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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
A Grande Guerra dos Mortos Parte II
A Grande Guerra dos Mortos PArte I
quinta-feira, 10 de março de 2011
A Ascensão de Corelon
Perante uma multidão de pessoas, Aldon se ajoelha e entrega sua coroa a Corelon. A multidão festeja e se inspira diante do ato. Finalmente alguém que mostrara tamanha bravura fora recompensada pelos seus atos. Os poucos heróis que Yrth teve, nunca conseguiram passar de vassalos de um rei, e acabaram tendo seus nomes esquecidos e silenciados nos ecos do tempo.
As pessoas podiam sentir a mudança. E estavam felizes com elas.
Corelon percebia o sentimento de cada pessoa naquela multidão.
A multidão estava tão empolgada com a mudança, que no meio a festividade e a cantarolagem, todos se esqueceram completamente de Aldon.
Essa foi a ultima vez que Aldon fora visto.
"Que a luz sempre acompanhe o Imperador Corelon"
Mas Corelon sabia que a luz nunca mais o acompanharia. Fora um sacrifício necessário para um bem maior. E isto era apenas o começo.
E uma nova era começa.
quarta-feira, 2 de março de 2011
A luz de Caithness: Corelon Parte III
Corelon surge.
Sua roupa era branca e brilhava como o sol.
Os cabelos preto de seus cabelos grisalhos parecia mais escuro do que nunca.
Sua presença era como uma onda de alívio para o exército de Caithness, mas para os Megalanos era como uma torrente de medo que parecia levar a alma de cada um.
Archmedes vê a figura que está tornando sua vitória duvidosa e deixa o massacre do exército de lado.
Dezenas de esferas são lançadas na direção de Corelon, mas um domo de energia eletrizante parece deter a maior parte do golpes. Corelon é lançado dezenas de metros mas não parece se abalar. Pequenas manchas de sangue parecem manchar a roupa de Corelon, mas ela parece não ter sofrido dano algum.
Corelon olha na direção de Archmedes e sentenas de relâmpagos rasgam os céus para acerta-lo.
Archmedes desaparece, e vem aparecer nas costas de Corelon.
Os relâmpagos acertam dezenas de magos e explodem no meio exército Megalano, deixando dezenas de mortos espalhados pelo chão.
Archmedes vê Corelon se virar e nota os olhos vermelhos em sua face.Mas antes que pudesse conjurar algo um turbilhão de chamas o acerta por baixo. O poder de suas joias o protegem de grande parte do dano, mas ainda assim, as chamas consomem metade de sua perna.
Quando Archmedes consegue se livrar das chamas, nota que Corelon estava levando a morte aos magos megalanos.
Com grande dificuldade Archmedes engole seu orgulho para aproveitar esta oportunidade e começa a conjurar uma mágica.
Era uma cena dificil de se ver.
Corelon voava na direção dos magos ignorando qualquer magia que eles lhe lançassem, e chegando perto os agarrava com as mãos nuas, e arrancava quaisquer que fossem os membros que suas mãos tocava.
Em segundos, dezenas de magos cairam, todos com os corpos mutilados, alguns até partidos ao meio.
Foi impossível para Archmedes notar, mas cada cadaver morto por Corelon, estava com símbolos mágicos.
Archmedes finalmente termina de conjurar sua magia.
Uma núcleo de magma com veios de ácido cercado por labaredase ventos cortantes se formava acima de sua cabeça, com mais de 20 metros de diâmetro.
Archmedes lança na direção de Corelon sua Esfera de Destruição Primordial.
Corelon com toda a confiança do mundo voa na direção da esfera.
Eis que as almas dos mortos saem dos símbolos mágicos de Corelon, e junto com elas saem tentáculos de energia negra e vermelha, que consomem as almas e vão todos na direção da grande joia de Archmedes. Como se sugados pela jóia os tentáculos somem e a joia começa a se ruir, caindo em pedaços no chão.
A Esfera de Destruição Primordial começa a se desfazer, mas antes que estivesse desfeita Corelon e engolido por ela.
Ambos os exércitos olham na direção.
O comandante das tropas de Mégalos Arlekoff sorri, e seu adversário O Imperador Aldon, teme.
A esfera desaparece, e resta apenas a escuridão no céu.
Um clarão que extinguiu toda a escuridão e a chuva, iluminou o céu.
Corelon venceu.
sábado, 12 de fevereiro de 2011
A luz de Caithness: Corelon Parte II
O exército de Caithness estava muito fraco, quando os espiões do Imperador Aldon o informaram que a Grande Academia Arcana de Azer entraria em combate. O desespero era enorme e mesmo Corelon teve dificuldade de manter a calma nas pessoas.
Corelon se ausentou por uma semana. Aldon não saiu de sua cama esse tempo todo.
O desespero era grande demais.
Eis que um exécito se aproximou da cidade. As pessoas praticamente aceitaram a morte, mas ai perceberam que era um exército élfico. Nunca foram vistos tantos elfos juntos em toda história, e Corelon os comandava.
Aldon acorda com a voz de Corelon que podia ser ouvida pela cidade inteira.
"Neste momento estamos caminhando pelo vale mais sombrio, mas eu vejo os primeiros raios de luz.
O povo élfico esta aqui para ajuda-los contra as garras da besta chamada Mégalos.
Povo de Caithness não é hoje que ruiremos, muito menos amanhã, esta é nossa provação.
Tomaremos aquela cidade e acabaremos com qualquer esperança Megalana.
Agora marchem meu povo e quando a Academia Arcana por os pés no campo de batalha, olhem para os céus, pois eu mesmo os arrancarei da face de Yrth"
O brilho natural dos elfos, fascinavam as pessoas. Em pouco tempo a calma élfica fora passada para as pessoas, e as palavras de Corelon aumentara as esperanças das pessoas novamente de forma que o próprio Imperador Aldon comandou o exército.
Sob o comando do Imperador o exército marchou pela manhã.
Mas ao anoitecer outro exército partira. O exército élfico das sombras. Seu ataque fora silencioso, mas vital. Apesar de serem poucos, qualquer um que pudesse organizar um exército ou comandar uma tropa fora morto.
Quando o exército principal chegou a cidade, deu de cara com um inimigo numeroso. Porém um inimigo ferido.
Fora uma grande vitória.
Após um mês as forças de Mégalanas apareceram, em número muito superior ao exército de Aldon, mesmo com os elfos.
O ataque começara implacavelmente e a força Megalana lutava frenéticamente para subir as muralhas da cidade.A força de Aldon resistia bravamente e as flechas élficas derrubavam inimigos às centenas. Mas logo as forças Megalanas conseguira um pedaço da muralha.
Eis que um grande lampejo explode de cima das muralhas. Era o sinal para a academia arcana.
Os magos começaram a aparecer às centenas como pontos no céu e rapidamente uma chuva de elementos começara a cair sobre o exército de de Aldon.
Quando o Grão-mestre de academia de Azer apareceu, e flutuando com ele um diamante do tamanho de um boi com centenas de joias flutuando ao seu redor.
Naquele momento começara a chuver.
E de cada joia uma rajada elemental era lançada na direção do exército.
Começara um massacre.
Eis que um brilho aparece no céu, extinguindo a escuridão junto com a chuva.
Corelon aparece novamente
domingo, 30 de janeiro de 2011
A luz de Caithness: Corelon
No auge da guerra milenar entre Caithness e Mégalos, era visível a superioridade do exército Megalano em relação ao de Caithness, quando começaram a se ouvir os murmúrios da derrota de Caithness.
A população de Caithness já não tinha mais esperança da vitória e todos pensavam que estavam fadados à morte. O rei de Caithness Aldon estava desesperado e começou a procurar uma solução fora de seu território. Por maior que fosse o aventureiro ou mago que aconselhasse Aldon, a única coisa que ele ouvira era que Caithness só não tinha caído ainda por causa de sua localização onde a mana é baixa e a escola de magia de Azer se negava a atacar. Mas os boatos diziam que os magos já haviam arrumado uma solução para isso.
Aldon estava desesperado e prestes a cometer um suicídio quando uma luz surgiu diante de seus olhos. A figura de um iluminado aparecer flutuando em sua direção foi algo divino. Sua presença parecia acabar com todos os problemas, como se eles não houvessem se quer existido. Aldon parecia revigorado, como se seu sangue voltasse a pulsar em suas veias.
Corelon dissera que tinha solução de seus problemas e ninguém duvidara disso, afinal, a anos ninguém usava mágica em Caithness e a guarda toda não tinha parado aquele elfo, mas isso nem ao menos foi pensado, pois Aldon estava iluminado.
Apenas um discurso foi o suficiente para revigorar toda uma nação. Do palácio central, a voz de Corelon podia ser ouvida de qualquer lugar na cidade.
Tropas élficas foram agregadas as de Caithness e um estilo de luta foi disseminado entre os soldados de Caithness.
Corelon se tornara braço direito de Aldon.