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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Steampunk (cenário)



O ano é 1830. Caças ao tesouro em países tidos como místicos, como o Egito, são comuns. O Museu Britânico, em Londres, já a tempos aumenta muito o seu acervo. Em uma das escavações egípcias cientistas descobrem o carvânico, um tipo de combustível sólido visualmente parecido com o carvão mas cuja queima produz uma quantidade muito maior de energia térmica, e a tecnologia a vapor começa a ser mais explorada, devido a possibilidade de motores menores e, portanto, de construção mais barata. Somado à tecnologia dos motores Stirling (que seria aperfeiçoada ao longo do século), impulsionou a revolução industrial, deixando a eletricidade esquecida (alguns dirão que as mortes precoces e acidentais de cientistas ligados ao desenvolvimento de estudos sobre o eletromagnetismo e a condutividade elétrica são as principais responsáveis por este abandono, mas tais acusações são vistas com desdém pelo povo, que as vê como teorias de conspiração sem relevância).
Na década de 1840 a medicina tem grandes avanços, impulsionada pela necessidade criada pelo êxodo rural e pela superpopulação das cidades que se industrializavam cada vez mais. No fim da década o renomado ex-químico e médico Dr. Frankenstein afirma ter descoberto o segredo da vida, reanimando um morto. Ele é internado num hospício e, com incontroláveis crises de ansiedade, afirmando que deveria procurar pela “criatura” foragida, acaba lobotomizado.
Já na década de 1850 a química consegue criar um composto fluorescente que, aos poucos, começa a substituir as lamparinas a querosene. Essa tecnologia, porém, é muito cara, e apenas as casas dos muito abastados tem tais “globos de luz”. Esses globos brilham muito mais do que as lamparinas (de 50 a 80 velas), podendo sozinhos iluminar cômodos de tamanho considerável. O composto, porém, é altamente tóxico, e acidentes causando o rompimento do vidro dos globos já mais de uma vez mataram famílias inteiras. A loucura de Frankenstein é ligada aos estudos preliminares da substância. A química é, porém, uma área muito restrita, não sendo ensinada em cursos comuns, mas apenas através de discipulado.
Em 1860 os grandes dirigíveis já são comuns, pilotados através de hélices que funcionavam com a tecnologia Stirling para a movimentação e de um sistema de contrapesos para o direcionamento. O maior dirigível já feito chega a permitir que aviões planadores sejam levados aos céus para de lá alçar voo. Se começa a buscar isolantes térmicos mais compactos e leves, de modo que os motores sejam cada vez menos motivo de queimaduras (às vezes sérias) em tripulações e convidados.
As guerras criadas pela eugenia europeia se espalham ainda mais, dizimando tribos inteiras de colônias e ex-colônias.
1870. Os primeiros aviões com motor próprio (movidos por hélices) alçam voo. Três marujos narram a existência de um barco que navega por baixo do mar, um submarino, como eles chamam. Dizem ter cruzado o mundo neste invento, que funcionava a base de eletricidade gerada através da água salgada. São tidos como loucos e desaparecem da sociedade. Descrevem em suas histórias o Maelstrom, que é prontamente investigado pelo jornalista sensacionalista, Sr. Edgar A. Poe. Eles também dizem ter visto o lendário Kraken de perto. Claro que Charles Darwin os ridiculariza.
Buscando aumentar a capacidade produtiva de uma sociedade cada vez mais assolada pelas doenças que acompanham a falta de saneamento básico as empresas começam a distribuir “vacinas” a seus trabalhadores. Os efeitos são variáveis, indo desde um aumento da força física até a capacidade do usuário ficar sem comer ou dormir por dias ininterruptamente. O efeito para a indústria é positivo, mas para a classe operária, porém, é muito negativo: as vacinas são caras e viciantes, e famílias inteiras, mesmo crianças, se veem viciados e endividados, nascendo um “escravismo moderno”, já que funcionários ficavam presos a seus patrões por suas dívidas. Na década seguinte as vacinas começariam a aparecer no mercado negro, mais baratas do que nas fábricas. Mais perigosas também.
No fim da década se começa a desenvolver tecnologias que possibilitem um controle mais preciso dos motores de combustão externa. Isso culminaria na criação dos primeiros automóveis e motocicletas no início da década seguinte, e dos autômatos, no final dela.
Já na década de 1880, Graham Bell finaliza a criação do fotófono, aparelho que permite o diálogo a distância, enviando som através da luz. Se inicia a procura por materiais capazes de conduzir a luz de forma linear, de modo que se possibilite a utilização do fotófono a grandes distâncias, como entre cidades, ou mesmo continentes. Se considera, ainda, a possibilidade de utilização de ondas ultravioleta (a Luz Negra, já alcançada pela química fluorescente).
Ainda no começo do século, a ciência da mente se desenvolve e a parceria entre o Dr. Freud e o Dr. Jekill os leva para o caminho do que virá a ser a psicanalise. A teoria diz que a cultura reprime a natureza humana a ponto de alguns seres deixarem de se reconhecer em si próprios. O desenvolvimento da teoria do complexo de Édipo é a última colaboração de Jekill com Freud. Ele desaparece durante o fim dos experimentos, enquanto Freud escreve sobre a dualidade entre o homem que ama a mãe e o homem que odeia o pai.
Nas colônias e ex-colônias da África e da América (principalmente do sul), a caça ao tesouro iniciada no início do século continua. Os primeiros autômatos surgem.
O jogo se inicia em 1888.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

A lenda do Senhor dos Mares

As chamas das velas tremeluziam a cada vez em que o barco balançava,lançando sombras por toda a cabine, revelando coisas que antes não havia ali.
Frequentemente as velas se apagavam, mas isso já não o incomodava mais, pois seus olhos a muito haviam se acostumado com a escuridão.
Haviam também os sussuros contantes. Em qualquer lugar do Valkíria Negra era possível ouvir os sussuros agonizantes de
todos aqueles que outrora morreram ali.
Mas Tyr estava absorto a tudo isso, extasiado com todo o conhecimento contido em seus livros.
Agora apenas um barulho era capaz de tirar o foco de Tyr: a euforia de sua tripulação quando outros navios se aproximavam.

Assim como Tyr, todos na tripulação do Valkíria Negra eram assombrados pelos sussuros dos mortos, mas todos ja haviam se acostumado.

Conforme o tempo foi passando, aqueles piratas foram perdendo sua humanidade.Os sussuros e os gritos dos mortos passaram a ser
como o som das aves e do mar para eles. O medo e o desespero que antes os atormentavam, agora os alimentam. Há quem diga que
a tripulação do Valkíria Negra nunca dorme.
Como se o Valkíria Negra e o próprio Oceano fossem partes de Tyr, este os conduzia da forma que quisesse, e o Valkíria Negra sempre
ficava em posição vantajosa a quaisquer navios. A sede de sangue dos tripulantes era tamanha que as batalhas dificilmente duravam.
Subjulgar a tripulação de um navio tinha se tornado tão simples quanto nadar para eles.

O badalar dos sinos do navio despertam Tyr de seu transe, e um súbito jorro de empolgação emerge por dentro dele.
Era o sinal de que uma embarcação estava à vista. Era o sinal de que em breve o mar ficaria rubro.

O gargalhar do Profano Imortal era ecoado pelo barco, uma gargalhada carregada de ódio e sede de sangue, algo que despertou as almas penadas
ali presentes e as fez gritar, um grito de dor, ódio e agonia, um grito carregado de terror que ecoou pelo mar.

Quandos as portas do salão do capitão se abrem, após meses fechadas, um cheiro pútrido contamina o ar. Algo nausebundo que profana tudo a
ponto de até a luz do sol se afastar sai junto com o Capitão Imortal Tyr. Os piratas vibram como se fossem hienas prestes a conseguir uma refeição.

Ao horizonte era possível ver uma frota de dez navios Megalanos. Eles traziam a cruz branca num fundo negro envolto de chamas, sinal de que eram
Inquisitores Hospitalários, em busca de acabar com a heresia.

Patéticos.

Os ventos ficavam cada vez mais fortes, uma tempestade vinha aí. Mas os ventos não eram favoráveis ao Valkíria Negra,
pois estes os levariam direto para um ajuntamento de ilhas encurralando-os em relação aos Inquisitores.

As chamas da Coragem e da Fé eram acessas para os cavaleiros, e eles avançavam com bravura para pegar a presa encurralada.
Entre duas ilhas havia um estreito, que os cavaleiros julgavam ser impossível de passar. A vitória estava ganha.

Surpreendentemente a velocidade dos ventos aumentou vorazmente e os navios da frota começaram a perder o controle.
A correnteza estava mais forte e levou dois dos navios a colidirem com as rochas com tanta força que muitos tripulantes
foram arremessados do navio e seu casco fora destroçado levando-os ao naufrágio.

Mas dois barcos ainda era uma troca razoável.

Depois do caos ter diminuído os cavaleiros voltaram a notar: o Valkíria Negra tinha estava habilmente atravessando o estreito entre as ilhas.

Muitos dos navios tiveram que aportar nas ilha pra evitar a colisão com as rochas, e outros acabaram encalhando na costa devido a força da correnteza.

Apenas o navio principal da frota conseguiu seguir pelo estreito. Ao se aproximarem penosamente do Valkíria Negra viram que este estava ancorado no caminho, apenas aguardando.

Era possível ver a ansiedade nos olhos daqueles piratas, que tão frenéticamente prenderam o navio dos cavaleiros e o invadiram.
Neste momento as chamas dos cavaleiros ja estavam extintas. De dez navios só sobrara este.

Cortando os ventos a gargalhada do capitão era audível. Tão má, tão cruel que quando os cavaleiros o viram se aproximar flutuando
entraram em desespero. Um relâmpago salta da mão de Tyr e frita um tripulante, mas o choque afetou todos que estavam próximos.

Depois disso só restou carnificina. Os piratas nunca matavam de uma vez. Sempre havia um longo caminho pra chegar a morte.

Agora só era possível ver terror, sangue e morte.

Os líderes apóstólicos foram derrotados, seus barcos foram encalhados.

Não havia mais saída.

Estavam todos presos.

Nós terrítórios da besta.

Nós domínios do Senhor dos Mares.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

A profecia do Caos

No momento em que o grupo escolhido pelo destino, finalmente se encontrou uma pensença
aterradora envolveu a todos com dor e trevas até que suas forças se esgotaram e um sono profundo os dominou.
Ao acordarem meio em transição entre o sono e realidade, viram o xamã louco em transe proferindo palavras ao vento.
Era dificil demais se manter acordado. As únicas palavras que foi possível distinguar foram:



...
E as palavras do grande ancião trarão luz e paz até que Ytarria venha a ruir
...
E as asas do anjo negro iluminarão essas terras com as mais profundas trevas
...
E quando a lua vermelha queimar nos céus um mal que até mesmo os deuses temem ressurgirá.
...
E somente a criança predestinada poderá salvar o mundo deste mal.


E após este momento os céus se tornaram rubros, e a lua vermelha surgiu pela primeira vez.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Os corvos de odin

Os corvos de odin são os detentores do conhecimento mágico nos territórios nômades. Eles são responsáveis por transmitir o dom que, pelo guau, odin sacrificou um olho para conquistar. Não é só uma escola de magia ritualistica. é uma seita! todas as crianças nascidas com o dom da magia são tomadas de seus pais ainda no berço, e doutrinadas para se tornarem soldados arcanos prontos para seguir as ordens de seus sumo- sacerdotes. Huginn e Muninn! E, assim como monges que dedicam suas vidas para se aprimoras nas artes religiosas e marciais, os corvos de odin levam uma vida de disciplina e estudo.Os corvos acreditam que aqueles que possuem o dom de odin devem herdar a terra. Servindo como conexão entre a natureza poderosa da magia e o homem. A magia é uma ferramenta que pode alterar a realidade ao bel prazer do operador, portanto aqueles que a manipulam tem esse direito inalienável. toda essa crença é embasada pela aprovação divina dada aos sumo-sacerdotes que recebem com titulo o nome dos corvos que voam na terra e servem como os olhos de odin.Os corvos são divididos em clans espacializados, como unidades de combate militar. Nas cavernas subterrâneas aonde moldaram seu império, eles tem uma divisão politica estratificada em níveis de conhecimento nas artes arcanas. Os sacerdotes são os acadêmicos, e estudão a magia como um todo. Os guerreiros são especialistas em magias de combate e luta corpo a corpo. Os espiões dominam a arte do movimento mágico e a obtenção de informações mágicas (eles são os responsáveis descobrir e capturar os novos corvos e por executar as missões de assassinato). Os artistas, responsáveis pela criação de itens mágicos e a expansão de suas cidades subterrâneas. E os druidas, cultivadores e senhores de feras. Essa hierarquia mostra como as funções de importância militar são priorizadas.Cada clan é, por sua vez, também dividido em níveis de maior especificidade Tudo com o objetivo de alcançar o maior nível de ordem e eficiência. Cada indivíduo traz tatuado em seu dorso os símbolos de seu clan e sua sub-divisão, dai o fato dos corvos andarem com o dorso nu. Guando o bebe é trazido para ordem é feito um ritual que decide o clan ao guau ele vai pertencer. depois disso ele se juntara a sua casa, um adolescente será escolhido como seu mentor e futuro professor e ele estará preso ao clan pelo resto de sua vida.Os corvos são proibidos ter relações afetivas com pessoas fora da seita (que por sua vez ñ faz discriminação entre gêneros). Porem, se a prole ñ possuir o dom da magia, ela deve ser abandonada a própria sorte. Mas os pais do infante desafortunado geralmente optam por entregalos a pais sem filhos. As vezes, aos pais de filhos raptados pelos próprios corvos. Numa forma de justiça as avessas.As funções dos membros ñ se restringe as atividades internas da seita. Os sacerdotes são os embaixadores que respondem aos outros povos dos territórios nômades. Abrindo os canais de comunicação entre outras tribos, firmando alianças e também servindo como arautos de guerra. De uma forma geral os corvos sempre foram a cola que mantinha o norte estável, a única força politica e militar em um mundo de povos e culturas heterogênicas.todas as tribos dos territórios nômades tem opiniões fortes sobre os corvos de odin. Desde temor, respeito e orgulho á o mais puro ódio.Em nenhum momento na história, os corvos estiveram tão perto de impor sua magocracia ditatorial do que ante da guerra dos mortos. Com a união de todas as tribos seria uma razão de tempo para eles imporem sua vontade.porem a força devastadora de Caithness adiou seus planos.Isso criou um sentimento de rancor muito forte para com esse povo. um sentimento que talves só venha a mudar se um dos lados for destruído.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

O Contos dos Einhenjarls

"Quandos gigantes descerem as montanhas e marcharem rumo à guerra,
Os Deuses convocarão seus Einhenjarls para dar início ao Ragnarok"


As planícies dos territórios nômades estavam mais selvagens do que nunca, como se sentissem a presença profana que
logo caminharia por elas. Fazia muito tempo que eles não pisavam nessas terras e a nostalgia flagelava seus corações
assim como aquele vento frio.Após navegarem por anos num navio amaldiçoado, após enfretarem bestas tempestuosas, após
derrotarem guerreiros imortais e até mesmo dragões, Fasnar e Boriah Astaroth finalmente estavam em casa.
Mas enganam-se se pensam que Fasnar e Boriah Astaroth regressaram para seus lares para viverem o resto de suas vidas.
Não.Vikings nunca abandonam o campo de batalha. Enquanto houvessem guerras a serem travadas esses guerreiros nunca parariam.
E com certeza ainda haviam muitas.
Um inimigo inimaginável se levantava no ocidente, e somente os melhores guerreiros do mundo poderiam enfrenta-lo e
Os territórios nômades era com certeza o lugar em que tais guerreiros viviam. Mas como vikings, eles estavam sempre em guerra,
muitas vezes uns com os outros. Fasnar e Boriah Astaroth sabiam que isso tinha que mudar, eles fariam isso do jeito que só mesmo
vikings sabiam fazer: fariam pelo poder da espada.
Perante a isso Fasnar e Boriah Astaroth adentraram as terras selvagens com o intuito de unir todos as tribos nômades em uma só.
Era certo que algumas tribos aderiaram a ideia de enfrentar Caithness em batalha, mas a maioria não foi assim.Os líderes das tribos
eram orgulhosos e dificilmente aceitavam que Caithness pudesse ser um perigo aos nômades.Mas esse era um risco que Fasnar e Boriah
não estavam dispostos a correr.No começo o combate singular era proposto.Pobres diabos. A perícia Fasnar e Boriah era grande demais.
Uma a uma as pequenas tribos foram sendo agregadas aos seus.

Assim nasceram os lobos do norte.
Os boatos percorerram os territórios nômades inteiros, e o nomes Fasnar e Boriah ficaram conhecidos.

Apartir deste ponto o combate singular dificilmente era aceito.Nestes casos, Boriah e Fasnar faziam questão de enfrentar a tribo toda sozinha.

Era incrível vê-los lutar.O Mangual de Boriah Astaroth fazia cabeças explodirem numa chuva de sangue e miolos. A espada de Fasnar amputava, trespassava,
e algumas vezes até dividia os inimigos em dois.
Uma a uma as tribos foram se unindo, ou se destacando: algumas tribos foram para Caithess em busca da imortalidade.

Mas ainda sim os territórios nômades estavam unidos, e assim os territórios nômades passaram a ser conhecidos como Midgard.

Mas um novo boato se espalha por toda Yrth: rezam as lendas de que muitos Gigantes têm descido as montanhas e se agregado a Caithness.Dizem que
um dos Grandes Comandantes das tropas de caithness é um gigante. E ainda mais, dizem que Caithness agora têm uma frota de navios, chamada Black Dragons
que é composta por navegantes mortos-vivos. Para Caithness ter acesso ao mar ela teria que ter dominado uma ou duas das grandes cidades de Mégalos,
mas dizem que o mais provável é que seu território crescera sobre as Orclands até alcançar o mar.

Após algum tempo é constatada a veracidade dos boatos, e Boriah e Fasnar tomam uma atitude desesperada.

É ordenada que em Midgard fosse construida uma fortaleza capaz de resistir a inexpugnável.

Enquanto a fortaleza era construida Fasnar e Boriah sobem as Montanhas de Bronze em busca dos Lendários Corvos de Odin, e até do auxílio de gigantes.

Os corvos de Odin são um clã de magos-guerreiros que vivem nas montanhas. Dizem as lendas que sempre que uma criança com o dom
da magia vai nascer, um deles desce as montanhas e toma a criança dos braços de seus pais, e nunca ninguem conseguiu impedi-los.

Pouco se sabe do que aconteceu nas montanhas mas após um ano quando todos ja consederavam Boriah e Fasnar mortos, estes regressam com os corvos de Odin acompanhados
de uma dezena de gigantes.

O choque é grande quando o povo nota que Fasnar voltou sem um braço, mas as festividades são grandes.

Fasnar e Boriah pouco aproveitam das festividades, e seus semblântes não era de alguém que está prestes a vencer.
Mas isso poucos perceberam.
Em meio as festividades alguns batedores são anunciados vindos de Caithness, com uma mensagem do Comandante Yurloff o Impiedoso, para Fasnar.

" Continuem com esta patética tentativa desesperada de fazer frente contra Caithness, pois em breve uma realidade chamada caithness cairá sobre vocês
e não há nada que possam fazer. Quando o momento da batalha chegar, Eu Yurloff O Impiedoso humilharei seus Hérois, despedaçarei suas tropas,
possuirei suas mulheres e atearei fogo em todas as vossas criações em homenagem ao surgimento de um novo Deus. Apoveitem seus ultimos momentos bastardos
pois em breve de vocês só restarão carcaças sangrentas".

No local onde estavam os melhores guerreiros do mundo, o melhor de todos eles fora desafiado. Era notável a tensão que pairava no ar.

Mais dois anos se passaram até que a fortaleza ficasse pronta.
Dias depois era possível ver uma tropa que preeenchia a terra até onde os olhos enxergavam. Dezenas de milhares de guerreiros estavam em frente a fortaleza
sob uma bandeira de paz Megalana.

Perante a um inimigo sem igual, o próprio rei de Mégalos viera em pessoa oferecer uma aliança com os nômades.


Com a aliança formada, chegara a hora de marchar.

E a hora da grande batalha chegara.


A Grande Guerra dos Mortos Parte II

A partir da volta de Corelon, as coisas mudaram drásticamente. O mundo ficara sabendo que Corelon dominava a vida e a morte
e essa idéia assolou toda Yrth. Logo após isso, um outro boato fora espalhado, dizendo que Corelon Oferecia a Imortalidade a quem
fosse merecedor de sua dádiva. A grande maioria das Guildas mercenárias se aliaram a Caithness, e a maior parte dos mercenário livres
foram tambem para o domínio de Caithness.
Com isso os exércitos de Caithness aumentaram exponencialmente.Sozinho o Escudo da Nação ja poderia defender todo o território de Caithness.
A promessa de imortalidade começou a invadir todas as nações e muitos grandes senhores desertaram e juntaram suas forças a Caithness.
Nota que o exército de Caithness propriamente dito estava fora do Escudo da Nação, tal como o exército élfico.
Com o Escudo da Nação completamente lotado de pessoas. As pessoas começaram a se perguntar sobre a tal imortalidade prometida.
Apenas algumas palavras foram proferidas por Corelon:

"Somente os mais fortes, sábios e leais serão merecedores de minha benção.
A partir de hoje nesta cidade só existe uma lei: que vença o melhor.
E ao melhor oferecerei a imortalidade como prêmio".


Nesse momento o Escudo da Nação se tornou o mais traiçoeiro punhal.
A palavra confiança não mais existia naquele lugar. Todos eram inimigos.

Para aumentar ainda mais o sentimento de caos nesse lugar, os milhares de escravos existentes no lugar foram soltos e a promessa tambem valeria a eles.

Centenas morriam todos os dias. A cobiça era maior que qualquer coisa naquele lugar.
Naquele lugar os piores crimes, poderiam ser recompensados com a imortalidade.
Naquele momento os mortos se levantaram.

Fortalecidos pelo perigo constante, os vivos se afiaram.
Esquecidos pelo resto do mundo os mortos se levantaram.

sem medo, sem dor. O maior exército que ja caminhou por Yrth estava pronto para devorar todo o mundo.
(without fear, without pain. The largest army which is already in Yrth was ready to devour the world)

A Grande Guerra dos Mortos PArte I

"As chamas da Besta foram extinguidas, mas ela não se tornou menos perigosa. Muito pelo contrário.
A besta recuou assustada, mas voltará da próxima vez com toda a força, e dessa vez trará consigo uma chama mais perigosa que qualquer mágica.
Trará consigo as chamas da vingança."


-Narkan, embaixador de Caithness

Era verdade que Caithness conseguira uma vitória espetacular sobre Mégalos e a Academia Arcana. Mas o poderio de Mégalos estava longe de acabar.
Mégalos com certeza estaria armando todo o seu povo e convocando um número inimaginável de pessoas aumentando ainda mais seu poderio militar que ja era aterrador.
Corelon decide reforçar ainda mais as defesas de sua cidade recém-reconquistada e torna aquele lugar o escudo de Caithness contra as forças megalanas.
Corelon nomeia Narkan seu regente e se ausenta.
Enquanto as muralhas eram reforçadas, as tropas elficas invadiram as Orclands, atacando os menores grupos de Orcs e Ogros, fazendo deles seus escravos, e tendo perdas mínimas.
Com os escravos, o trbalho na cidade fora acelerado e as muralhas tiveram seu tamanho e espessura dobrados. Com as defesas renovadas, toda a população da cidade fora realocada para outras cidades,
deixando nesta apenas as tropas élficas.

A tensão em Caithness aumenta. Em todos as pessoas se questionavam, pois as tropas élficas não eram grandes o suficiente para proteger aquela cidade, muito menos esta sendo considerada o escudo da nação.
E a ausencia de Corelon só fazia aumentar essa tensão.
Narkan dizia a todos que Corelon estava em busca de um poder maior. Mas conforme o tempo foi passando o medo foi se acumulando e os questionamentos cada vez maiores.

"Será possível obter um poder ainda maior?"
"Mesmo existindo tal poder Corelon é apenas um elfo, Caithness precisa de um exército."

Temendo tanto quanto o povo, Narkan envia mensageiros a todas as grandes guildas de mercenários, contratando a todos e oferecendo a eles até uma posição de honra na nobresa caso fossem merecedores.
Um grande contingente é conseguido, mas nem de longe era o suficiente.

Eis que em toda Caithness os arautos espalham a notícia de que O Imperador Corelon retornara.

"eu O Imperador Corelon, convido a todos que venham brindar a derrota de nossos inimigos"

Mas uma coisa é certa: não foram só as pessoas de Caithness que ficaram sabendo disso.

Quando toda Caithness estava reunida, incerta de como venceriam a guerra, Corelon aparecera.

"A sensação de se estar próximo de Corelon era fora do comum. O que faria Corelon para derrotar todos os nossos inimigos?

-Narkan

Com toda Caithness vendo, Corelon pedira para Narkan se aproximar. o Silêncio era absoluto.

"EU CORELON, ADENTREI NA MAIS PROFUNDA ESCURIDÃO, ENFRENTEI HORRORES JAMAIS IMAGINADOS ONDE NENHUM HOMEM JAMAIS PISOU.
TUDO ISSO APENAS COM A CHAMA DE UM IDEAL"

"CONFIAS MESMO EM MIM NARKAN?"
Narkan se ajoelhou e assentiu
"Daria sua vida para proteger sua pátria?"
"Sim"
Tire seu robe.

Narkan tirou-o ficando de peito nú.

Corelon sacou sua espada e trespassou Narkan num piscar de olhos.
Foi uma surpresa a todos.
O sangue jorrou farto onde a espada perfurara-lhe o coração e Narkan caiu morto.

Quando Corelon gritou

"EU CORELON, CONQUISTEI O PODER DA VIDA E DA MORTE. LEVANTE-SE NARKAN MEU SERVO FIEL"

Narkan se levantou.

E a multidão se ajoelhou.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Profecia e Caos

Após os personagens derrotarem o “Demônio” que protegia a segunda parte do colar.

A vila, que havia sido semidestruída, precisava de ajuda para se reerguer. Passado uma semana e meia, os personagens voltam para Min, entendo em vista a vontade a proteger a vila que era constantemente pilhada por piratas. E depois de Min, iriam para Megalos, pra investigar mais sobre a terceira parte do Medalhão.

Chegando a Min (uhauuah) Gaius Liudescher, vai até York, para conseguir uma trégua com a ilha. Isso ajuda York a ter algumas ideias, e aceita proposta. Porém ele fala para Gaius sair da cidade junto com seu grupo o mais rápido possível, já que um dos piratas queria vingança contra Skrakorake, e um grupo estava atrás do Minotauro com o Pé de ouro (Burak).

 

Gaius agradece e vai ao encontro do resto do grupo, e percebe que tem um grupo muito grande de piratas e delinquentes seguindo ele. Chegando à estalagem, onde parece existir uma festa, Gaius, finge ser um conviva muito receptivo, e oferece uma rodada de bebidas para todos no bar. Gaius explica rapidamente para todos os companheiros que eles estão sendo cercados por piratas, o grupo consegue uma distração a tenta fugir, Skrakorake acaba ficando no meio da distração e Slave e Tomas, voltam para resgata-lo. O grupo consegue fugir pelo mar, graças às habilidades de William.

 

Alguns dias depois o Grupo chega a Dekamera, uma cidade grande e prospera, onde conseguem vender o barco e arrumar dinheiro e mantimento para irem até Megalos.

Mais alguns dia de viagem, no qual enfrentam criaturas um tanto diferentes, até um Ogro, coisa nem um pouco comum próximo de Megalos.

Chegando a Megalos, o grupo se divide um pouco, para a Slave e Tomas irem até a igreja rezarem.

O Resto do grupo vai até a Universidade Nobre, uma instituição, onde os filhos de nobres são lecionados, e aprendem sobre o mundo. A Universidade é Dirigida por Danton Thull Bocs, pai de Isaac, após algum tempo o grupo se reuni por completo, e Isaac começa a explicar o motivo de se juntar com o Grupo.

 

Ele explica que, a muito vem procurando provas sobre a essência do divino, procurando os deuses por assim dizer, pois acha difícil um mundo que os deuses não têm influencia, principalmente pelos relatos das pessoas vindas através do Cataclismo, que em seus mundos, existia ou existiam deuses para serem orados... Já aqui é mais difícil sentir essas essências divinas...

Através de pesquisas, e cálculos, ele descobriu que um grupo de pessoas estaria envolvido com eventos Divinos, e foi ai que encontro o grupo...

Durante a conversa, acontece um terremoto e a lua fica vermelha, como um sinal.

O grupo decide acompanhar Isaac até a Biblioteca que fica no subsolo, para procurarem mais informações sobre os assuntos divinos e uma possível localização da outra parte do talismã.

Depois de um tempo na Biblioteca, sem conseguir nada de importante, os pais de Isaac (Danton e Issante) a também Oliver (o tio de Isaac). Oliver cumprimenta todos, e avisa que três pessoas estão procurando por Gaius já há uma semana.

 

O grupo decide se dividir para verificar, sendo que a maioria vai com Gaius, para ajudar caso algo aconteça. Chegando até a estalagem onde as três figuras estavam Skrakorake ataca os três, que acaba sendo vencido facilmente pelos três, sendo eles respectivamente Kevin McPerson, Steve Taylor e Aoshi Kawakami.

Kevin, Steve e Aoshi, explicam que estão ali para levar Gaius com eles, caso seja da vontade dele, pois Gaius é descendente de uma raça diferente de Elfos, os Elfos Cósmicos, entidades que moravam em Ytarria. Eles possuem muitos poderes e conhecimentos, e Gaius, havia saído junto com sua família (pai e mãe) para ver como estava Ytarria, já que fazia muitos séculos que os Elfos Cósmicos não iam para lá. Kevin deixa um item para Gaius, e fala para ele se decidir até a manhã, pois existia uma coisa pendente que ele ainda teria que resolver.

 

Quando eles retornam para a Universidade e para dentro da biblioteca mais precisamente, Gaius consegue entender melhor as escritas nos livros mais antigos que existiam na lá. E se sente compelido a ir até o subsolo da universidade, lugar no qual Isaac havia aprisionado uma feiticeira poderosa há muitos anos, e um lugar de magia muito poderosa.

Quando chegam ao lugar, Gaius começa a ler uma parte do texto que se sente compelido, e Hyladress (a feiticeira) se aproxima junto com seu “familiar”, mas antes que possa ser feito algo, o texto que Gaius leu, surte algum efeito em Hyladress, fazendo com que ela grite de uma maneira ensurdecedora e terrivelmente horripilante.  O ventre dela começa a inchar e depois ele se abre como uma irrupção e de dentro dela, saem doze luzes muito coloridas, que se focalizam no centro do ambiente, gerando uma explosão luminosa, que ofusca todos. Porém após esses acontecimentos, nada mais se móvel, apenas os heróis, Hyladress, jaz morta no chão, toda dilacerada.

 

Os personagens se retiram após alguns minutos em que ficaram em choque do lugar lúgubre e macabro.

Passam a noite na casa de Isaac (no qual descobrem que Isaac possui uma mulher [Jessebel] e um filho [Ikaro]) e debatem sobre o destino do grupo, que fica sendo a única alternativa procurar por verdades.

Pela manhã, o Grupo se encontra com Kevin e companhia, num momento que Gaius decide ir com eles, para conhecer mais sobre seus poderes e sobre as coisas que estão para ocorrer.

Acontece uma solene despedida e o grupo fica sem uma pessoa importante, porém novos desafios e mudanças importantes estão para vir, agora o grupo tem que se concentrar em como conseguir a ultima parte do Talismã.

 

quinta-feira, 10 de março de 2011

A Ascensão de Corelon

"Já não era surpresa Aldon ter cedido o trono a Corelon. Tanto a nação Caithness quanto o próprio Imperador Aldon alimentavam mais fé em Corelon do que em qualquer outra coisa"

-Narkan, embaixador de Caithness

Aldon ganhara um aliado poderoso. Tão poderoso, que perto dele se sentia imbatível. Mas nos momentos mais sombrios da noite, temia perante a qualquer ruído. As sombras feitas pelas velas, em sua mente eram como se bestas o espiasse, esperando apenas o momento ideal para devorar suas víceras. Aldon sabia que não podia mais ser Imperador.

Perante uma multidão de pessoas, Aldon se ajoelha e entrega sua coroa a Corelon. A multidão festeja e se inspira diante do ato. Finalmente alguém que mostrara tamanha bravura fora recompensada pelos seus atos. Os poucos heróis que Yrth teve, nunca conseguiram passar de vassalos de um rei, e acabaram tendo seus nomes esquecidos e silenciados nos ecos do tempo.

As pessoas podiam sentir a mudança. E estavam felizes com elas.

Corelon percebia o sentimento de cada pessoa naquela multidão.

A multidão estava tão empolgada com a mudança, que no meio a festividade e a cantarolagem, todos se esqueceram completamente de Aldon.

Essa foi a ultima vez que Aldon fora visto.

"Que a luz sempre acompanhe o Imperador Corelon"

Mas Corelon sabia que a luz nunca mais o acompanharia. Fora um sacrifício necessário para um bem maior. E isto era apenas o começo.

E uma nova era começa.


quarta-feira, 2 de março de 2011

A luz de Caithness: Corelon Parte III

"As sombras da noite cobriam até onde a vista alcançasse.Chuvia torrencialmente. O cheiro fétido de sangue e carne queimada pairava o ar. Mas tudo parecia distante. O som do combate parecia abafado, como se não importasse mais. Apenas uma luta se sobressaia a tudo. Apenas Corelon e o Grão Mestre da Academia Arcana de Azer Archmedes "
-Aldon, Imperador de Caithness

Corelon surge.
Sua roupa era branca e brilhava como o sol.
Os cabelos preto de seus cabelos grisalhos parecia mais escuro do que nunca.

Sua presença era como uma onda de alívio para o exército de Caithness, mas para os Megalanos era como uma torrente de medo que parecia levar a alma de cada um.

Archmedes vê a figura que está tornando sua vitória duvidosa e deixa o massacre do exército de lado.

Dezenas de esferas são lançadas na direção de Corelon, mas um domo de energia eletrizante parece deter a maior parte do golpes. Corelon é lançado dezenas de metros mas não parece se abalar. Pequenas manchas de sangue parecem manchar a roupa de Corelon, mas ela parece não ter sofrido dano algum.

Corelon olha na direção de Archmedes e sentenas de relâmpagos rasgam os céus para acerta-lo.

Archmedes desaparece, e vem aparecer nas costas de Corelon.

Os relâmpagos acertam dezenas de magos e explodem no meio exército Megalano, deixando dezenas de mortos espalhados pelo chão.

Archmedes vê Corelon se virar e nota os olhos vermelhos em sua face.Mas antes que pudesse conjurar algo um turbilhão de chamas o acerta por baixo. O poder de suas joias o protegem de grande parte do dano, mas ainda assim, as chamas consomem metade de sua perna.

Quando Archmedes consegue se livrar das chamas, nota que Corelon estava levando a morte aos magos megalanos.

Com grande dificuldade Archmedes engole seu orgulho para aproveitar esta oportunidade e começa a conjurar uma mágica.

Era uma cena dificil de se ver.

Corelon voava na direção dos magos ignorando qualquer magia que eles lhe lançassem, e chegando perto os agarrava com as mãos nuas, e arrancava quaisquer que fossem os membros que suas mãos tocava.

Em segundos, dezenas de magos cairam, todos com os corpos mutilados, alguns até partidos ao meio.

Foi impossível para Archmedes notar, mas cada cadaver morto por Corelon, estava com símbolos mágicos.

Archmedes finalmente termina de conjurar sua magia.

Uma núcleo de magma com veios de ácido cercado por labaredase ventos cortantes se formava acima de sua cabeça, com mais de 20 metros de diâmetro.

Archmedes lança na direção de Corelon sua Esfera de Destruição Primordial.

Corelon com toda a confiança do mundo voa na direção da esfera.

Eis que as almas dos mortos saem dos símbolos mágicos de Corelon, e junto com elas saem tentáculos de energia negra e vermelha, que consomem as almas e vão todos na direção da grande joia de Archmedes. Como se sugados pela jóia os tentáculos somem e a joia começa a se ruir, caindo em pedaços no chão.

A Esfera de Destruição Primordial começa a se desfazer, mas antes que estivesse desfeita Corelon e engolido por ela.

Ambos os exércitos olham na direção.

O comandante das tropas de Mégalos Arlekoff sorri, e seu adversário O Imperador Aldon, teme.

A esfera desaparece, e resta apenas a escuridão no céu.

Um clarão que extinguiu toda a escuridão e a chuva, iluminou o céu.

Corelon venceu.