Você também tem novas idéias para tornar os combates mais interessantes, perigosos ou divertidos?
Há um tópico só para eles, deixe seu comentário!

E quanto às magias? Alguma delas é muito poderosa na sua opinião? Muito fraca?
Há um tópico sobre magias também, é só acompanhar e comentar!!


quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Livros GURPS

Acho q já temos praticamente tudo de q precisamos, mas um link a mais nunca é demais... Tem uns livros de adaptações da 3ª para a 4ª edição q eu não conhecia. É um fórum, então tem q se cadastrar, mas vale a pena, é nesse forum q baixo os livros do Bernard Cornwell, por exemplo...

http://www.tocadacoruja.net/forum/showthread.php?4944-RPG-Gurps

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Eu tive um sonho...

Essa noite tive um dos sonhos mais legais da minha vida.Cheio de simbologia mas ainda assim bem direto no seu sentido.
Sonhei que estava no metalurgicos, prestes a ir embora para cá, e praticamente toda a galera que anda com a gente, decidiu ir brincar de várias coisas. Sim, brincar, como criança mesmo. No começo do sonho estávamos no campão(!!!) tentando fazer alguma brincadeira ou explorar o lugar, ficamos lá um tempão dando risada, fuçando e trocando idéia até que quando olhei em direção ao Metalurgicos, vi que o céu estava carregadíssimo, prestes a cair uma daquelas tempestades tropicais. Eu sabia que a mãe do Ronaldo e do Sérgio estavam me esperando para me ver antes de ir embora (elas estavam preparando umas comidas, mas cada uma na sua casa). Fiquei assustado com uns pequenos ciclones formados pela chuva, mas vocês me mostraram que eles eram insignificantes. Então começamos a correr. O que na mesma hora virou uma disputa. Lembro-me de ter ficado desapontado porque todo mundo saiu na minha frente e me
largou na sozinho, e no começo eu nao consegui correr, parecia que meus pés estavam afundados na terra. Mas aí fui me virando e logo alcancei o Cícero, que não estava correndo na verdade, só queria ver o circo pegar fogo. Tivemos uma conversa legal por um tempo mas ele já não podia mais me acompanhar, então eu continuei correndo e alcancei o Ronaldo e o Dumpa (engraçado que estavamos indo do campão para a rua três, mas nesta hora lembro-me de estarmos correndo naquele tunel embaixo da av. paulista, na 9 de Julho, que por sinal é o caminho que eu fazia pra ir do trabalho pra casa). A chuva apertava muito, mas a dificuldade estava gerando diversão para gente e estes dois deram muita risada comigo enquanto procurávamos o melhor caminho para seguir.Vi o japonês sentado na frente do túnel, enxarcado como todos, mas parado e sem camisa, reclamando de alguma coisa em seu pé (ou ele se machucou ou arrebentou o chinelo). Tentei falar com ele e saber se estava bem, mas foi dificil entender po rcausa do barulho da chuva. Ele me acenou que ia ficar bem lá e que eu poderia seguir.
Estes caras já estavam ficando para trás quando logo a frente vi o Douglas e o João. Mas ninguém mais conseguia me acompanhar, eu correia cheio de alivio e energia na chuva, não sei nem como ou porquê, só sei que eu realmente gosto de correr, acho q vocês sabem disso.
Então depois do túnel, eu sai na casa do Sérgio (!!!). Na verdade eu apareci como que saísse do quartinho que tem nos fundos. O corredor lateral da casa dele era uma espécie de tobogã na chuva. Não tenho idéia de quantas vezes na minha vida eu passei por este corredor, mas poderia andar por lá de olhos fechados. Notei a presença do Thiago ao meu lado, perto do banheiro, com umas HQ's na mão, mas ele estava de boa ali na casa do sérgio, não parecia ter pegado chuva. Quando pulei no tobogã eu vi a avó do Sérgio ao lado, como sempre com vários doces e comidas para comermos e esperando a gente chegar. Eu gritei agradecendo e dizendo que já estava indo...
Pelo tobogã eu saí no portão da casa do Sérgio e quando olhei a rua 3 estava cheia de gente, a maioria era o pessoal da rua mesmo que eu nem troco ideia, mas aí em cheguei em frente a casa do Ronaldo e vi Claudia, que prontamente me abraçou. Assim como a cachorra do Ronaldo (era chiquitita o nome dela?) que veio fazendo a festa comigo. A Claudia me pediu para entrar mas antes que eu dissesse que não ela havia me dado um pedaço de bolo de fubá e um suco (clássico!). Nesta hora eu olho para trás e vejo que alguém chegou de moto: o Magrão e o Cícero. Olho para a esquina e vejo todos os caras que comecaram a corrida comigo chegando. Assim como o Lucas e o Humberto.
Toda a galera reunida, damos risada, sacaneamos um ao outro (lembro da gente ter levantado o douglas e tentado pintar ele com um canetao). Foi aí que, dando risada e com comida pronta, que eu acordei. Este sonho me fez passar por partes memoráveis da minha infância e de toda vida. Aquela porcaria de campão tem um significado especial pra mim, mesmo indo lá mais para ver meu pai jogar futebol do que para brincar. Os locais por onde passei no sonho são com certeza lugares importantissmos ao longo da minha vida, que me ajudaram a suportar o inferno da minha casa e me fazer acredtar que posso ter o que quiser.
Ironico ter este sonho justamente esta noite, porque ontem foi um dia dificil para mim, a faculdade ta dificilima, tenho que pensar em dinheiro toda hora, melhorar o ingles, aprender sueco e não tenho ninguém para chegar pra mim no fim do dia e dizer que eu vou dar conta disso tudo...
Espero que vocês todos saibam que, por mais que sejamos diferentes, que tenhamos até nossos conflitos, vocês são as pessoas mais importantes na minha vida. Abraço a todos. 

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Interferência no mundo



A lua vermelha deixa toda Ytarria em polvorosa. Para os mais simples é o fim do mundo.
Megalos é a cidade mais afetada, pelos anúncios do fim do mundo, principalmente por conta do feixe de luz que rasgou os céus e iluminou tudo. Fenômeno este que pode ser visto até Dekamera.
O nível de monstros e mana tem aumentado consideravelmente em toda a região.
Arraterre inteira fica mais decidida com a sua independência e ainda pensa que tudo isso é obra de Megalos.
O Rei de Megalos pede que uma força especial vá até a Universidade Nobre e descubra o que ocorreu! Danton vai até o encontro do Rei de Megalos e explica que o feixe de luz, fazia parte de um teste e barreira, que protegeria Megalos dos efeitos da Lua Vermelha. E que esta preparando uma força para proteger sobre os efeitos apocalípticos que estão se aproximando.
O rei de Megalos cria uma divisão de pesquisas sobrenaturais e coloca Danton e Issante como coordenadores e Oliver fica como guarda.
Megalos esta sendo defendida por magos da Ordem Oculta (um pedido de Danton)
Megalos prepara um toque de recolher.
O feixe de luz se dividiu em 12 partes e se espalharam por toda Ytarria, sumindo no horizonte.
Uma aura negra é sentida em Yert por pessoas com poderes arcanos.
Algumas ordens de magos estão se juntando para procurar respostas.
Os Templários estão se organizando, para tentar descobrir a origem sobre a Lua, o Feixe e as mudanças apocalípticas que estão acontecendo.

Situação em Min (Cidade de York)
Os piratas estão nervosos e estressados com a fuga do minotauro com pé de ouro.
York negociou com eles para ter sossego.
Duas semanas após o ocorrido, o Barco dos fugitivos é avistado pelos piratas (do pirata que Skrakorak espancou), e quase morre, mas é liberado no final. Mais algumas semanas depois e o mercador é encontrado pela Guida dos Mercadores, ao qual o barco pertencia, e após umas ameaças e interrogatórios o Mercador acaba entrando para guilda.
York manda um pedido formal para Dekamera, para se tornar novo “líder” da cidade, principalmente após o antigo líder ter desaparecido por motivos ainda não descobertos. E solicita também a mudança do nome da cidade de Min, para York.

Situação Familiar
Jesebel (Esposa de Isaac) fica com Ikaro (filho de Isaac) em Megalos, ajudando na Divisão de Pesquisas Sobrenaturais.
Porém ela é uma parte de Hiladress (a Feiticeira) e Isaac ou seus pais não sabem de nada.
Ikaro é uma criança, anima e de bom humor. Qualquer coisa sobre ele (se tem poderes, ou algo do gênero) nem Jesebel/Hiladress sabe.



segunda-feira, 18 de julho de 2011

Profecia e Caos

Após os personagens derrotarem o “Demônio” que protegia a segunda parte do colar.

A vila, que havia sido semidestruída, precisava de ajuda para se reerguer. Passado uma semana e meia, os personagens voltam para Min, entendo em vista a vontade a proteger a vila que era constantemente pilhada por piratas. E depois de Min, iriam para Megalos, pra investigar mais sobre a terceira parte do Medalhão.

Chegando a Min (uhauuah) Gaius Liudescher, vai até York, para conseguir uma trégua com a ilha. Isso ajuda York a ter algumas ideias, e aceita proposta. Porém ele fala para Gaius sair da cidade junto com seu grupo o mais rápido possível, já que um dos piratas queria vingança contra Skrakorake, e um grupo estava atrás do Minotauro com o Pé de ouro (Burak).

 

Gaius agradece e vai ao encontro do resto do grupo, e percebe que tem um grupo muito grande de piratas e delinquentes seguindo ele. Chegando à estalagem, onde parece existir uma festa, Gaius, finge ser um conviva muito receptivo, e oferece uma rodada de bebidas para todos no bar. Gaius explica rapidamente para todos os companheiros que eles estão sendo cercados por piratas, o grupo consegue uma distração a tenta fugir, Skrakorake acaba ficando no meio da distração e Slave e Tomas, voltam para resgata-lo. O grupo consegue fugir pelo mar, graças às habilidades de William.

 

Alguns dias depois o Grupo chega a Dekamera, uma cidade grande e prospera, onde conseguem vender o barco e arrumar dinheiro e mantimento para irem até Megalos.

Mais alguns dia de viagem, no qual enfrentam criaturas um tanto diferentes, até um Ogro, coisa nem um pouco comum próximo de Megalos.

Chegando a Megalos, o grupo se divide um pouco, para a Slave e Tomas irem até a igreja rezarem.

O Resto do grupo vai até a Universidade Nobre, uma instituição, onde os filhos de nobres são lecionados, e aprendem sobre o mundo. A Universidade é Dirigida por Danton Thull Bocs, pai de Isaac, após algum tempo o grupo se reuni por completo, e Isaac começa a explicar o motivo de se juntar com o Grupo.

 

Ele explica que, a muito vem procurando provas sobre a essência do divino, procurando os deuses por assim dizer, pois acha difícil um mundo que os deuses não têm influencia, principalmente pelos relatos das pessoas vindas através do Cataclismo, que em seus mundos, existia ou existiam deuses para serem orados... Já aqui é mais difícil sentir essas essências divinas...

Através de pesquisas, e cálculos, ele descobriu que um grupo de pessoas estaria envolvido com eventos Divinos, e foi ai que encontro o grupo...

Durante a conversa, acontece um terremoto e a lua fica vermelha, como um sinal.

O grupo decide acompanhar Isaac até a Biblioteca que fica no subsolo, para procurarem mais informações sobre os assuntos divinos e uma possível localização da outra parte do talismã.

Depois de um tempo na Biblioteca, sem conseguir nada de importante, os pais de Isaac (Danton e Issante) a também Oliver (o tio de Isaac). Oliver cumprimenta todos, e avisa que três pessoas estão procurando por Gaius já há uma semana.

 

O grupo decide se dividir para verificar, sendo que a maioria vai com Gaius, para ajudar caso algo aconteça. Chegando até a estalagem onde as três figuras estavam Skrakorake ataca os três, que acaba sendo vencido facilmente pelos três, sendo eles respectivamente Kevin McPerson, Steve Taylor e Aoshi Kawakami.

Kevin, Steve e Aoshi, explicam que estão ali para levar Gaius com eles, caso seja da vontade dele, pois Gaius é descendente de uma raça diferente de Elfos, os Elfos Cósmicos, entidades que moravam em Ytarria. Eles possuem muitos poderes e conhecimentos, e Gaius, havia saído junto com sua família (pai e mãe) para ver como estava Ytarria, já que fazia muitos séculos que os Elfos Cósmicos não iam para lá. Kevin deixa um item para Gaius, e fala para ele se decidir até a manhã, pois existia uma coisa pendente que ele ainda teria que resolver.

 

Quando eles retornam para a Universidade e para dentro da biblioteca mais precisamente, Gaius consegue entender melhor as escritas nos livros mais antigos que existiam na lá. E se sente compelido a ir até o subsolo da universidade, lugar no qual Isaac havia aprisionado uma feiticeira poderosa há muitos anos, e um lugar de magia muito poderosa.

Quando chegam ao lugar, Gaius começa a ler uma parte do texto que se sente compelido, e Hyladress (a feiticeira) se aproxima junto com seu “familiar”, mas antes que possa ser feito algo, o texto que Gaius leu, surte algum efeito em Hyladress, fazendo com que ela grite de uma maneira ensurdecedora e terrivelmente horripilante.  O ventre dela começa a inchar e depois ele se abre como uma irrupção e de dentro dela, saem doze luzes muito coloridas, que se focalizam no centro do ambiente, gerando uma explosão luminosa, que ofusca todos. Porém após esses acontecimentos, nada mais se móvel, apenas os heróis, Hyladress, jaz morta no chão, toda dilacerada.

 

Os personagens se retiram após alguns minutos em que ficaram em choque do lugar lúgubre e macabro.

Passam a noite na casa de Isaac (no qual descobrem que Isaac possui uma mulher [Jessebel] e um filho [Ikaro]) e debatem sobre o destino do grupo, que fica sendo a única alternativa procurar por verdades.

Pela manhã, o Grupo se encontra com Kevin e companhia, num momento que Gaius decide ir com eles, para conhecer mais sobre seus poderes e sobre as coisas que estão para ocorrer.

Acontece uma solene despedida e o grupo fica sem uma pessoa importante, porém novos desafios e mudanças importantes estão para vir, agora o grupo tem que se concentrar em como conseguir a ultima parte do Talismã.

 

domingo, 26 de junho de 2011

Encontrão agora causa dano!

As regras estão bem diferentes! Vale a pena dar uma lida! (não vou traduzir pq é longo e eu tenho mais o que fazer! :P )

MB campanhas, pag 371

Ataque "maroto" e ataque rapido!

Deceptive Attack
You may designate any melee
attack as “deceptive” before you roll to
hit. A Deceptive Attack is intended to
get past an opponent’s defenses
through sheer skill. You can use this
option to represent any number of
advanced fighting techniques.
For every -2 you accept to your
own skill, your foe suffers a -1 penalty
on his active defenses against this
attack. You may not reduce your final
effective skill below 10 with a
Deceptive Attack, which normally limits
it to skilled fighters.
The GM may opt to speed play by
limiting Deceptive Attacks to a flat -4
to skill, giving the target -2 on his
active defenses.

Rapid Strike
A Rapid Strike is a melee attack
executed swiftly enough that you get
one extra attack. You must take an
Attack or All-Out Attack maneuver,
and you must use a ready weapon to
make the extra attack. Make two
attacks, both at -6 to skill. You can target
multiple opponents this way.
If you already have multiple
attacks, for whatever reason, you can
replace one of them (and only one!)
with two attacks at -6.

Defesas totais pag 366

 Além da opcao de tentar dois ataques por defesa, eles colocaram uma opção igual a que inventamos: ter um bonus em uma defesa, que vai valer pelo turno inteiro. Nota: se vc escolhe ter o bonus na esquiva, vc ainda pode andar até metade do deslocamento no mesmo turno!!!!


Increased Defense: Add +2 to one
active defense of your choice: Dodge,
Parry, or Block. This bonus persists
until your next turn.
 

Detalhe sobre ataque total

Nota: ao contrário do que falaram, ainda é permitido dar um ataque total de 2 ataques!
Ataque total de bonus +2.... ou +1 para cada dado, o que for melhor!
Também se pode fazer ataque total com arma de alcance, tendo um bonus de +1 no NH!

Strong: Make a single attack, at
normal skill. If you hit, you get +2 to
damage – or +1 damage per die, if that
would be better. This only applies to
melee attacks doing ST-based thrust
or swing damage, not to weapons
such as force swords.
If you are making a ranged attack,
you must specify one of these two
options before you attack:
• Determined: Make a single attack
at +1 to hit.

Nova Manobra: Avaliar alvo (pag 364)

Basicamente, vc já tem que estar pronto para atacar e o alvo no alcance, para cada turno q vc usa esta manobra vc tem um bonus de mais 1 no ataque, até um maximo de +3

This maneuver is the melee combat
equivalent of Aim. It lets you take time
to study an adversary in order to gain
a combat bonus on a subsequent
attack. You must specify one visible
opponent who is close enough to
attack unarmed or with a ready melee
weapon, or whom you could reach
with a single Move and Attack maneuver.
You are sizing him up and looking
for the right moment to strike.
An Evaluate maneuver gives you
+1 to skill for the purpose of an Attack,
Feint, All-Out Attack, or Move and
Attack made against that opponent, on
your next turn only. You may take multiple,
consecutive Evaluate maneuvers
before you strike, giving a cumulative
+1 per turn, to a maximum of +3.
Movement: Step.
Active Defense: Any. This does not
spoil your evaluation.

livros da quarta edição

Parece ter todos os livros novos de gurps. Deixem de ser viados e leiam alguns livros em inglês, a maioria dos livros é super sussa de ler!
http://www.4shared.com/dir/4843277/319552d9/

terça-feira, 19 de abril de 2011

As Crônicas dos Deuses

           Os primeiros capítulos, até onde chegaram nossas conversas até agora. Lá no meu apartamento provamos que ainda é possível fazer um panteão de todos, a conversa rendeu muito, várias idéias foram discutidas e aperfeiçoadas num verdadeiro trabalho em conjunto. Espero que continuemos criando, apesar de muitos terem "brochado"...

           Essas crônicas são o resultado daquela conversa e de outras que fui tendo com cada um, esporadicamente, E são prova mais do que concreta de que algo está realmente nascendo, deuses antigos estão realmente despertando!







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PRÓLOGO – O BAILE DOS INOMINÁVEIS


           O baile transcorria muito animado. Mal uma música se acabava e uma nova crescia entre os instrumentistas que, contagiados pela animação, eram incansáveis. O salão rodava aos pés dos dançarinos que, embriagados de prazeres sem fim, gargalhavam e dançavam e eram a expressão da pura felicidade. Não faltava comida ou bebida, e grandes poetas gritavam as palavras ideais em ritmos teatrais, harmoniosos com a música e a dança e toda a perfeição reinante no lugar. Seus poemas eram as crônicas de universos inteiros e, enquanto recitavam, nos pés dos que pareciam levitar pelo salão e nos acordes que pairavam no ar, estas histórias ganhavam vida. Reflexo do Caos, tudo era improviso, um poeta se entrecruzava aos outros, e assim a poesia tomava forma.
           A energia saía daquele salão e criava, ao seu redor, aqueles universos, aquelas histórias, aqueles poemas. A cada rodopio de passos leves e precisos, a cada toque melodioso da orquestra, era visível a bela e poderosa energia, tornando a existência possível durante aquela música.
           Seguindo o que apenas acontecia, criavam estes seres de perfeição as crônicas das vidas de deuses, durando até o próximo ponto final. 





CAPÍTULO 1 – UM RETORNO E UMA IDÉIA


E eram nascidos doze deuses,
Doze deuses conservadores,
Temerosos de seus pais;
Filhos de grandes poderes,
De criadores e destruidores,
Doze deuses imortais;
(...)

           – Meus irmãos, trago notícias!
           A mesa farta aguardava o último dos doze irmão, Viatge, o Viajante. Sempre vestido em sua loriga de couro e com a mochila nas costas, cujo interior era muito maior do que o exterior, chegava com um largo sorriso por trás da vasta barba que carregam os que estão sempre preparados para qualquer clima. Apresentava-se alto, mas não tão largo, e seus olhos faiscavam conhecimentos além do alcance de seus irmãos. O grande artista Aris havia decorado o mundo com imagens do mais novo livro de seu irmão que, emprestando-lhe o dom das artes, havia feito. O trato era sempre o mesmo, Aris emprestava seu dom ao irmão e, em troca, conhecia antes de todos os outros irmãos, e com muito mais pormenores, as histórias das viagens de Viatge. Juntos, tinham já uma grande coleção de livros, com as histórias de vários outros mundos. Agora Viatge tomava seu lugar à mesa, enquanto Aris se levantava e começava a encenar uma peça contando as tais novidades.
           Estavam já sentados à mesa Ut Mile, o Cavaleiro, Deus cego da Ordem, principal responsável por manter o Caos, a energia bruta das possibilidades, contida de modo a não haver a criação e a destruição desgovernadas ao redor do mundo. Imenso em todos os sentidos, musculoso e empertigado, sempre sério, a postura orgulhosa como se visse a alma de tudo e todos apesar de seu elmo fechado, que lhe cegava os olhos para abrir sua mente à verdadeira justiça. Natus, Deusa da Existência, indescritivelmente bela, ao mesmo tempo dona do plantio que mantém o mundo e ela mesma o próprio mundo. Mortíferis, Deus da Transformação, consorte de Natus e ceifador de seu plantio, conhecedor dos momentos de todas as mudanças. Morbirus, o belo e galante Deus dos Prazeres e dos Desejos, sua roupa sempre impecável, nenhum fio de cabelo fora do lugar, a pele vermelha como o fogo que lhe arde por dentro, um eterno festeiro e distribuidor de alegrias sem fim. Dolores, Deusa do Medo e da Dor, a sempre deprimida gêmea de Morbirus, com os olhos mareados e a face exprimindo o eterno desespero, responsável pela parcimônia de Morbirus, para desgosto de ambos. Condita, Deusa da Paz, mulher bem feita de olhos brancos e voz melodiosa, capaz de parar guerras com apenas um gesto, espalhando sempre harmonia ao seu redor. Telum, o Artesão, Deus da Força, sua baixa estatura compensada por sua longa barba e seus músculos plenos, ideais. Orgulhoso do templo que erguera para a reunião e das armas portadas por cada um de seus irmãos, suas criações mais amadas. Vis, a Destruidora, Deusa da Guerra, ao mesmo tempo melhor amiga de Telum e pior inimiga, por dar utilidade a suas armas, porém à custa da destruição de toda outra criação. Temeris, aquela que nunca desiste, Deusa da Coragem, mulher teimosa e geniosa, de cabelos ruivos e olhar quase amedrontador. E Stultus, o Ilusionista, Deus da Magia, de corpo esguio e mente ágil, seu único olho inquieto a se mover por toda a face, o mais novo dos deuses, e também o mais aberto, sempre buscando maneiras de interagir com seus irmãos, de fazer parte do todo.
           Desta vez, porém, Viatge estava mais inquieto, mais impaciente. Sequer esperou que seu irmão terminasse sua apresentação, falando logo a todos sobre o que vira no mundo que havia visitado:
           – Eles criam, irmãos. Assim como fomos criados, eles criam também. Criam raças com potencialidades, com possibilidades. Nosso mundo é parado, não fazemos nada que não ficarmos uns entre os outros, e nada acontece, nada se move. Mortíferis, meu irmão, não têm feito bem o seu trabalho! Morbirus, onde está desejo de novidades? Natus, o que há com seu ventre, que apenas mantém e nunca cria?
           – Meu irmão, estamos bem assim, nesta vida simples e boa. Temos todo um mundo apenas para o nosso deleite, não há mais o que desejar! - Era Morbirus, falando entre um gole duma bebida com sabor de gargalhadas e um pedaço quente dum bolo de abraços fraternais.
           – Eu gosto da criação - falava Aris, sentando-se à mesa com os irmãos. Seu corpo ágil movendo-se ligeiro e leve, suas roupas coloridas e o chapéu de três pontas emprestando ainda mais beleza à mesa, enquanto os guizos do chapéu soavam melodias que apenas um Deus das Artes poderia realmente criar.
           – Não posso negar minha vontade, - Natus falava desta vez - mas tenho um certo receio com relação a isso, como uma voz no fundo da minha mente gritando um alerta que não consigo entender. Não sei no que isso resultaria... mas podemos considerar a idéia.
           A partir de então começou a algazarra. A Deusa da Existência havia aberto uma brecha, havia concordado, e sua opinião era muito importante para os demais. Ainda assim, os ânimos se exaltavam tanto pela idéia quanto pelo desacordo entre os deuses.
           Apenas Morbirus permanecia calado. Somente observava. Com seu grande olho, observava. 





CAPÍTULO 2 – RAIZES


Sem razão para a existência,
Sem grandes transformações,
Na criação apenas se pensa,
Por trás muitas maquinações,
Idéias a muito nascidas,
No seio das grandes paixões;
(...)

           Os irmãos estavam dispersos, cada um focado em seus afazeres ou em suas diversões. Haviam cessado as discussões por enquanto, cada um organizando sua mente. Natus e Mortíferis dançavam sua eterna dança, florescendo e ceifando e tornando a florescer para novamente ceifar. Nunca poderiam realmente se tocar, a proibição vinha de um algo maior em suas mentes, como o eco de consciências acima do alcance de seu entendimento, que lhes dizia que muito aconteceria se houvesse na existência alguma transformação. Era, porém, difícil se controlar, e depois da discussão, ambos se olhavam com outros ares. Com certeza eram os mais afetados pelo tema, os cônjuges que jamais consumariam seu casamento.
           Aris e Stultus visitavam a oficina de Telum, os três eram grandes representações da força criativa e, inconscientemente, conversando apenas com seus olhares, começaram a fazer pequenos bonecos, Telum dando-lhes substância, Aris moldando-lhes as formas e Stultus batizando-os com a própria criação, a magia. Quando se deram conta, destruíram seu trabalho, receosos do que poderiam fazer seus irmãos se soubessem que os três se adiantaram à reunião seguinte, em que votariam por criar ou não. Aris, no entanto, guardara dois bonecos em um de seus muitos bolsos. Gostaria de tê-los mostrado a Viatge, que ele sabia ter a mente mais aberta, que era tão sábio, mas o irmão viajava novamente, pesquisando outros mundos, pesquisando criações.
           Numa cratera que doía em Natus, Vis sentia os músculos tremerem ansiosos. Dolores, em sua caverna, escondida de todos, sentia os sentimentos da irmã. Sentia a ansiedade de Vis por causar dor, por destruir.
           Ut Mile não conversava com ninguém, não se aproximava de ninguém. O que quer que pensasse sobre o assunto, não diria antes da hora marcada para isso.
           Condita também era sentida por Dolores, mas era uma sensação diferente. Condita tinha medo. Sabia muito bem que dificilmente haveria paz nesta tal criação. Temeris tentava lhe encorajar, usava discursos grandiosos e gestos incontidos, tentando mostrar à irmã as possibilidades. Não sabia exatamente por que fazia aquilo, mas havia começado e não mudaria de idéia por nada.
           Com seu olho que apenas sabia desejar, Morbirus tinha seus planos, que não se revelariam antes da certeza de realização. A muito que esperava por uma reunião como aquela, e agora, com os ânimos exaltados, tinha espaço para o quê a muito pensava fazer. E, principalmente, tinha Vis e Condita a ocuparem sua irmã gêmea.


 

Continua...



domingo, 17 de abril de 2011

Isaac Thull Bocs


Aprofundou-se em Artes Ocultas desde cedo, por se interessar em enigmas.
Após os primeiros anos de estudo (ainda muito novo, aos 15 anos), enquanto explorava uma masmorra, escorregou. E desde então, sua vida mudou.
Sua inicialização no oculto se deu através de seu pai, um professor de História na capital de Ytarria e sua mãe, uma artista muito conhecida.
Desde pequeno ia à masmorras antigas com seu pai, sua mãe e um amigo do pai, o “detetive e aventureiro” Oliver Kresden.
Durante uma exploração de masmorra, onde seu pai, Danton Thull Bocs, havia encontrado provas de um deus cultuado há centenas de anos, sua mãe, Issante Marlinn Bocs, fazia os desenhos e captava os detalhes artísticos dessas explorações, enquanto Oliver cuidava da segurança. Isaac aprendia tudo. Achou um talismã, uma chave que abriu sua mente. Ele entrou em estado de coma por uma semana, deixando seus pais preocupados.
Quando despertou começou a ouvir vozes e criaturas apareciam para ele, contando histórias antigas.
Desde então, junto com seu pai, sua mãe e Oliver, foi treinado para aprender mais sobre este conhecimento e para ensinar mais, não só para seus pais, mas também para a sociedade.
Agora, já adulto, deixou seus pais em casa e foi atrás do “chamado oculto”, uma voz que falava sobre uma mudança no padrão.
Para ele, tudo está interligado, tudo está conectado e ele quer conhecer mais sobre o padrão.


Rafael "Ace" Juri

E ai pessoas, meu primeiro post, é para me apresentar! uhauha

Bom como todos devem saber, foi permitido minha entrada no grupo de vocês.
A partir de agora, vou apresentar meu char, e possiveis ajudas para campanha.
Se algo sair fora dos padrões me expliquem (acho que não jogo gurps a uns 2 ou 3 anos, e foi uma aventura simples)


Bom é isso
See you space Cowboys

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Magias mais equilibradas

Não sei por que, mas hoje estava me lembrando das magias de bloqueio e me recordei de seu poder frente a outras defesas.

Pensei então em levantear um tópico para revermos algumas magias que achemos muito poderosas, ao ponto de desequilibrarem os combates. Conforme formos vendo os problemas, vamos relatando-os aqui nos comentários, inclusive com soluções possíveis.

domingo, 27 de março de 2011

Novas regras de combate

Hei, pessoal.
Um fator muitíssimo importante que tem sido deixado de lado nestes tempos: NOVAS REGRAS DE COMBATE!!!!
As novas edições tem tantas coisas novas e tá todo mundo esperando uma renovada nos combates.
Então sugiro de, assim que fecharmos os deuses recém-criados (que deve acontecer em breve), vamos fazer um levantamento com novas regras do livro - e nossas - para deixarmos os combates mais divertidos!

quinta-feira, 24 de março de 2011

Cosmogênese

AS ESSÊNCIAS PRIMORDIAIS

A origem do cosmos e tudo que nele existe se deu apartir de duas famílias de essências primordiais absolutas: "Omnes" (Existência Absoluta) e "Nihil" (Nada absoluto). Omnes manipulava a matéria física, a substância primordial enquanto Nihil o pensamento, o desejo, a vontade. Nesse ponto eram consideradas as essências da perfeição. O perfeito "bem" e o perfeito "mal". Instintivamente criaram o limbo sob a qual pairavam por milênios isoladamente. Não conheciam uma a outra, mas Nihil desejava de tal forma sua existência física que sua vontade a guiou até Omnes. Quando ambos se encontraram meio ao limbo, formaram o primeiro "Deum" (deus), um dos criadores primordiais que dariam início ao cosmos. Outros cinco criadores primordiais se formaram no encontro das demais essências e a este grupo denominou-se Princípio "Di" (deuses).


CRIADORES PRIMORDIAIS

Conhecidos como Deum, são formados pelas essências Omnes e Nihil que de acordo com sua combinação estrutural diferem-se entre personalidade e atribuições. O Principio Di é formado pelos seis Deum que deram origem ao cosmos, o universo e tudo que nele há. Porém durante o processo de criação, perceberam que era sempre necessário transformar, destruir ou recriar algo em prol a evolução do universo. Desde então, dividiram suas funções entre criadores e destruidores tornando possível a evolução da matéria e criando um ciclo de inicio e fim que sempre se renova.


DEUSES CRIADORES

Os três "Deum" que possuem uma combinação estrutural de Omnes mais elevada, dando-lhes maior controle da matéria. Vivem em harmonia com seus irmãos destruidores criando e recriando o universo.


DEUSES DESTRUIDORES

Os três "Deum" que possuem uma combinação estrutural de Nihil mais elevada, dando-lhes maior controle das faculdades mentais e sentimentais. A Sabedoria desses deuses determina o fim de tudo que fora criado para um novo começo seguindo os preceitos evolutivos de todo Princípio Di.


DEUSES CONSERVADORES

Filhos dos deuses criadores e destruidores. Recebem de seus pais a obrigação de cuidar dos mundos criados até que seus pais destruidores despertem e iniciem um novo ciclo. Cada planeta possui os seus conservadores, o seu panteão, as suas crenças. Foi terminantemente proibido por seus pais a intromissão em mundos de outros conservadores, limitando-os a conservar apenas o que lhe fora dado por herança. Possuem personalidades e atribuições variadas, que muitas vezes ocasionam em conflitos e maior semelhança à "natureza humana" que em breve será criada.

Os 12 Deuses Conservadores

1. Natus, a Semeadora - Deusa da Vida

"A vida é maravilhosa se não se tem medo dela." (autor desconhecido)

Descrição: Uma consciencia de tudo o que é vivo, fauna, flora, vilarejos, tribos. a grande mãe de todas as raças, o planeta em si. É o planeta Ytarria.

A Deusa Natus e seu marido Mortiferis são os Deuses mais velhos dentre os Conservadores, são como forças absolutas da natureza.






2. Mortiferis, o Ceifador - Deus da Morte


"Se a morte fosse um bem, os deuses não seriam imortais." (autor desconhecido)

Descrição: A morte suprema, aquela que vai levar até mesmo os deuses.A morte, a passagem e o próprio portal para todos os planos.
mede em torno de 2,5m de altura e não se sabe o seu peso, e pode se apresentar maior caso queira.Quem o olha enxerga um manto muito comprido e apenas a escuridão em seu interior.Ao lado direito vemos apenas a longa lamina que faz parte de seu corpo, para que não esqueça o trabalho que lhe foi imposto.



3. Moror, o Anfitrião (Deus da Fartura)

"Enquanto existir alguem que não tenha saboreado a delícia e a doçura dos prazeres mais intimos, não descansarei. Vamos
onde está o vinho?"

Descrição: Medindo quase 2 metros e pesando mais de 300kg de pura preguiça, adicionando banquetes e festas regadas a orgias, sempre com muito ouro e pedras preciosas, esbanjando alegria e diversão.Ele é nada mais de toda representação de fartura, sendo ela comida, riqueza ou sentimental.



4. Morbi, o Mendigo - Deus da Fome

"O Conforto, a amizade e a gratidão nada podem contra a ambição." (nossa)

Descrição: O desejo, a ambição, a vontade, a fome, a peste, a escassez. Mendigo dos deuses como é chamado não só se prende as coisas mundanas como também não se satisfaz ao conquista-las. Na maior parte do tempo esbanja infecção e mau cheiro putrido de urina em lugares que habita. Geralmente é escurraçado e expulso das reuniões por não apresentar bons modos. É a pura inveja. Mede por volta de 1,60 m de altura e pesa uns 30kg, sua pele é aspera como a terra seca, não possui boca e seu estômago fora retirado quando separou-se de seu irmao siames Moror. Se alimenta da inveja com seu único e grande olho ambicioso.




5. Felix Fortuna, o Apostador - Deus do Caos

"Caos é o acaso, a não exatidão, é o nome que se dá a qualquer ordem que causa confusão em nossas mentes. Aquele que acredita que os deuses não jogam dados com o universo, não deve saber que eu existo."

Descrição: O acaso, a sorte, o azar, o apostador do mundo dos deuses, o jogador. vestido com mantos seu físico é uma variedade de formas fazendo dele a cada instante maior ou menor de acordo com seu jeito de olhar, ele é uma variação desmedida de inconsequencias e irresponsabilidades. Com o rosto limpo e malandro, a sagacidade e a percepção são suas armas valiosas, sua lingua traiçoeira e agil faz com que seja ardiloso e eficiente. os olhos pequenos e sem emoção junto com um bigode dão a impresão de seu rosto não passar emoção alguma. sempre com cartas e dados costuma a apostar em tudo que ve, e geralmente ganha.






6. Ut Mile, o Cavaleiro - Deus da Ordem

"Se são boas só por temerem o castigo e almejarem uma recompensa, então realmente não fazem parte desse mundo."

Descrição: Existe uma ordem a ser lembrada e existe algo a ser protegido nesse mundo, naverdae, é uma dádiva a todos aqueles que obtem do planeta a sua vida. Justiça. O juiz dos Deuses, a Honra, o cavaleiro. Valoriza o combate justo, e defende que na terra, só deveria existir as raças primárias da criação. Mais não seria justo com Os parasitas desse mundo, uma intervençaõ divina, eles não tiveram culpa de ter vindo pra cá. 1,85 m, rosto firme e queixo forte, sempre vestido em sua armadura impecável e seu elmo "cego" que o faz justo em suas decisões.





7. Deus da Solidão

"Minha alma tem o peso da luz. Tem o peso da música. Tem o peso da palavra nunca dita, prestes quem sabe a ser dita. Tem o peso de uma lembrança. Tem o peso de uma saudade. Tem o peso de um olhar. Pesa como pesa uma ausência. E a lágrima que não se chorou. Tem o imaterial peso da solidão no meio de outros."(Clarice Lispector)

Descrição: Antes o bardo dos deuses. Hoje apenas um deus banido que viaja pelo mundo em um barco pequeno, sem nunca poder tocar terra firme. sua forma é humanóide mas ninguem sabe ao certo sua aparencia física pois uma névoa envolve todo aquele que chega perto de sua prisão como um convite eterno para a mesma sentença.





8. A Meretriz - Deusa do Amor

"Amar os outros é a única salvação individual que conheço: ninguém estará perdido se der amor e às vezes receber amor em troca." (Clarice Lispector)

Descrição: Uma elfa jovem e bonita cheia de jóias com o corpo coberto com lenços transparentes, medindo cerca de 1,60m e pesando 50kg bem distribuidos em suas curvas insinuantes, a voz doce como o chocolate e as pele macia, o olhar delicado e recatado trazem um ar de gentileza e satisfação. A beleza, o amor e a fertilidade são suas essencias, que não mede esforços para que sejam reconhecidos em toda Ytarria.



9. Telum, o Ferreiro - Deus da Força

"Não há nada que me de mais prazer do que fazer uma arma perfeita, e não há nada que me deixe mais irritado do que uma arma sem utilidade. Todo o trabalho que se tem na forja para que as armas fiquem como decoração? O fio da espada se da com muito suor e marteladas, e uma arma que não atinge seu objetivo é uma arma sem alma e essa não é digna de entrar no paraíso."

Descrição: Um anão cheio de cicatrizes e queimaduras com os cabelos com tranças molhados de suor. sua barba cheia e longa dão ao rosto um ar pesado e velho, seus músculos são o vigor físico perfeito.Força, resistencia, saude. Ele representa todas essas essencias com louvor.O ferreiro dos deuses, faz suas armas e armaduras, e tambem seria como o contrutor de castelos e casas dos deuses.



10. Stultus, o Ilusionista - Deus da Magia

"Quando você quer alguma coisa,todo o Universo conspira para que você realize o seu desejo" (alquimista -paulo coelho)

Descrição: Com o corpo esguio e ágil, mede aproximadamente 1,75 m de altura, pesa o equivalente a 60kg. Se move com clareza e tem boa postura,sabe se posicionar na frente de todos e fazer discursos. Sua astúcia e sagacidade, faz com que seja invejado pelos mais velhos e suas idéias são taxadas como sonhos juvenis



11. Vis, a Destruidora - Deusa da Guerra

"O essencial da guerra é a destruição, não necessariamente de vidas humanas, mas de produtos do trabalho humano. A guerra é um meio de despedaçar, libertar materiais que de outra forma teriam de ser usados para tornar as massas demasiado confortáveis e, portanto, com o passar do tempo, inteligentes."( Autor desconhecido)

Descrição: A violência, a selvageria, o ferimento, a própria dor. Em essência de tudo que causa destruição, se apegou naquilo que traz mais sofrimento, morte e desumanidade, a própria guerra.Aparenta ser uma mulher de aproximadamente 23 anos de idade, com o corpo bem torneado e distribuido, usa trapos que lhe cobrem as partes intimas junto com bandagens. mede por volta de 1,65m de altura e pesa 50 kg mais a destruição que caus ao pisar parece ser feito por alguem que pesa 3 toneladas.



4. Bruno, o Analista de Sistemas - Deusa da Paz

"Não existe um Caminho para a PAZ. A PAZ é o Caminho" (autor desconhecido)

Descrição: A paz em si, a diplomacia, os acordos, a advogada de todas as almas. a segunda chance para todos começa dela.(pelo menos é o que imaginamos, mas foi o bruno que a criou)