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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Os corvos de odin

Os corvos de odin são os detentores do conhecimento mágico nos territórios nômades. Eles são responsáveis por transmitir o dom que, pelo guau, odin sacrificou um olho para conquistar. Não é só uma escola de magia ritualistica. é uma seita! todas as crianças nascidas com o dom da magia são tomadas de seus pais ainda no berço, e doutrinadas para se tornarem soldados arcanos prontos para seguir as ordens de seus sumo- sacerdotes. Huginn e Muninn! E, assim como monges que dedicam suas vidas para se aprimoras nas artes religiosas e marciais, os corvos de odin levam uma vida de disciplina e estudo.Os corvos acreditam que aqueles que possuem o dom de odin devem herdar a terra. Servindo como conexão entre a natureza poderosa da magia e o homem. A magia é uma ferramenta que pode alterar a realidade ao bel prazer do operador, portanto aqueles que a manipulam tem esse direito inalienável. toda essa crença é embasada pela aprovação divina dada aos sumo-sacerdotes que recebem com titulo o nome dos corvos que voam na terra e servem como os olhos de odin.Os corvos são divididos em clans espacializados, como unidades de combate militar. Nas cavernas subterrâneas aonde moldaram seu império, eles tem uma divisão politica estratificada em níveis de conhecimento nas artes arcanas. Os sacerdotes são os acadêmicos, e estudão a magia como um todo. Os guerreiros são especialistas em magias de combate e luta corpo a corpo. Os espiões dominam a arte do movimento mágico e a obtenção de informações mágicas (eles são os responsáveis descobrir e capturar os novos corvos e por executar as missões de assassinato). Os artistas, responsáveis pela criação de itens mágicos e a expansão de suas cidades subterrâneas. E os druidas, cultivadores e senhores de feras. Essa hierarquia mostra como as funções de importância militar são priorizadas.Cada clan é, por sua vez, também dividido em níveis de maior especificidade Tudo com o objetivo de alcançar o maior nível de ordem e eficiência. Cada indivíduo traz tatuado em seu dorso os símbolos de seu clan e sua sub-divisão, dai o fato dos corvos andarem com o dorso nu. Guando o bebe é trazido para ordem é feito um ritual que decide o clan ao guau ele vai pertencer. depois disso ele se juntara a sua casa, um adolescente será escolhido como seu mentor e futuro professor e ele estará preso ao clan pelo resto de sua vida.Os corvos são proibidos ter relações afetivas com pessoas fora da seita (que por sua vez ñ faz discriminação entre gêneros). Porem, se a prole ñ possuir o dom da magia, ela deve ser abandonada a própria sorte. Mas os pais do infante desafortunado geralmente optam por entregalos a pais sem filhos. As vezes, aos pais de filhos raptados pelos próprios corvos. Numa forma de justiça as avessas.As funções dos membros ñ se restringe as atividades internas da seita. Os sacerdotes são os embaixadores que respondem aos outros povos dos territórios nômades. Abrindo os canais de comunicação entre outras tribos, firmando alianças e também servindo como arautos de guerra. De uma forma geral os corvos sempre foram a cola que mantinha o norte estável, a única força politica e militar em um mundo de povos e culturas heterogênicas.todas as tribos dos territórios nômades tem opiniões fortes sobre os corvos de odin. Desde temor, respeito e orgulho á o mais puro ódio.Em nenhum momento na história, os corvos estiveram tão perto de impor sua magocracia ditatorial do que ante da guerra dos mortos. Com a união de todas as tribos seria uma razão de tempo para eles imporem sua vontade.porem a força devastadora de Caithness adiou seus planos.Isso criou um sentimento de rancor muito forte para com esse povo. um sentimento que talves só venha a mudar se um dos lados for destruído.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

O Contos dos Einhenjarls

"Quandos gigantes descerem as montanhas e marcharem rumo à guerra,
Os Deuses convocarão seus Einhenjarls para dar início ao Ragnarok"


As planícies dos territórios nômades estavam mais selvagens do que nunca, como se sentissem a presença profana que
logo caminharia por elas. Fazia muito tempo que eles não pisavam nessas terras e a nostalgia flagelava seus corações
assim como aquele vento frio.Após navegarem por anos num navio amaldiçoado, após enfretarem bestas tempestuosas, após
derrotarem guerreiros imortais e até mesmo dragões, Fasnar e Boriah Astaroth finalmente estavam em casa.
Mas enganam-se se pensam que Fasnar e Boriah Astaroth regressaram para seus lares para viverem o resto de suas vidas.
Não.Vikings nunca abandonam o campo de batalha. Enquanto houvessem guerras a serem travadas esses guerreiros nunca parariam.
E com certeza ainda haviam muitas.
Um inimigo inimaginável se levantava no ocidente, e somente os melhores guerreiros do mundo poderiam enfrenta-lo e
Os territórios nômades era com certeza o lugar em que tais guerreiros viviam. Mas como vikings, eles estavam sempre em guerra,
muitas vezes uns com os outros. Fasnar e Boriah Astaroth sabiam que isso tinha que mudar, eles fariam isso do jeito que só mesmo
vikings sabiam fazer: fariam pelo poder da espada.
Perante a isso Fasnar e Boriah Astaroth adentraram as terras selvagens com o intuito de unir todos as tribos nômades em uma só.
Era certo que algumas tribos aderiaram a ideia de enfrentar Caithness em batalha, mas a maioria não foi assim.Os líderes das tribos
eram orgulhosos e dificilmente aceitavam que Caithness pudesse ser um perigo aos nômades.Mas esse era um risco que Fasnar e Boriah
não estavam dispostos a correr.No começo o combate singular era proposto.Pobres diabos. A perícia Fasnar e Boriah era grande demais.
Uma a uma as pequenas tribos foram sendo agregadas aos seus.

Assim nasceram os lobos do norte.
Os boatos percorerram os territórios nômades inteiros, e o nomes Fasnar e Boriah ficaram conhecidos.

Apartir deste ponto o combate singular dificilmente era aceito.Nestes casos, Boriah e Fasnar faziam questão de enfrentar a tribo toda sozinha.

Era incrível vê-los lutar.O Mangual de Boriah Astaroth fazia cabeças explodirem numa chuva de sangue e miolos. A espada de Fasnar amputava, trespassava,
e algumas vezes até dividia os inimigos em dois.
Uma a uma as tribos foram se unindo, ou se destacando: algumas tribos foram para Caithess em busca da imortalidade.

Mas ainda sim os territórios nômades estavam unidos, e assim os territórios nômades passaram a ser conhecidos como Midgard.

Mas um novo boato se espalha por toda Yrth: rezam as lendas de que muitos Gigantes têm descido as montanhas e se agregado a Caithness.Dizem que
um dos Grandes Comandantes das tropas de caithness é um gigante. E ainda mais, dizem que Caithness agora têm uma frota de navios, chamada Black Dragons
que é composta por navegantes mortos-vivos. Para Caithness ter acesso ao mar ela teria que ter dominado uma ou duas das grandes cidades de Mégalos,
mas dizem que o mais provável é que seu território crescera sobre as Orclands até alcançar o mar.

Após algum tempo é constatada a veracidade dos boatos, e Boriah e Fasnar tomam uma atitude desesperada.

É ordenada que em Midgard fosse construida uma fortaleza capaz de resistir a inexpugnável.

Enquanto a fortaleza era construida Fasnar e Boriah sobem as Montanhas de Bronze em busca dos Lendários Corvos de Odin, e até do auxílio de gigantes.

Os corvos de Odin são um clã de magos-guerreiros que vivem nas montanhas. Dizem as lendas que sempre que uma criança com o dom
da magia vai nascer, um deles desce as montanhas e toma a criança dos braços de seus pais, e nunca ninguem conseguiu impedi-los.

Pouco se sabe do que aconteceu nas montanhas mas após um ano quando todos ja consederavam Boriah e Fasnar mortos, estes regressam com os corvos de Odin acompanhados
de uma dezena de gigantes.

O choque é grande quando o povo nota que Fasnar voltou sem um braço, mas as festividades são grandes.

Fasnar e Boriah pouco aproveitam das festividades, e seus semblântes não era de alguém que está prestes a vencer.
Mas isso poucos perceberam.
Em meio as festividades alguns batedores são anunciados vindos de Caithness, com uma mensagem do Comandante Yurloff o Impiedoso, para Fasnar.

" Continuem com esta patética tentativa desesperada de fazer frente contra Caithness, pois em breve uma realidade chamada caithness cairá sobre vocês
e não há nada que possam fazer. Quando o momento da batalha chegar, Eu Yurloff O Impiedoso humilharei seus Hérois, despedaçarei suas tropas,
possuirei suas mulheres e atearei fogo em todas as vossas criações em homenagem ao surgimento de um novo Deus. Apoveitem seus ultimos momentos bastardos
pois em breve de vocês só restarão carcaças sangrentas".

No local onde estavam os melhores guerreiros do mundo, o melhor de todos eles fora desafiado. Era notável a tensão que pairava no ar.

Mais dois anos se passaram até que a fortaleza ficasse pronta.
Dias depois era possível ver uma tropa que preeenchia a terra até onde os olhos enxergavam. Dezenas de milhares de guerreiros estavam em frente a fortaleza
sob uma bandeira de paz Megalana.

Perante a um inimigo sem igual, o próprio rei de Mégalos viera em pessoa oferecer uma aliança com os nômades.


Com a aliança formada, chegara a hora de marchar.

E a hora da grande batalha chegara.


A Grande Guerra dos Mortos Parte II

A partir da volta de Corelon, as coisas mudaram drásticamente. O mundo ficara sabendo que Corelon dominava a vida e a morte
e essa idéia assolou toda Yrth. Logo após isso, um outro boato fora espalhado, dizendo que Corelon Oferecia a Imortalidade a quem
fosse merecedor de sua dádiva. A grande maioria das Guildas mercenárias se aliaram a Caithness, e a maior parte dos mercenário livres
foram tambem para o domínio de Caithness.
Com isso os exércitos de Caithness aumentaram exponencialmente.Sozinho o Escudo da Nação ja poderia defender todo o território de Caithness.
A promessa de imortalidade começou a invadir todas as nações e muitos grandes senhores desertaram e juntaram suas forças a Caithness.
Nota que o exército de Caithness propriamente dito estava fora do Escudo da Nação, tal como o exército élfico.
Com o Escudo da Nação completamente lotado de pessoas. As pessoas começaram a se perguntar sobre a tal imortalidade prometida.
Apenas algumas palavras foram proferidas por Corelon:

"Somente os mais fortes, sábios e leais serão merecedores de minha benção.
A partir de hoje nesta cidade só existe uma lei: que vença o melhor.
E ao melhor oferecerei a imortalidade como prêmio".


Nesse momento o Escudo da Nação se tornou o mais traiçoeiro punhal.
A palavra confiança não mais existia naquele lugar. Todos eram inimigos.

Para aumentar ainda mais o sentimento de caos nesse lugar, os milhares de escravos existentes no lugar foram soltos e a promessa tambem valeria a eles.

Centenas morriam todos os dias. A cobiça era maior que qualquer coisa naquele lugar.
Naquele lugar os piores crimes, poderiam ser recompensados com a imortalidade.
Naquele momento os mortos se levantaram.

Fortalecidos pelo perigo constante, os vivos se afiaram.
Esquecidos pelo resto do mundo os mortos se levantaram.

sem medo, sem dor. O maior exército que ja caminhou por Yrth estava pronto para devorar todo o mundo.
(without fear, without pain. The largest army which is already in Yrth was ready to devour the world)

A Grande Guerra dos Mortos PArte I

"As chamas da Besta foram extinguidas, mas ela não se tornou menos perigosa. Muito pelo contrário.
A besta recuou assustada, mas voltará da próxima vez com toda a força, e dessa vez trará consigo uma chama mais perigosa que qualquer mágica.
Trará consigo as chamas da vingança."


-Narkan, embaixador de Caithness

Era verdade que Caithness conseguira uma vitória espetacular sobre Mégalos e a Academia Arcana. Mas o poderio de Mégalos estava longe de acabar.
Mégalos com certeza estaria armando todo o seu povo e convocando um número inimaginável de pessoas aumentando ainda mais seu poderio militar que ja era aterrador.
Corelon decide reforçar ainda mais as defesas de sua cidade recém-reconquistada e torna aquele lugar o escudo de Caithness contra as forças megalanas.
Corelon nomeia Narkan seu regente e se ausenta.
Enquanto as muralhas eram reforçadas, as tropas elficas invadiram as Orclands, atacando os menores grupos de Orcs e Ogros, fazendo deles seus escravos, e tendo perdas mínimas.
Com os escravos, o trbalho na cidade fora acelerado e as muralhas tiveram seu tamanho e espessura dobrados. Com as defesas renovadas, toda a população da cidade fora realocada para outras cidades,
deixando nesta apenas as tropas élficas.

A tensão em Caithness aumenta. Em todos as pessoas se questionavam, pois as tropas élficas não eram grandes o suficiente para proteger aquela cidade, muito menos esta sendo considerada o escudo da nação.
E a ausencia de Corelon só fazia aumentar essa tensão.
Narkan dizia a todos que Corelon estava em busca de um poder maior. Mas conforme o tempo foi passando o medo foi se acumulando e os questionamentos cada vez maiores.

"Será possível obter um poder ainda maior?"
"Mesmo existindo tal poder Corelon é apenas um elfo, Caithness precisa de um exército."

Temendo tanto quanto o povo, Narkan envia mensageiros a todas as grandes guildas de mercenários, contratando a todos e oferecendo a eles até uma posição de honra na nobresa caso fossem merecedores.
Um grande contingente é conseguido, mas nem de longe era o suficiente.

Eis que em toda Caithness os arautos espalham a notícia de que O Imperador Corelon retornara.

"eu O Imperador Corelon, convido a todos que venham brindar a derrota de nossos inimigos"

Mas uma coisa é certa: não foram só as pessoas de Caithness que ficaram sabendo disso.

Quando toda Caithness estava reunida, incerta de como venceriam a guerra, Corelon aparecera.

"A sensação de se estar próximo de Corelon era fora do comum. O que faria Corelon para derrotar todos os nossos inimigos?

-Narkan

Com toda Caithness vendo, Corelon pedira para Narkan se aproximar. o Silêncio era absoluto.

"EU CORELON, ADENTREI NA MAIS PROFUNDA ESCURIDÃO, ENFRENTEI HORRORES JAMAIS IMAGINADOS ONDE NENHUM HOMEM JAMAIS PISOU.
TUDO ISSO APENAS COM A CHAMA DE UM IDEAL"

"CONFIAS MESMO EM MIM NARKAN?"
Narkan se ajoelhou e assentiu
"Daria sua vida para proteger sua pátria?"
"Sim"
Tire seu robe.

Narkan tirou-o ficando de peito nú.

Corelon sacou sua espada e trespassou Narkan num piscar de olhos.
Foi uma surpresa a todos.
O sangue jorrou farto onde a espada perfurara-lhe o coração e Narkan caiu morto.

Quando Corelon gritou

"EU CORELON, CONQUISTEI O PODER DA VIDA E DA MORTE. LEVANTE-SE NARKAN MEU SERVO FIEL"

Narkan se levantou.

E a multidão se ajoelhou.

quinta-feira, 10 de março de 2011

A Ascensão de Corelon

"Já não era surpresa Aldon ter cedido o trono a Corelon. Tanto a nação Caithness quanto o próprio Imperador Aldon alimentavam mais fé em Corelon do que em qualquer outra coisa"

-Narkan, embaixador de Caithness

Aldon ganhara um aliado poderoso. Tão poderoso, que perto dele se sentia imbatível. Mas nos momentos mais sombrios da noite, temia perante a qualquer ruído. As sombras feitas pelas velas, em sua mente eram como se bestas o espiasse, esperando apenas o momento ideal para devorar suas víceras. Aldon sabia que não podia mais ser Imperador.

Perante uma multidão de pessoas, Aldon se ajoelha e entrega sua coroa a Corelon. A multidão festeja e se inspira diante do ato. Finalmente alguém que mostrara tamanha bravura fora recompensada pelos seus atos. Os poucos heróis que Yrth teve, nunca conseguiram passar de vassalos de um rei, e acabaram tendo seus nomes esquecidos e silenciados nos ecos do tempo.

As pessoas podiam sentir a mudança. E estavam felizes com elas.

Corelon percebia o sentimento de cada pessoa naquela multidão.

A multidão estava tão empolgada com a mudança, que no meio a festividade e a cantarolagem, todos se esqueceram completamente de Aldon.

Essa foi a ultima vez que Aldon fora visto.

"Que a luz sempre acompanhe o Imperador Corelon"

Mas Corelon sabia que a luz nunca mais o acompanharia. Fora um sacrifício necessário para um bem maior. E isto era apenas o começo.

E uma nova era começa.


quarta-feira, 2 de março de 2011

A luz de Caithness: Corelon Parte III

"As sombras da noite cobriam até onde a vista alcançasse.Chuvia torrencialmente. O cheiro fétido de sangue e carne queimada pairava o ar. Mas tudo parecia distante. O som do combate parecia abafado, como se não importasse mais. Apenas uma luta se sobressaia a tudo. Apenas Corelon e o Grão Mestre da Academia Arcana de Azer Archmedes "
-Aldon, Imperador de Caithness

Corelon surge.
Sua roupa era branca e brilhava como o sol.
Os cabelos preto de seus cabelos grisalhos parecia mais escuro do que nunca.

Sua presença era como uma onda de alívio para o exército de Caithness, mas para os Megalanos era como uma torrente de medo que parecia levar a alma de cada um.

Archmedes vê a figura que está tornando sua vitória duvidosa e deixa o massacre do exército de lado.

Dezenas de esferas são lançadas na direção de Corelon, mas um domo de energia eletrizante parece deter a maior parte do golpes. Corelon é lançado dezenas de metros mas não parece se abalar. Pequenas manchas de sangue parecem manchar a roupa de Corelon, mas ela parece não ter sofrido dano algum.

Corelon olha na direção de Archmedes e sentenas de relâmpagos rasgam os céus para acerta-lo.

Archmedes desaparece, e vem aparecer nas costas de Corelon.

Os relâmpagos acertam dezenas de magos e explodem no meio exército Megalano, deixando dezenas de mortos espalhados pelo chão.

Archmedes vê Corelon se virar e nota os olhos vermelhos em sua face.Mas antes que pudesse conjurar algo um turbilhão de chamas o acerta por baixo. O poder de suas joias o protegem de grande parte do dano, mas ainda assim, as chamas consomem metade de sua perna.

Quando Archmedes consegue se livrar das chamas, nota que Corelon estava levando a morte aos magos megalanos.

Com grande dificuldade Archmedes engole seu orgulho para aproveitar esta oportunidade e começa a conjurar uma mágica.

Era uma cena dificil de se ver.

Corelon voava na direção dos magos ignorando qualquer magia que eles lhe lançassem, e chegando perto os agarrava com as mãos nuas, e arrancava quaisquer que fossem os membros que suas mãos tocava.

Em segundos, dezenas de magos cairam, todos com os corpos mutilados, alguns até partidos ao meio.

Foi impossível para Archmedes notar, mas cada cadaver morto por Corelon, estava com símbolos mágicos.

Archmedes finalmente termina de conjurar sua magia.

Uma núcleo de magma com veios de ácido cercado por labaredase ventos cortantes se formava acima de sua cabeça, com mais de 20 metros de diâmetro.

Archmedes lança na direção de Corelon sua Esfera de Destruição Primordial.

Corelon com toda a confiança do mundo voa na direção da esfera.

Eis que as almas dos mortos saem dos símbolos mágicos de Corelon, e junto com elas saem tentáculos de energia negra e vermelha, que consomem as almas e vão todos na direção da grande joia de Archmedes. Como se sugados pela jóia os tentáculos somem e a joia começa a se ruir, caindo em pedaços no chão.

A Esfera de Destruição Primordial começa a se desfazer, mas antes que estivesse desfeita Corelon e engolido por ela.

Ambos os exércitos olham na direção.

O comandante das tropas de Mégalos Arlekoff sorri, e seu adversário O Imperador Aldon, teme.

A esfera desaparece, e resta apenas a escuridão no céu.

Um clarão que extinguiu toda a escuridão e a chuva, iluminou o céu.

Corelon venceu.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Djinns

A Terra dos Gênios continua desconhecida? Ou os grandes magos e aventureiros terão histórias para mil e um noites de diversão?

sábado, 12 de fevereiro de 2011

A luz de Caithness: Corelon Parte II

O Imperador de Mégalos com certeza vira a situação de Caithness, e ordenara que as expedições contra as cidades nas fronteiras fossem cada vez frequentes e logo a primeira cidade fora conquistada.
O exército de Caithness estava muito fraco, quando os espiões do Imperador Aldon o informaram que a Grande Academia Arcana de Azer entraria em combate. O desespero era enorme e mesmo Corelon teve dificuldade de manter a calma nas pessoas.

Corelon se ausentou por uma semana. Aldon não saiu de sua cama esse tempo todo.

O desespero era grande demais.

Eis que um exécito se aproximou da cidade. As pessoas praticamente aceitaram a morte, mas ai perceberam que era um exército élfico. Nunca foram vistos tantos elfos juntos em toda história, e Corelon os comandava.

Aldon acorda com a voz de Corelon que podia ser ouvida pela cidade inteira.

"Neste momento estamos caminhando pelo vale mais sombrio, mas eu vejo os primeiros raios de luz.
O povo élfico esta aqui para ajuda-los contra as garras da besta chamada Mégalos.
Povo de Caithness não é hoje que ruiremos, muito menos amanhã, esta é nossa provação.
Tomaremos aquela cidade e acabaremos com qualquer esperança Megalana.
Agora marchem meu povo e quando a Academia Arcana por os pés no campo de batalha, olhem para os céus, pois eu mesmo os arrancarei da face de Yrth"

O brilho natural dos elfos, fascinavam as pessoas. Em pouco tempo a calma élfica fora passada para as pessoas, e as palavras de Corelon aumentara as esperanças das pessoas novamente de forma que o próprio Imperador Aldon comandou o exército.

Sob o comando do Imperador o exército marchou pela manhã.

Mas ao anoitecer outro exército partira. O exército élfico das sombras. Seu ataque fora silencioso, mas vital. Apesar de serem poucos, qualquer um que pudesse organizar um exército ou comandar uma tropa fora morto.

Quando o exército principal chegou a cidade, deu de cara com um inimigo numeroso. Porém um inimigo ferido.

Fora uma grande vitória.

Após um mês as forças de Mégalanas apareceram, em número muito superior ao exército de Aldon, mesmo com os elfos.

O ataque começara implacavelmente e a força Megalana lutava frenéticamente para subir as muralhas da cidade.A força de Aldon resistia bravamente e as flechas élficas derrubavam inimigos às centenas. Mas logo as forças Megalanas conseguira um pedaço da muralha.
Eis que um grande lampejo explode de cima das muralhas. Era o sinal para a academia arcana.
Os magos começaram a aparecer às centenas como pontos no céu e rapidamente uma chuva de elementos começara a cair sobre o exército de de Aldon.

Quando o Grão-mestre de academia de Azer apareceu, e flutuando com ele um diamante do tamanho de um boi com centenas de joias flutuando ao seu redor.

Naquele momento começara a chuver.

E de cada joia uma rajada elemental era lançada na direção do exército.

Começara um massacre.

Eis que um brilho aparece no céu, extinguindo a escuridão junto com a chuva.

Corelon aparece novamente

domingo, 30 de janeiro de 2011

A luz de Caithness: Corelon

No auge da guerra milenar entre Caithness e Mégalos, era visível a superioridade do exército Megalano em relação ao de Caithness, quando começaram a se ouvir os murmúrios da derrota de Caithness.

A população de Caithness já não tinha mais esperança da vitória e todos pensavam que estavam fadados à morte. O rei de Caithness Aldon estava desesperado e começou a procurar uma solução fora de seu território. Por maior que fosse o aventureiro ou mago que aconselhasse Aldon, a única coisa que ele ouvira era que Caithness só não tinha caído ainda por causa de sua localização onde a mana é baixa e a escola de magia de Azer se negava a atacar. Mas os boatos diziam que os magos já haviam arrumado uma solução para isso.

Aldon estava desesperado e prestes a cometer um suicídio quando uma luz surgiu diante de seus olhos. A figura de um iluminado aparecer flutuando em sua direção foi algo divino. Sua presença parecia acabar com todos os problemas, como se eles não houvessem se quer existido. Aldon parecia revigorado, como se seu sangue voltasse a pulsar em suas veias.

Corelon dissera que tinha solução de seus problemas e ninguém duvidara disso, afinal, a anos ninguém usava mágica em Caithness e a guarda toda não tinha parado aquele elfo, mas isso nem ao menos foi pensado, pois Aldon estava iluminado.

Apenas um discurso foi o suficiente para revigorar toda uma nação. Do palácio central, a voz de Corelon podia ser ouvida de qualquer lugar na cidade.

Tropas élficas foram agregadas as de Caithness e um estilo de luta foi disseminado entre os soldados de Caithness.

Corelon se tornara braço direito de Aldon.

O dia em que Araterre decidiu trilhar seu próprio caminho...

Desde que Mégalos tomou as fronteiras que hoje moldam seu território, Araterre sempre viu-se diferente das terras do Grande Reino. Seus costumes, seu idioma (que eles fazem questão de salientar, não é derivado do Ãnglico, idioma oficial de Mégalos) diferem muito do que é comumente visto pelas outras partes de Mégalos e de toda Ytarria. Em geral, isto sempre foi visto como uma mera peculiaridade da região, mas com o rei de mégalos transferindo muitos dos recursos de Araterre para o oeste, nas fronteiras com Caithness, um movimento separatista tem ganhado força, causando inquietação e protestos de separação em Araterre...