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terça-feira, 19 de abril de 2011

As Crônicas dos Deuses

           Os primeiros capítulos, até onde chegaram nossas conversas até agora. Lá no meu apartamento provamos que ainda é possível fazer um panteão de todos, a conversa rendeu muito, várias idéias foram discutidas e aperfeiçoadas num verdadeiro trabalho em conjunto. Espero que continuemos criando, apesar de muitos terem "brochado"...

           Essas crônicas são o resultado daquela conversa e de outras que fui tendo com cada um, esporadicamente, E são prova mais do que concreta de que algo está realmente nascendo, deuses antigos estão realmente despertando!







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PRÓLOGO – O BAILE DOS INOMINÁVEIS


           O baile transcorria muito animado. Mal uma música se acabava e uma nova crescia entre os instrumentistas que, contagiados pela animação, eram incansáveis. O salão rodava aos pés dos dançarinos que, embriagados de prazeres sem fim, gargalhavam e dançavam e eram a expressão da pura felicidade. Não faltava comida ou bebida, e grandes poetas gritavam as palavras ideais em ritmos teatrais, harmoniosos com a música e a dança e toda a perfeição reinante no lugar. Seus poemas eram as crônicas de universos inteiros e, enquanto recitavam, nos pés dos que pareciam levitar pelo salão e nos acordes que pairavam no ar, estas histórias ganhavam vida. Reflexo do Caos, tudo era improviso, um poeta se entrecruzava aos outros, e assim a poesia tomava forma.
           A energia saía daquele salão e criava, ao seu redor, aqueles universos, aquelas histórias, aqueles poemas. A cada rodopio de passos leves e precisos, a cada toque melodioso da orquestra, era visível a bela e poderosa energia, tornando a existência possível durante aquela música.
           Seguindo o que apenas acontecia, criavam estes seres de perfeição as crônicas das vidas de deuses, durando até o próximo ponto final. 





CAPÍTULO 1 – UM RETORNO E UMA IDÉIA


E eram nascidos doze deuses,
Doze deuses conservadores,
Temerosos de seus pais;
Filhos de grandes poderes,
De criadores e destruidores,
Doze deuses imortais;
(...)

           – Meus irmãos, trago notícias!
           A mesa farta aguardava o último dos doze irmão, Viatge, o Viajante. Sempre vestido em sua loriga de couro e com a mochila nas costas, cujo interior era muito maior do que o exterior, chegava com um largo sorriso por trás da vasta barba que carregam os que estão sempre preparados para qualquer clima. Apresentava-se alto, mas não tão largo, e seus olhos faiscavam conhecimentos além do alcance de seus irmãos. O grande artista Aris havia decorado o mundo com imagens do mais novo livro de seu irmão que, emprestando-lhe o dom das artes, havia feito. O trato era sempre o mesmo, Aris emprestava seu dom ao irmão e, em troca, conhecia antes de todos os outros irmãos, e com muito mais pormenores, as histórias das viagens de Viatge. Juntos, tinham já uma grande coleção de livros, com as histórias de vários outros mundos. Agora Viatge tomava seu lugar à mesa, enquanto Aris se levantava e começava a encenar uma peça contando as tais novidades.
           Estavam já sentados à mesa Ut Mile, o Cavaleiro, Deus cego da Ordem, principal responsável por manter o Caos, a energia bruta das possibilidades, contida de modo a não haver a criação e a destruição desgovernadas ao redor do mundo. Imenso em todos os sentidos, musculoso e empertigado, sempre sério, a postura orgulhosa como se visse a alma de tudo e todos apesar de seu elmo fechado, que lhe cegava os olhos para abrir sua mente à verdadeira justiça. Natus, Deusa da Existência, indescritivelmente bela, ao mesmo tempo dona do plantio que mantém o mundo e ela mesma o próprio mundo. Mortíferis, Deus da Transformação, consorte de Natus e ceifador de seu plantio, conhecedor dos momentos de todas as mudanças. Morbirus, o belo e galante Deus dos Prazeres e dos Desejos, sua roupa sempre impecável, nenhum fio de cabelo fora do lugar, a pele vermelha como o fogo que lhe arde por dentro, um eterno festeiro e distribuidor de alegrias sem fim. Dolores, Deusa do Medo e da Dor, a sempre deprimida gêmea de Morbirus, com os olhos mareados e a face exprimindo o eterno desespero, responsável pela parcimônia de Morbirus, para desgosto de ambos. Condita, Deusa da Paz, mulher bem feita de olhos brancos e voz melodiosa, capaz de parar guerras com apenas um gesto, espalhando sempre harmonia ao seu redor. Telum, o Artesão, Deus da Força, sua baixa estatura compensada por sua longa barba e seus músculos plenos, ideais. Orgulhoso do templo que erguera para a reunião e das armas portadas por cada um de seus irmãos, suas criações mais amadas. Vis, a Destruidora, Deusa da Guerra, ao mesmo tempo melhor amiga de Telum e pior inimiga, por dar utilidade a suas armas, porém à custa da destruição de toda outra criação. Temeris, aquela que nunca desiste, Deusa da Coragem, mulher teimosa e geniosa, de cabelos ruivos e olhar quase amedrontador. E Stultus, o Ilusionista, Deus da Magia, de corpo esguio e mente ágil, seu único olho inquieto a se mover por toda a face, o mais novo dos deuses, e também o mais aberto, sempre buscando maneiras de interagir com seus irmãos, de fazer parte do todo.
           Desta vez, porém, Viatge estava mais inquieto, mais impaciente. Sequer esperou que seu irmão terminasse sua apresentação, falando logo a todos sobre o que vira no mundo que havia visitado:
           – Eles criam, irmãos. Assim como fomos criados, eles criam também. Criam raças com potencialidades, com possibilidades. Nosso mundo é parado, não fazemos nada que não ficarmos uns entre os outros, e nada acontece, nada se move. Mortíferis, meu irmão, não têm feito bem o seu trabalho! Morbirus, onde está desejo de novidades? Natus, o que há com seu ventre, que apenas mantém e nunca cria?
           – Meu irmão, estamos bem assim, nesta vida simples e boa. Temos todo um mundo apenas para o nosso deleite, não há mais o que desejar! - Era Morbirus, falando entre um gole duma bebida com sabor de gargalhadas e um pedaço quente dum bolo de abraços fraternais.
           – Eu gosto da criação - falava Aris, sentando-se à mesa com os irmãos. Seu corpo ágil movendo-se ligeiro e leve, suas roupas coloridas e o chapéu de três pontas emprestando ainda mais beleza à mesa, enquanto os guizos do chapéu soavam melodias que apenas um Deus das Artes poderia realmente criar.
           – Não posso negar minha vontade, - Natus falava desta vez - mas tenho um certo receio com relação a isso, como uma voz no fundo da minha mente gritando um alerta que não consigo entender. Não sei no que isso resultaria... mas podemos considerar a idéia.
           A partir de então começou a algazarra. A Deusa da Existência havia aberto uma brecha, havia concordado, e sua opinião era muito importante para os demais. Ainda assim, os ânimos se exaltavam tanto pela idéia quanto pelo desacordo entre os deuses.
           Apenas Morbirus permanecia calado. Somente observava. Com seu grande olho, observava. 





CAPÍTULO 2 – RAIZES


Sem razão para a existência,
Sem grandes transformações,
Na criação apenas se pensa,
Por trás muitas maquinações,
Idéias a muito nascidas,
No seio das grandes paixões;
(...)

           Os irmãos estavam dispersos, cada um focado em seus afazeres ou em suas diversões. Haviam cessado as discussões por enquanto, cada um organizando sua mente. Natus e Mortíferis dançavam sua eterna dança, florescendo e ceifando e tornando a florescer para novamente ceifar. Nunca poderiam realmente se tocar, a proibição vinha de um algo maior em suas mentes, como o eco de consciências acima do alcance de seu entendimento, que lhes dizia que muito aconteceria se houvesse na existência alguma transformação. Era, porém, difícil se controlar, e depois da discussão, ambos se olhavam com outros ares. Com certeza eram os mais afetados pelo tema, os cônjuges que jamais consumariam seu casamento.
           Aris e Stultus visitavam a oficina de Telum, os três eram grandes representações da força criativa e, inconscientemente, conversando apenas com seus olhares, começaram a fazer pequenos bonecos, Telum dando-lhes substância, Aris moldando-lhes as formas e Stultus batizando-os com a própria criação, a magia. Quando se deram conta, destruíram seu trabalho, receosos do que poderiam fazer seus irmãos se soubessem que os três se adiantaram à reunião seguinte, em que votariam por criar ou não. Aris, no entanto, guardara dois bonecos em um de seus muitos bolsos. Gostaria de tê-los mostrado a Viatge, que ele sabia ter a mente mais aberta, que era tão sábio, mas o irmão viajava novamente, pesquisando outros mundos, pesquisando criações.
           Numa cratera que doía em Natus, Vis sentia os músculos tremerem ansiosos. Dolores, em sua caverna, escondida de todos, sentia os sentimentos da irmã. Sentia a ansiedade de Vis por causar dor, por destruir.
           Ut Mile não conversava com ninguém, não se aproximava de ninguém. O que quer que pensasse sobre o assunto, não diria antes da hora marcada para isso.
           Condita também era sentida por Dolores, mas era uma sensação diferente. Condita tinha medo. Sabia muito bem que dificilmente haveria paz nesta tal criação. Temeris tentava lhe encorajar, usava discursos grandiosos e gestos incontidos, tentando mostrar à irmã as possibilidades. Não sabia exatamente por que fazia aquilo, mas havia começado e não mudaria de idéia por nada.
           Com seu olho que apenas sabia desejar, Morbirus tinha seus planos, que não se revelariam antes da certeza de realização. A muito que esperava por uma reunião como aquela, e agora, com os ânimos exaltados, tinha espaço para o quê a muito pensava fazer. E, principalmente, tinha Vis e Condita a ocuparem sua irmã gêmea.


 

Continua...



quinta-feira, 24 de março de 2011

Cosmogênese

AS ESSÊNCIAS PRIMORDIAIS

A origem do cosmos e tudo que nele existe se deu apartir de duas famílias de essências primordiais absolutas: "Omnes" (Existência Absoluta) e "Nihil" (Nada absoluto). Omnes manipulava a matéria física, a substância primordial enquanto Nihil o pensamento, o desejo, a vontade. Nesse ponto eram consideradas as essências da perfeição. O perfeito "bem" e o perfeito "mal". Instintivamente criaram o limbo sob a qual pairavam por milênios isoladamente. Não conheciam uma a outra, mas Nihil desejava de tal forma sua existência física que sua vontade a guiou até Omnes. Quando ambos se encontraram meio ao limbo, formaram o primeiro "Deum" (deus), um dos criadores primordiais que dariam início ao cosmos. Outros cinco criadores primordiais se formaram no encontro das demais essências e a este grupo denominou-se Princípio "Di" (deuses).


CRIADORES PRIMORDIAIS

Conhecidos como Deum, são formados pelas essências Omnes e Nihil que de acordo com sua combinação estrutural diferem-se entre personalidade e atribuições. O Principio Di é formado pelos seis Deum que deram origem ao cosmos, o universo e tudo que nele há. Porém durante o processo de criação, perceberam que era sempre necessário transformar, destruir ou recriar algo em prol a evolução do universo. Desde então, dividiram suas funções entre criadores e destruidores tornando possível a evolução da matéria e criando um ciclo de inicio e fim que sempre se renova.


DEUSES CRIADORES

Os três "Deum" que possuem uma combinação estrutural de Omnes mais elevada, dando-lhes maior controle da matéria. Vivem em harmonia com seus irmãos destruidores criando e recriando o universo.


DEUSES DESTRUIDORES

Os três "Deum" que possuem uma combinação estrutural de Nihil mais elevada, dando-lhes maior controle das faculdades mentais e sentimentais. A Sabedoria desses deuses determina o fim de tudo que fora criado para um novo começo seguindo os preceitos evolutivos de todo Princípio Di.


DEUSES CONSERVADORES

Filhos dos deuses criadores e destruidores. Recebem de seus pais a obrigação de cuidar dos mundos criados até que seus pais destruidores despertem e iniciem um novo ciclo. Cada planeta possui os seus conservadores, o seu panteão, as suas crenças. Foi terminantemente proibido por seus pais a intromissão em mundos de outros conservadores, limitando-os a conservar apenas o que lhe fora dado por herança. Possuem personalidades e atribuições variadas, que muitas vezes ocasionam em conflitos e maior semelhança à "natureza humana" que em breve será criada.

Os 12 Deuses Conservadores

1. Natus, a Semeadora - Deusa da Vida

"A vida é maravilhosa se não se tem medo dela." (autor desconhecido)

Descrição: Uma consciencia de tudo o que é vivo, fauna, flora, vilarejos, tribos. a grande mãe de todas as raças, o planeta em si. É o planeta Ytarria.

A Deusa Natus e seu marido Mortiferis são os Deuses mais velhos dentre os Conservadores, são como forças absolutas da natureza.






2. Mortiferis, o Ceifador - Deus da Morte


"Se a morte fosse um bem, os deuses não seriam imortais." (autor desconhecido)

Descrição: A morte suprema, aquela que vai levar até mesmo os deuses.A morte, a passagem e o próprio portal para todos os planos.
mede em torno de 2,5m de altura e não se sabe o seu peso, e pode se apresentar maior caso queira.Quem o olha enxerga um manto muito comprido e apenas a escuridão em seu interior.Ao lado direito vemos apenas a longa lamina que faz parte de seu corpo, para que não esqueça o trabalho que lhe foi imposto.



3. Moror, o Anfitrião (Deus da Fartura)

"Enquanto existir alguem que não tenha saboreado a delícia e a doçura dos prazeres mais intimos, não descansarei. Vamos
onde está o vinho?"

Descrição: Medindo quase 2 metros e pesando mais de 300kg de pura preguiça, adicionando banquetes e festas regadas a orgias, sempre com muito ouro e pedras preciosas, esbanjando alegria e diversão.Ele é nada mais de toda representação de fartura, sendo ela comida, riqueza ou sentimental.



4. Morbi, o Mendigo - Deus da Fome

"O Conforto, a amizade e a gratidão nada podem contra a ambição." (nossa)

Descrição: O desejo, a ambição, a vontade, a fome, a peste, a escassez. Mendigo dos deuses como é chamado não só se prende as coisas mundanas como também não se satisfaz ao conquista-las. Na maior parte do tempo esbanja infecção e mau cheiro putrido de urina em lugares que habita. Geralmente é escurraçado e expulso das reuniões por não apresentar bons modos. É a pura inveja. Mede por volta de 1,60 m de altura e pesa uns 30kg, sua pele é aspera como a terra seca, não possui boca e seu estômago fora retirado quando separou-se de seu irmao siames Moror. Se alimenta da inveja com seu único e grande olho ambicioso.




5. Felix Fortuna, o Apostador - Deus do Caos

"Caos é o acaso, a não exatidão, é o nome que se dá a qualquer ordem que causa confusão em nossas mentes. Aquele que acredita que os deuses não jogam dados com o universo, não deve saber que eu existo."

Descrição: O acaso, a sorte, o azar, o apostador do mundo dos deuses, o jogador. vestido com mantos seu físico é uma variedade de formas fazendo dele a cada instante maior ou menor de acordo com seu jeito de olhar, ele é uma variação desmedida de inconsequencias e irresponsabilidades. Com o rosto limpo e malandro, a sagacidade e a percepção são suas armas valiosas, sua lingua traiçoeira e agil faz com que seja ardiloso e eficiente. os olhos pequenos e sem emoção junto com um bigode dão a impresão de seu rosto não passar emoção alguma. sempre com cartas e dados costuma a apostar em tudo que ve, e geralmente ganha.






6. Ut Mile, o Cavaleiro - Deus da Ordem

"Se são boas só por temerem o castigo e almejarem uma recompensa, então realmente não fazem parte desse mundo."

Descrição: Existe uma ordem a ser lembrada e existe algo a ser protegido nesse mundo, naverdae, é uma dádiva a todos aqueles que obtem do planeta a sua vida. Justiça. O juiz dos Deuses, a Honra, o cavaleiro. Valoriza o combate justo, e defende que na terra, só deveria existir as raças primárias da criação. Mais não seria justo com Os parasitas desse mundo, uma intervençaõ divina, eles não tiveram culpa de ter vindo pra cá. 1,85 m, rosto firme e queixo forte, sempre vestido em sua armadura impecável e seu elmo "cego" que o faz justo em suas decisões.





7. Deus da Solidão

"Minha alma tem o peso da luz. Tem o peso da música. Tem o peso da palavra nunca dita, prestes quem sabe a ser dita. Tem o peso de uma lembrança. Tem o peso de uma saudade. Tem o peso de um olhar. Pesa como pesa uma ausência. E a lágrima que não se chorou. Tem o imaterial peso da solidão no meio de outros."(Clarice Lispector)

Descrição: Antes o bardo dos deuses. Hoje apenas um deus banido que viaja pelo mundo em um barco pequeno, sem nunca poder tocar terra firme. sua forma é humanóide mas ninguem sabe ao certo sua aparencia física pois uma névoa envolve todo aquele que chega perto de sua prisão como um convite eterno para a mesma sentença.





8. A Meretriz - Deusa do Amor

"Amar os outros é a única salvação individual que conheço: ninguém estará perdido se der amor e às vezes receber amor em troca." (Clarice Lispector)

Descrição: Uma elfa jovem e bonita cheia de jóias com o corpo coberto com lenços transparentes, medindo cerca de 1,60m e pesando 50kg bem distribuidos em suas curvas insinuantes, a voz doce como o chocolate e as pele macia, o olhar delicado e recatado trazem um ar de gentileza e satisfação. A beleza, o amor e a fertilidade são suas essencias, que não mede esforços para que sejam reconhecidos em toda Ytarria.



9. Telum, o Ferreiro - Deus da Força

"Não há nada que me de mais prazer do que fazer uma arma perfeita, e não há nada que me deixe mais irritado do que uma arma sem utilidade. Todo o trabalho que se tem na forja para que as armas fiquem como decoração? O fio da espada se da com muito suor e marteladas, e uma arma que não atinge seu objetivo é uma arma sem alma e essa não é digna de entrar no paraíso."

Descrição: Um anão cheio de cicatrizes e queimaduras com os cabelos com tranças molhados de suor. sua barba cheia e longa dão ao rosto um ar pesado e velho, seus músculos são o vigor físico perfeito.Força, resistencia, saude. Ele representa todas essas essencias com louvor.O ferreiro dos deuses, faz suas armas e armaduras, e tambem seria como o contrutor de castelos e casas dos deuses.



10. Stultus, o Ilusionista - Deus da Magia

"Quando você quer alguma coisa,todo o Universo conspira para que você realize o seu desejo" (alquimista -paulo coelho)

Descrição: Com o corpo esguio e ágil, mede aproximadamente 1,75 m de altura, pesa o equivalente a 60kg. Se move com clareza e tem boa postura,sabe se posicionar na frente de todos e fazer discursos. Sua astúcia e sagacidade, faz com que seja invejado pelos mais velhos e suas idéias são taxadas como sonhos juvenis



11. Vis, a Destruidora - Deusa da Guerra

"O essencial da guerra é a destruição, não necessariamente de vidas humanas, mas de produtos do trabalho humano. A guerra é um meio de despedaçar, libertar materiais que de outra forma teriam de ser usados para tornar as massas demasiado confortáveis e, portanto, com o passar do tempo, inteligentes."( Autor desconhecido)

Descrição: A violência, a selvageria, o ferimento, a própria dor. Em essência de tudo que causa destruição, se apegou naquilo que traz mais sofrimento, morte e desumanidade, a própria guerra.Aparenta ser uma mulher de aproximadamente 23 anos de idade, com o corpo bem torneado e distribuido, usa trapos que lhe cobrem as partes intimas junto com bandagens. mede por volta de 1,65m de altura e pesa 50 kg mais a destruição que caus ao pisar parece ser feito por alguem que pesa 3 toneladas.



4. Bruno, o Analista de Sistemas - Deusa da Paz

"Não existe um Caminho para a PAZ. A PAZ é o Caminho" (autor desconhecido)

Descrição: A paz em si, a diplomacia, os acordos, a advogada de todas as almas. a segunda chance para todos começa dela.(pelo menos é o que imaginamos, mas foi o bruno que a criou)


Apêndice I

O Apêndice irá conter as criaturas, deuses menores, semi-deuses e afins que surgirem durante a criação das histórias, crônicas, contos e relações entre os deuses (Panteão - Etapa II). Lembrando que se torna oficial apenas quando for aprovado pela maioria através de votação. Porém, quando a segunda etapa do Panteão estiver concluída, deixaremos livre o Apêndice para a inclusão de seres criados pelos mestres durante suas aventuras sem necessitar de aprovação. Todos de acordo?


TRÍADE (acorde de 3 notas. Do latim Trínitas)

Se trata de três irmãs siamesas concebidas pela deusa Natus (deusa da Vida) e Mortiferis (deus da Morte). O nascimento dessa criatura divina trouxe ao mundo o Tempo que outrora não existia e consigo a mortalidade de todos os deuses. Ela guarda os segredos do destino relatando o futuro, presente e passado decididos por seus pais. Para protege-la de seus irmãos que pretendiam mata-la (mais detalhes na Etapa II do Panteão), sua mãe decide mantê-la em seu útero, lugar mais inacessível e obscuro de Yrty, retardando seu nascimento e fazendo dali o seu lugar de vivência em plena geração. Porém essa proteção lhe concedeu uma má formação e consequentemente uma aparência bizarra e temida. Assemelha-se à um obelisco ou árvore de três faces que possui milhares de braços, olhos, bocas e ouvidos. Seu nome deriva da forma com que relatam o destino. A face do futuro compõe em pergaminhos os versos da vida, a música do destino. A face do presente recebe esses pergaminhos e os canta. Milhares de bocas entoando os versos do destino tornando-os realidade para todos. A face do passado possui apenas ouvidos e guarda em sua memória tudo que fora vivido pelos mortais.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Que cantem os bardos, pois o que fazemos, agora tem nome.

Num tempo em que criadores olhavam-se em espelhos, procurando um meio de tornar sua prole perfeita, seus irmãos os destruidores deram o primeiro passo.Os outros foram, entre seus semelhantes, concebidos, festejados, aceitos, mas ela não. Mais do que um desejo entre seus pais, uma essência que saiu-se do choque em meio a um turbilhão de imagens e gritos. Sem sorrisos, sem choros, apenas gritos gerados por sensações que matariam qualquer um de seus irmãos.Uma essência, de tudo aquilo que eram seus pais.Uma mulher de aproximadamente 23 anos, o corpo bem torneado com os cabelos pretos e longos o suficiente pra cobrir-lhe o rosto, trajada com bandagens e trapos cobertos com pedaços de armaduras escoreadas em batalhas. Em cada um de seus seis braços, traz consigo uma arma sendo elas: um machado, uma espada, um martelo, um cajado, uma lança e um porrete. Nas costas um escudo de prata manchado com sangue e em seus pés, um descalço e chamuscado e o outro com um escarpim enegrecido pelo carvão.
Vis é conhecida entre os seus como a violência, selvageria, destruição, o corte, o ferimento, a dor. Será conhecida em Ytarria como Bellum a deusa da guerra.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

O Deus da Morte - Mortiferis

Assim como sua esposa deusa da Vida, ele faz parte do panteão de deuses Conservadores de Yrty, sendo eles os primeiros a serem criados e incubidos de estabelecer o ciclo do inicio e fim de toda a vida no planeta. Desde sua criação, obtiveram uma relação amorosa planejada por seus pais, deuses da Criação e Destruição com o intuito de estabelecerem uma sintonia sem igual. A relação amorosa entre eles é separada por suas funções, já que a deusa da vida é a única que habita em um plano físico, a própria Yrty, enquanto o deus da morte existe em um plano extraplanar ou sobrenatural junto com os outros deuses. Apesar dessa "distância", eles possuem um elo que não pode ser quebrado e o amor incondicional entre eles, faz de ambos os únicos deuses incorruptíveis. Dessa relação, nasceu uma criatura divina que jamais poderia ser alcançada pela morte (seu pai), nem mesmo por motivos fraternos. Sua mãe decide mantê-la em seu útero, lugar mais inacessível e obscuro de Yrty, retardando seu nascimento e fazendo dali o seu lugar de vivência em plena geração. Ela guarda os segredos do destino relatando o futuro, presente e passado decididos por seus pais.
Sendo assim, o Deus da morte rege o futuro e decide o fim de tudo que sua amada cria, tornando possível o ciclo da vida em prol do processo evolutivo ensinado por seus pais.

Seus adoradores são chamados de Ceifadores. Seu objetivo principal além de levar a verdade à toda criatura, é levar consigo a morte ou intervenção da mesma de acordo com a vontade de seu deus. Sendo assim, apesar do nome, sua missão também consiste em não permitir uma morte precoce em nome do equilíbrio da vida. Isso com certeza pode gerar uma onda de falsos clérigos que levam a morte justificando suas atitudes dizendo "é a vontade do deus da morte" (ja vi isso em algum lugar! rs).


Seus clérigos terão acesso às magias:
-necromânticas
-corpo e movimento
(quem entende de magia melhore isso aqui por favor! rs)

Além das magias de cura que são concedidas aos clérigos de qualquer deus.

A Deusa da Vida

A Deusa da vida junto com o Deus da Morte são os Deuses mais velhos dentre os Conservadores e ambos são neutros, ou seja, eles fazem seus papéis como forças absolutas da natureza e ambos têm um equilibrio entre si, e um amor intenso, ja que são um casal.
Como A Deusa da vida ela sabe da importância da morte e por causa do equilibrio inabalável que eles têm entre si, ela só aceita que a morte venha naturalmente, de acordo com o que seu marido fala.
Ambos têm noção que uma hora a vida em yrt irá acabar, como sem a vida ñ há a morte, eles estão fadados a um acabar com a vida do outro.
Como a Deusa da vida tem uma harmonia perfeita com seu amado, e seus poderes formam um ciclo perfeito, ela ñ aceita nada que não faça parte disto, portanto os avanços técnológicos são repudiados por ela.
A Deusa da vida rege toda a natureza, e é representada pelas forças da natureza.
Seus adoradores são todos druidas e os poderes concedidos a eles são das seguintes escolas de magias:
Agua
Terra
Ar
Animais
Plantas
Além das de cura que é concedida aos clérigos de qualquer Deus.
Os druidas da Deusa da Vida obrigatóriamente têm que ter proliferado sua espécie, e suas próles têm ser todas saudáveis e perfeitas.
Além disso os druidas têm q abdicar de toda riqueza material (Voto de pobreza), tudo o que utilizarem tem que vir da natureza ou de sua magia (Senso de dever com a natureza).