimento Clerical (X pontos)

X pontos?
Sim! X pontos!

Essa vantagem se trata de um pacote de vantagens e desvantagens que vão influenciar no poder do clérigo.
Mas como?

Ao meu ver, um clérigo é alguém escolhido por um Deus por ser um exemplo de toda à Sua tendência e característica.

pois bem, ao comprar a vantagem investimento clerical, virão inclusas nela uma serie de desvantagens, essas se constituindo
de votos ou deveres que TÊM que ser de acordo com sua divindade escolhida.


exemplo:

um clérigo da deusa da paz poderia incluir a desvantagem Voto: Nunca portar armas(-10 pontos), no seu pacote investimento clerical

E em que isso ajudaria?
esses 10 pontos seriam divididos por 3(regra do Gurps Compendium I), e poderiam ser gastos para comprar Aptidão mágica, e pagar mais barato por ela.
__________________________________________________________|
| regra do Gurps Compendium I
|
| 10 pontos 1 escola + cura
|
| 12 pontos 2 escolas + cura
|
| 15 pontos 3 escolas + cura|
| 5 pontos para cada bonus na IQ para as magias(maximo 3)
|_________________________________________________________|

Pois bem, agora vamos a minha idéia principal:

Em GURPS quando um mago ou clérigo vai usar uma magia, ele gasta fadiga para isso.

certo.Porque diabos um clérigo cairia inconsciente por usar as bençãos de seu deus??
Não faz sentido algum.

A minha idéia é que a magia clerical não use mais fadiga.

Ao comprar a Aptidão Magica clerical, no pacote investimento clerical o personagem ganhará X pontos de benção que funcionarão como funciona hj normalmente,
somente eliminando a possibilidade de se cair inconciente ao esgota-la.

Agora mais importante é a vantagem:

Pontos de benção extra (2 pontos)

que poderá ser comprada dentro do pacote investimento clerical.



Acho que com isso, os clérigos finalmente serão diferentes dos magos.


Bom se vocês gostarem podemos discutir os preços e começar a usar!?


Regra para clericato (compendium I):

10 pontos 1 escola + cura

12 pontos 2 escolas + cura

15 pontos 3 escolas + cura

5 pontos para cada bonus na IQ para as magias(maximo 3)

5 pontos para reconhecer os devotos de sua fé

As desvantagens seguindo os preceitos de sua religião reduzem valor de (desvantagem / 3) no custo. ex: uma desvantagem de 15 pontos reduz em 5 o custo do clericato.

domingo, 17 de abril de 2011

Isaac Thull Bocs


Aprofundou-se em Artes Ocultas desde cedo, por se interessar em enigmas.
Após os primeiros anos de estudo (ainda muito novo, aos 15 anos), enquanto explorava uma masmorra, escorregou. E desde então, sua vida mudou.
Sua inicialização no oculto se deu através de seu pai, um professor de História na capital de Ytarria e sua mãe, uma artista muito conhecida.
Desde pequeno ia à masmorras antigas com seu pai, sua mãe e um amigo do pai, o “detetive e aventureiro” Oliver Kresden.
Durante uma exploração de masmorra, onde seu pai, Danton Thull Bocs, havia encontrado provas de um deus cultuado há centenas de anos, sua mãe, Issante Marlinn Bocs, fazia os desenhos e captava os detalhes artísticos dessas explorações, enquanto Oliver cuidava da segurança. Isaac aprendia tudo. Achou um talismã, uma chave que abriu sua mente. Ele entrou em estado de coma por uma semana, deixando seus pais preocupados.
Quando despertou começou a ouvir vozes e criaturas apareciam para ele, contando histórias antigas.
Desde então, junto com seu pai, sua mãe e Oliver, foi treinado para aprender mais sobre este conhecimento e para ensinar mais, não só para seus pais, mas também para a sociedade.
Agora, já adulto, deixou seus pais em casa e foi atrás do “chamado oculto”, uma voz que falava sobre uma mudança no padrão.
Para ele, tudo está interligado, tudo está conectado e ele quer conhecer mais sobre o padrão.


quarta-feira, 2 de março de 2011

A luz de Caithness: Corelon Parte III

"As sombras da noite cobriam até onde a vista alcançasse.Chuvia torrencialmente. O cheiro fétido de sangue e carne queimada pairava o ar. Mas tudo parecia distante. O som do combate parecia abafado, como se não importasse mais. Apenas uma luta se sobressaia a tudo. Apenas Corelon e o Grão Mestre da Academia Arcana de Azer Archmedes "
-Aldon, Imperador de Caithness

Corelon surge.
Sua roupa era branca e brilhava como o sol.
Os cabelos preto de seus cabelos grisalhos parecia mais escuro do que nunca.

Sua presença era como uma onda de alívio para o exército de Caithness, mas para os Megalanos era como uma torrente de medo que parecia levar a alma de cada um.

Archmedes vê a figura que está tornando sua vitória duvidosa e deixa o massacre do exército de lado.

Dezenas de esferas são lançadas na direção de Corelon, mas um domo de energia eletrizante parece deter a maior parte do golpes. Corelon é lançado dezenas de metros mas não parece se abalar. Pequenas manchas de sangue parecem manchar a roupa de Corelon, mas ela parece não ter sofrido dano algum.

Corelon olha na direção de Archmedes e sentenas de relâmpagos rasgam os céus para acerta-lo.

Archmedes desaparece, e vem aparecer nas costas de Corelon.

Os relâmpagos acertam dezenas de magos e explodem no meio exército Megalano, deixando dezenas de mortos espalhados pelo chão.

Archmedes vê Corelon se virar e nota os olhos vermelhos em sua face.Mas antes que pudesse conjurar algo um turbilhão de chamas o acerta por baixo. O poder de suas joias o protegem de grande parte do dano, mas ainda assim, as chamas consomem metade de sua perna.

Quando Archmedes consegue se livrar das chamas, nota que Corelon estava levando a morte aos magos megalanos.

Com grande dificuldade Archmedes engole seu orgulho para aproveitar esta oportunidade e começa a conjurar uma mágica.

Era uma cena dificil de se ver.

Corelon voava na direção dos magos ignorando qualquer magia que eles lhe lançassem, e chegando perto os agarrava com as mãos nuas, e arrancava quaisquer que fossem os membros que suas mãos tocava.

Em segundos, dezenas de magos cairam, todos com os corpos mutilados, alguns até partidos ao meio.

Foi impossível para Archmedes notar, mas cada cadaver morto por Corelon, estava com símbolos mágicos.

Archmedes finalmente termina de conjurar sua magia.

Uma núcleo de magma com veios de ácido cercado por labaredase ventos cortantes se formava acima de sua cabeça, com mais de 20 metros de diâmetro.

Archmedes lança na direção de Corelon sua Esfera de Destruição Primordial.

Corelon com toda a confiança do mundo voa na direção da esfera.

Eis que as almas dos mortos saem dos símbolos mágicos de Corelon, e junto com elas saem tentáculos de energia negra e vermelha, que consomem as almas e vão todos na direção da grande joia de Archmedes. Como se sugados pela jóia os tentáculos somem e a joia começa a se ruir, caindo em pedaços no chão.

A Esfera de Destruição Primordial começa a se desfazer, mas antes que estivesse desfeita Corelon e engolido por ela.

Ambos os exércitos olham na direção.

O comandante das tropas de Mégalos Arlekoff sorri, e seu adversário O Imperador Aldon, teme.

A esfera desaparece, e resta apenas a escuridão no céu.

Um clarão que extinguiu toda a escuridão e a chuva, iluminou o céu.

Corelon venceu.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Reunião emergencial dos Olhos do Céu em Uulinn – Aoshi Kawakami

Registrado por Feng Tsuhai – Tenente da 4ª divisão da guarda de Kouryu

  “Aoshi Kawakami, filho de Yoko e Shindo Kawakami, ex-administradores e mestres do dojo Kawakami das terras do clã Suisei ao centro da península sahudense. Já indicado para a sucessão do dojo como o primogênito, nasceu com grandeza e força que reforçaram as expectativas de seus pais sobre seu futuro. Cresceu sempre no ambiente do dojo Kawakami que treinava guerreiros que em sua maioria guardavam os portos de invasões piratas e criaturas que viessem a ameaçar o território do clã Suisei. As historias que os próprios alunos do dojo lhe contavam sobre seus pais aumentavam cada vez mais seu orgulho e admiração para com seus “grandes mestres”, por isso se empenhou em aperfeiçoar e fortalecer corpo e alma, vendo e absorvendo cada coisa que achasse que lhe ajudaria a completar-se. Porém, uma de suas escolhas pareceu não agradar seu pai. Aoshi percebeu que a versatilidade poderia lhe trazer vantagens em varias situações começando assim a treinar vários estilos além da tradicional Katana. “Alguém com esse tipo de pensamento não é necessário neste dojo!”, essas palavras de Shindo Kawakami culminarão com a saída de Aoshi do dojo depois de uma breve discussão onde seus olhares disseram mais do que suas bocas: “Vá!” e “Vou embora!”. Antes de deixar Sahud ele me disse: “Verei essa terra com meus próprios olhos. Verei sua diversidade e similaridades e me adaptarei a elas. Voltarei não como um mestre na arte da espada, mas como mestre na arte do combate!”
  Viajou através da grande Zarak e entre varias cidades e vilas vendo e aprendendo quando finalmente chegou á grande capital, Mégalos, onde conheceu um guarda local chamado Steve Taylor, em sua busca por um emprego na capital. Vendo a excentricidade das habilidades de seu novo colega convidou Aoshi para conhecer seus amigos de outro “emprego” vindo a conhecer assim o mago elfo Kevin McPerson, o Ranger Vladmirr Ptien e um satiro cujo nome infelizmente se perdeu nos registros. Eu não usaria a palavra “mercenário” para descrevê-los embora tenha sido essa sua ocupação inicial nessa nova fase de sua jornada, mas o encontro com a Deusa da Paz mudaria o rumo deles. Aoshi afirma ter passado com seus amigos, por provações que julgo serem impossíveis para os maiores campões de Sahud. Ao voltar, Yoko Kawakami e Shindo Kawakami já se encontravam em descanso eterno em terras dadas a família oficialmente pelo clã Suisei. Fui encarregada de lhe entregar uma carta de seus pais escrita antes de falecerem. Aoshi nunca me permitiu ler o conteúdo da carta, mas o que escapava de seus olhos não provia da raiva, isso afirmo com certeza. Casou-se com Shizuko Masaki com quem teve quatro filhos, sendo hoje o mais velho, o responsável pelo Dojo Kawakami. Até mesmo Vossa Excelência, nosso Rei Celestial reconheceu seu valor e o de seu amigo estrangeiro Steve Taylor mandando-os a oeste, para liderar os exércitos, rechaçarem os ataques dos orcs e para estabelecer onde hoje são as terras de Byakko. Também lhes oferecera o titulo da guarda de Kouryu mesmo sabendo que ambos não aceitariam. Reconhecera também o valor de Kevin McPerson e Todd McPerson que vieram com Aoshi. Por isso não posso me calar quando a palavra “traidor” fora proferida neste palácio só pelo motivo do atual paradeiro dele ser desconhecido. Mesmo tendo visto a Deusa da Paz com seus próprios olhos e presenteado com armas que nunca seriam produzidas nessas terras, ele nunca duvidou de Vossa existência e autoridade. Tenho certeza absoluta que Aoshi-nii-san está vendo além das guerras nas terras do sul e de que retornará ainda mais forte não apenas por nossa terra Sahud.”

  - Registro do depoimento de Ryoko Kawakami, ex-mestre do dojo Kawakami e atual General interino dos exercitos de defesa de Byakko, sobre o desaparecimento de Aoshi Kawakami das terras de Byakko depois de confirmada a segurança da mesma.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

O conto de Slave "O grande"

Por Salitas K. Grievam - o bardo Meio-elfo.

Eu tinha apenas oito anos quando meu pai disse,-"Você já é um homem.", e mandou-me obedecer as ordens daquele senhor,pra que meus irmãos e irmãs tivessem uma chance de chegar a minha idade.As coisas estavam difíceis e meu pai e eu trabalhávamos todos os dias pra recebermos o suficiente pra alimentar duas pessoas, pena minha família ser formada por sete.Meus irmãos são pequenos e merecem uma chance, quem sabe um deles consegue se tornar um comerciante de sucesso, ou até mesmo, participar das missas em dias "santos", seria uma honra.
Meus dias não foram fáceis, suei, sofri, corri, lustrei, aprendi, apanhei. pode parecer mentira, mas essas palavras faziam parte do meu cotidiano. Meu "senhor" era um bom homem, corruptível como qualquer outro, mas um bom homem. Depois que as terras que ficavam ao sudoeste de Mégalos perderam espaço em estratégia política, muitos títulos da nobreza foram retirados, fazendo com que alguns nobres cometessem até suicídio. Meu "senhor" então, começou a agir de forma estranha, comparado a outros cavaleiros da ordem.
Em primeiro lugar, ele ensinava os filhos de nobres a lutar e ganhava muitas moedas, que não iam pro templo. Segundo começou a pegar rotas alternativas longe das rotas comerciais e evitava falar com os chefes da milícia local. Em terceiro passei a ser castigado com uma freqüência maior e dessa vez por coisas que não tinha feito, como roubo, dividas de jogos, insultos a nobreza e até mesmo por roubar a pureza de garotas que sequer vi o rosto. Acontecia com muita freqüência, e não importava o tamanho da cidade, sempre sobrava pra mim.
Uma coisa aprendi e é que um cavaleiro não gosta que mexam em seus tesouros, pois são santificados, há quem diga que foram santificados pelo próprio "Papa". E são eles: o escudo, a espada, a sacola com doações ao santo senhor Jesus e o cavalo.
A minha vida era obedece-lo pra que meus irmãos sobrevivessem. Limpeza, disciplina e silêncio era o que ele exigia de mim.-"Slave. Sele meu cavalo, temos que partir ago...", tentou dizer com todo aquele sotaque nortista, mas não chegou a terminar a sentença. Uma flecha acertou-lhe a garganta, fiquei paralisado olhando-o gorgolejar por socorro ou por Deus, talvez. Então percebi que por mais santo que seja o título que o homem tem, ele morreu ali, deitado sobre seu escudo, com a espada na bainha, tentando alcançar a sacola de doações do santo senhor Jesus, enfiando a cara na merda de seu cavalo.Dei graças por ser um escravo e não ter tesouro algum, mas agora sou um homem livre, e a liberdade é o meu maior tesouro, e tenho que fazer o meu melhor, pois no fim, os tesouros de sua vida estarão lá em seu julgamento final e serão eles a platéia e o próprio carrasco.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Arson

Nascido e criado nos territórios nômades, teve uma vida dificil.
No inicio sua aldeia passava por grandes dificuldades, pois os territórios nômades estavam cada vez mais selvagem e a comida cada vez mais escassa. Neste momento Arkram pai de Arson e lider da aldeia decidiu empunhar suas espadas em prol da sobrevivência. Começaram fazendo pequenos saques pelas terras Megalanas. Nessa época Arson tinha apenas 10 anos e já empunhava espadas, fazendo parte de todos os saques.
Os saques se tornaram cada vez maiores, e o gosto pelos espolios aumentava ainda mais.
Ao passar o tempo, sua vila cresceu conforme alguns nômades se juntava a ela indo em busca da reputação e da fartura que havia na vila.
Os tempos bons haviam chegado, mas Arson discodava disso.
Ao questionar seu pai sobre como eles estavam agindo, Arson foi brutalmente espancado.
O ódio cresceu dentro de Arson e ele abandonou sua vila.
Vagando pelos Territórios Nômades e surpreendentemente sobrevivendo sozinho naquelas terras gélidas, Arson chegou a ter contato com outras aldeias e acabou vendo o mesmo acontecer sempre.
Os Nômades haviam se tornado covardes.

"Os Nômades se tornaram as criaturas mais mediocres de todas.Onde está a honra em matar cruelmente velhos e crianças? Onde está a glória nisso?"
-Arson.

Arson não foi aceito em nenhuma vila, pois ele ficou conhecido como desertor.

Quando estava decidido a abandonar aquelas terras uma coisa aconteceu.

O mundo estava temendo diante da ameaça de Caithness e perante a isso, um homem se levantou para domar a besta chamada Territórios Nômades a força.Este homem se chamava Fasnar e junto com Boriah Astaroth eles domaram os Territórios Nômades e fizeram dele uma nação.
Arson adimirava Fasnar como um exemplo a ser seguido e juntou suas espadas a força dele.
Os exécitos se formaram. Caithness com seu exército de mortos estava prestes a atacar, e os Territórios Nômades sob o comando de Fasnar junto com as forças de Megalos foram conter aquele flagelo.

Eis que não houve um choque de escudos.

Os exércitos pararam para ver apenas uma luta: Fasnar contra Yurloff. A rixa de sangue estava para ser decidida. Mas aquilo foi lamentável. Fasnar impelido de toda glória estava perdendo feio. O ímpeto de fasnar foi sumindo. Mas aquilo era aceitável. Apesar do choque, aquilo seria uma boa morte. Todos se lembrariam dele como um herói.Mas a glória havia abandonado Fasnar. No momento em que ele deveria aceitar uma morte digna, ele fraquejou e mandou seu exército atacar. O exército atacou, Arson mesmo atacou, mas aquilo fora frustrante. Naquele momento nenhum nômade senntia o calor da batalha. Não havia nenhum ímpeto naquele exército. E para piorar Mégalos os abandonou no maior momento.

O exército fora massacrado.
Por algum motivo inexplicável tudo acabara. Os mortos sumiram e Caithness retirou seus exércitos.Os nômades que sobreviveram voltaram para os Territórios Nômades.

Arson vira seu herói se tornar um fracasso.

Vira também que não havia nada para ele nos Territórios Nômades.

E seguiu seu caminho sem rumo.

Os Nômades não eram mais as pessoas que Arson adimirara em sua infância.Os Deuses haviam abandonado aquele povo.

Thor sentiria vergonha deles.

Arson também.

"Um dia retornarei aquelas terras maravilhosas e ressucitarei o Espírito Nórdico em todos os nômades. Com minhas espadas os conquistarei e com glória forjarei uma alma forte para cada nômade."

Arson.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

O Cigano

Ao abrir os olhos, ele não sabe onde está. Não sabe quem é. Está ferido, suas roupas em farrapos. Pelas vestimentas, é um cigano. O seu único bem: uma lança de qualidade surpreendente e origem desconhecida. O que sabe fazer: viver bem em qualquer terreno natural... e lutar!
Trabalhando ora como ranger ora como mercenário, tenta descobrir quem é, de onde vem, como perdeu a memória. Vem e vai de maneira aleatória, vagando pelo mundo, aparecendo pelo caminho de grupos aventureiros, quando temporariamente estão seguindo o mesmo caminho.

Vladmirr Ptien

Filho de Stoichkov Ptien, um guerreiro de Arton que chegou a Yrth através de um dos portais do cataclisma, Stoichkov cresceu amigo do campo de batalha. Dono de uma grande confiança em si mesmo, apenas suplantada por seu senso de dever para com seus amigos, foi companheiro de aventuras de Aoshi, Steve Taylor e Kevin McPerson, fato curioso do destino, pois os pais de Kevin e Vladmirr também fizeram parte do mesmo grupo, sendo ambos oriundos de Arton.
Guerreiro de espada, lança e artes marciais, pagava em prata para não entrar em batalha, e em ouro para não sair!
Este grupo tem grande importância, pois foram os primeiros a presenciar em Yrth a presença da Deusa da Vida, lutando por ela uma grande batalha. Foi nesta batalha que Vladmirr viu de tão perto a morte que chegou a sentir seu hálito, pois sua fé em si mesmo, maior que sua crença em qualquer deus, o impediu de utilizar a arma sagrada com a qual fora presenteado pela Deusa da Vida, preferindo sua própria lança, herança de seu pai, arma que nunca abandonara e que fez questão de lavar no sangue do dragão que o enviou à viagem quase sem volta para o mundo desconhecido dos mortos. Por fim o grupo saiu vitorioso deste que foi, com certeza, um de seus maiores desafios. Vladmirr, apesar disso, morrera em batalha. A Deusa, porém, intercedeu por ele junto a seu irmão e amante, o Deus da Morte, trazendo-o de volta a vida. Um alto custo, porém, foi cobrado por sua arrogância. Ele carregava a partir de então, duas maldições: jamais pode estar junto de seus amigos novamente; e ser para sempre o guardião da Lança da Ressureição, nome que sua lança ganhára após a batalha contra o dragão.
Ele vaga pelo mundo incansávelmente, tentando evitar que a Lança seja encontrada.Seu paradeiro atual é desconhecido.

Elbiron Thuoderen

Criado em um extinto vilarejo élfico, localizado onde antes fora parte da grande floresta,Elbiron foi educado com as artes da magia desde criança. Seu vilarejo vivia em paz com os humanos, que também tiravam seu sustento da Grande Floresta.
Contudo, o destino tinha planos diferentes para a vida do jovem elfo. Seu vilarejo foi devastado pelos humanos que habitavam regiões vizinhas. Como os humanos sabiam que não eram suficientemente poderosos para enfrentar os elfos, decidiram atingi-los em seu ponto frágil: a fé na palavra e no caráter das pessoas. Os humanos atacaram inesperadamente o vilarejo, e os primeiros elfos a morrerem foram justamente os que mantinham relacionamento mais próximo com os humanos.
Elbiron conseguiu fugir, e se viu obrigado a caminhar sem rumo, sujeito a sua própria sorte. Passou a se sustentar com pequenos furtos que, conforme adquiria amadurecimento, tornavam-se maiores e eventualmente mais sanguinários. Ao final de sua adolescência, conheceu um pequeno grupo de elfos que defendiam uma ideologia. Elbiron, que nunca havia questionado muito sobre suas crenças,notou que seus sentimentos falam em uníssono com a ideologia destes elfos: a existência dos humanos representa uma desgraça para o eterno.
Elbiron se fortaleceu com este grupo, aprimorando suas rústicas habilidades de combate adquirida nas ruas, ao mesmo tempo que voltou a estudar magia e as civilizações que o cercavam.
Foi ao longo deste período que Elbiron conheceu Corelon, o mago-guerreiro mais poderoso do círculo élfico. Corelon logo reconheceu o potencial de Elbiron, que ao longo dos anos tornou-se seu braço direito e amigo nas horas dificeis.
Continua no próximo Epsódio..

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Kéfren D'Utafle

Kéfren D'Utafle, o bardo matador de dragões. Não apenas por sua habilidade com a lança, que atendia por esta mesma alcunha, mas pelo fio de sua língua, que conhecia as maiores histórias sobre os embates entre tais seres, tão poderosos e respeitados,e os grandes heróis.
Sonhava com a aventura desde criança, ouvindo as histórias de ninar que sua mãe lhe contava. Já pqueno sabia chamar a tenção do público para estas mesmas histórias, tornando-as verdadeirs relatos épicos quando se apresentava em seu pequeno povaodo. Quando mais velho, seguiu por um tempo a carreira de seu pai, um caixeiro viajante. Mas ele queria mais - ele queria ser um herói digno de ter sua história contada, assim como ele contava tantas histórias. Foi quando resolveu viajar pelo mundo, procurando sempre pelas mais gloriosas aventuras que pudesse encontrar. Aprendeu a arte da música e a arte da guerra, e mostrou-se perito em ambas.
Amaldiçoado por um crânio de origem desconhecida, morreu trágica e silenciosamente ao lado do grande mago Todd McPerson e do poderoso guerreiro Bruck, ao enfrentar a maldição e destruir o crânio, destruindo assim a própria maldição, de modo que ninguém mais fosse levado por ela.

Tyr Mitrion

Tyr Mitrion o guerreiro imortal a bordo de seu navio Valkiria Negra é o pirata mais temido de toda Ytarria.
Nascido em uma pequena vila na Grande Floresta, teve sua família e amigos mortos cruelmente por um exército de monstros, evocados por um mago poderoso que queria encontrar as partes de uma armadura mística que o tornaria imortal.
Tyr vagou por toda ytarria, mas em todos os locais que passou, este exército acabou com todos, e ele sempre sobreviveu.
Mesmo com todo este fardo, Tyr sempre conseguiu manter um sorriso no rosto.
Decidido a nunca mais ficar em um único lugar, Tyr virou mercenário junto com Elbiron um elfo e Fasnar um ex-escravo nômade.
Juntos tomaram um navio de madeira negra de um grupo de piratas e mortos vivos ao qual nomeram de Valquiria Negra.
Mal sabiam eles que este era um navio amaldioçoado.
Fasnar se foi para conquistar os Teritórios Nômades.
Elbiron foi para Caithness e lá se tornou o Príncipe Negro.
E Tyr encontrou seu lar no mar a bordo Valkiria Negra.
Seu lar, Sua Maldição.
Em meio a várias aventuras Tyr enfrentou a morte diversas vezes, e mesmo que algumas vezes tenha morrido, ele voltou a vida por algum motivo, de modo que nome se tornou temido, assim como sua tripulação, assim como a Valkiria Negra.
O exército que assolou sua vida: foi destruido junto com metade da cidade de Azer.
Seus inimigos: os que sobreviveram foram consumidos pelo medo.
Hoje, ver um navio de madeira negra, significa que o guerreiro imortal, veio levar sua vida e se alimentar de sua alma.

Kevin McPerson

Kevin McPerson certamente está entre os magos vivos mais poderosos de toda Ytarria. Elfo, foi abandonado por seus pais próximo as margens de um rio, onde foi acolhido por um humano, denominado Todd Mcperson - um mago oriundo de uma terra desconhecida, chamada de Arton. Kevin adquiriu a base dos conhecimentos mágicos com seu pai, ao crescer foi compelido a viajar pelo mundo para adquirir sabedoria.
Nesse período, conheceu Steve Taylor, Aoshi e Vladmirr Ptien, um guerreiro, um samurai e um ranger, respectivamente. O grupo se tornou forte e desde então eles têm constantemente se envolvido (querendo ou não) na diplomácia dos reinos, desequilibrando regras e reescrevendo as páginas da história.
Atualmente o paredeiro do grupo é desconhecido. E enquanto diversos temores de novas guerras, divisões de territórios e traições surgem por todo o continente, espera-se que este grupo interceda pela paz.