Você também tem novas idéias para tornar os combates mais interessantes, perigosos ou divertidos?
Há um tópico só para eles, deixe seu comentário!

E quanto às magias? Alguma delas é muito poderosa na sua opinião? Muito fraca?
Há um tópico sobre magias também, é só acompanhar e comentar!!


domingo, 26 de junho de 2011

Encontrão agora causa dano!

As regras estão bem diferentes! Vale a pena dar uma lida! (não vou traduzir pq é longo e eu tenho mais o que fazer! :P )

MB campanhas, pag 371

Ataque "maroto" e ataque rapido!

Deceptive Attack
You may designate any melee
attack as “deceptive” before you roll to
hit. A Deceptive Attack is intended to
get past an opponent’s defenses
through sheer skill. You can use this
option to represent any number of
advanced fighting techniques.
For every -2 you accept to your
own skill, your foe suffers a -1 penalty
on his active defenses against this
attack. You may not reduce your final
effective skill below 10 with a
Deceptive Attack, which normally limits
it to skilled fighters.
The GM may opt to speed play by
limiting Deceptive Attacks to a flat -4
to skill, giving the target -2 on his
active defenses.

Rapid Strike
A Rapid Strike is a melee attack
executed swiftly enough that you get
one extra attack. You must take an
Attack or All-Out Attack maneuver,
and you must use a ready weapon to
make the extra attack. Make two
attacks, both at -6 to skill. You can target
multiple opponents this way.
If you already have multiple
attacks, for whatever reason, you can
replace one of them (and only one!)
with two attacks at -6.

Defesas totais pag 366

 Além da opcao de tentar dois ataques por defesa, eles colocaram uma opção igual a que inventamos: ter um bonus em uma defesa, que vai valer pelo turno inteiro. Nota: se vc escolhe ter o bonus na esquiva, vc ainda pode andar até metade do deslocamento no mesmo turno!!!!


Increased Defense: Add +2 to one
active defense of your choice: Dodge,
Parry, or Block. This bonus persists
until your next turn.
 

Detalhe sobre ataque total

Nota: ao contrário do que falaram, ainda é permitido dar um ataque total de 2 ataques!
Ataque total de bonus +2.... ou +1 para cada dado, o que for melhor!
Também se pode fazer ataque total com arma de alcance, tendo um bonus de +1 no NH!

Strong: Make a single attack, at
normal skill. If you hit, you get +2 to
damage – or +1 damage per die, if that
would be better. This only applies to
melee attacks doing ST-based thrust
or swing damage, not to weapons
such as force swords.
If you are making a ranged attack,
you must specify one of these two
options before you attack:
• Determined: Make a single attack
at +1 to hit.

Nova Manobra: Avaliar alvo (pag 364)

Basicamente, vc já tem que estar pronto para atacar e o alvo no alcance, para cada turno q vc usa esta manobra vc tem um bonus de mais 1 no ataque, até um maximo de +3

This maneuver is the melee combat
equivalent of Aim. It lets you take time
to study an adversary in order to gain
a combat bonus on a subsequent
attack. You must specify one visible
opponent who is close enough to
attack unarmed or with a ready melee
weapon, or whom you could reach
with a single Move and Attack maneuver.
You are sizing him up and looking
for the right moment to strike.
An Evaluate maneuver gives you
+1 to skill for the purpose of an Attack,
Feint, All-Out Attack, or Move and
Attack made against that opponent, on
your next turn only. You may take multiple,
consecutive Evaluate maneuvers
before you strike, giving a cumulative
+1 per turn, to a maximum of +3.
Movement: Step.
Active Defense: Any. This does not
spoil your evaluation.

livros da quarta edição

Parece ter todos os livros novos de gurps. Deixem de ser viados e leiam alguns livros em inglês, a maioria dos livros é super sussa de ler!
http://www.4shared.com/dir/4843277/319552d9/

terça-feira, 19 de abril de 2011

As Crônicas dos Deuses

           Os primeiros capítulos, até onde chegaram nossas conversas até agora. Lá no meu apartamento provamos que ainda é possível fazer um panteão de todos, a conversa rendeu muito, várias idéias foram discutidas e aperfeiçoadas num verdadeiro trabalho em conjunto. Espero que continuemos criando, apesar de muitos terem "brochado"...

           Essas crônicas são o resultado daquela conversa e de outras que fui tendo com cada um, esporadicamente, E são prova mais do que concreta de que algo está realmente nascendo, deuses antigos estão realmente despertando!







~~~~~~//~~~~//~~//~~~~//~~~~~~//~~~~//~~//~~~~//~~~~~~








PRÓLOGO – O BAILE DOS INOMINÁVEIS


           O baile transcorria muito animado. Mal uma música se acabava e uma nova crescia entre os instrumentistas que, contagiados pela animação, eram incansáveis. O salão rodava aos pés dos dançarinos que, embriagados de prazeres sem fim, gargalhavam e dançavam e eram a expressão da pura felicidade. Não faltava comida ou bebida, e grandes poetas gritavam as palavras ideais em ritmos teatrais, harmoniosos com a música e a dança e toda a perfeição reinante no lugar. Seus poemas eram as crônicas de universos inteiros e, enquanto recitavam, nos pés dos que pareciam levitar pelo salão e nos acordes que pairavam no ar, estas histórias ganhavam vida. Reflexo do Caos, tudo era improviso, um poeta se entrecruzava aos outros, e assim a poesia tomava forma.
           A energia saía daquele salão e criava, ao seu redor, aqueles universos, aquelas histórias, aqueles poemas. A cada rodopio de passos leves e precisos, a cada toque melodioso da orquestra, era visível a bela e poderosa energia, tornando a existência possível durante aquela música.
           Seguindo o que apenas acontecia, criavam estes seres de perfeição as crônicas das vidas de deuses, durando até o próximo ponto final. 





CAPÍTULO 1 – UM RETORNO E UMA IDÉIA


E eram nascidos doze deuses,
Doze deuses conservadores,
Temerosos de seus pais;
Filhos de grandes poderes,
De criadores e destruidores,
Doze deuses imortais;
(...)

           – Meus irmãos, trago notícias!
           A mesa farta aguardava o último dos doze irmão, Viatge, o Viajante. Sempre vestido em sua loriga de couro e com a mochila nas costas, cujo interior era muito maior do que o exterior, chegava com um largo sorriso por trás da vasta barba que carregam os que estão sempre preparados para qualquer clima. Apresentava-se alto, mas não tão largo, e seus olhos faiscavam conhecimentos além do alcance de seus irmãos. O grande artista Aris havia decorado o mundo com imagens do mais novo livro de seu irmão que, emprestando-lhe o dom das artes, havia feito. O trato era sempre o mesmo, Aris emprestava seu dom ao irmão e, em troca, conhecia antes de todos os outros irmãos, e com muito mais pormenores, as histórias das viagens de Viatge. Juntos, tinham já uma grande coleção de livros, com as histórias de vários outros mundos. Agora Viatge tomava seu lugar à mesa, enquanto Aris se levantava e começava a encenar uma peça contando as tais novidades.
           Estavam já sentados à mesa Ut Mile, o Cavaleiro, Deus cego da Ordem, principal responsável por manter o Caos, a energia bruta das possibilidades, contida de modo a não haver a criação e a destruição desgovernadas ao redor do mundo. Imenso em todos os sentidos, musculoso e empertigado, sempre sério, a postura orgulhosa como se visse a alma de tudo e todos apesar de seu elmo fechado, que lhe cegava os olhos para abrir sua mente à verdadeira justiça. Natus, Deusa da Existência, indescritivelmente bela, ao mesmo tempo dona do plantio que mantém o mundo e ela mesma o próprio mundo. Mortíferis, Deus da Transformação, consorte de Natus e ceifador de seu plantio, conhecedor dos momentos de todas as mudanças. Morbirus, o belo e galante Deus dos Prazeres e dos Desejos, sua roupa sempre impecável, nenhum fio de cabelo fora do lugar, a pele vermelha como o fogo que lhe arde por dentro, um eterno festeiro e distribuidor de alegrias sem fim. Dolores, Deusa do Medo e da Dor, a sempre deprimida gêmea de Morbirus, com os olhos mareados e a face exprimindo o eterno desespero, responsável pela parcimônia de Morbirus, para desgosto de ambos. Condita, Deusa da Paz, mulher bem feita de olhos brancos e voz melodiosa, capaz de parar guerras com apenas um gesto, espalhando sempre harmonia ao seu redor. Telum, o Artesão, Deus da Força, sua baixa estatura compensada por sua longa barba e seus músculos plenos, ideais. Orgulhoso do templo que erguera para a reunião e das armas portadas por cada um de seus irmãos, suas criações mais amadas. Vis, a Destruidora, Deusa da Guerra, ao mesmo tempo melhor amiga de Telum e pior inimiga, por dar utilidade a suas armas, porém à custa da destruição de toda outra criação. Temeris, aquela que nunca desiste, Deusa da Coragem, mulher teimosa e geniosa, de cabelos ruivos e olhar quase amedrontador. E Stultus, o Ilusionista, Deus da Magia, de corpo esguio e mente ágil, seu único olho inquieto a se mover por toda a face, o mais novo dos deuses, e também o mais aberto, sempre buscando maneiras de interagir com seus irmãos, de fazer parte do todo.
           Desta vez, porém, Viatge estava mais inquieto, mais impaciente. Sequer esperou que seu irmão terminasse sua apresentação, falando logo a todos sobre o que vira no mundo que havia visitado:
           – Eles criam, irmãos. Assim como fomos criados, eles criam também. Criam raças com potencialidades, com possibilidades. Nosso mundo é parado, não fazemos nada que não ficarmos uns entre os outros, e nada acontece, nada se move. Mortíferis, meu irmão, não têm feito bem o seu trabalho! Morbirus, onde está desejo de novidades? Natus, o que há com seu ventre, que apenas mantém e nunca cria?
           – Meu irmão, estamos bem assim, nesta vida simples e boa. Temos todo um mundo apenas para o nosso deleite, não há mais o que desejar! - Era Morbirus, falando entre um gole duma bebida com sabor de gargalhadas e um pedaço quente dum bolo de abraços fraternais.
           – Eu gosto da criação - falava Aris, sentando-se à mesa com os irmãos. Seu corpo ágil movendo-se ligeiro e leve, suas roupas coloridas e o chapéu de três pontas emprestando ainda mais beleza à mesa, enquanto os guizos do chapéu soavam melodias que apenas um Deus das Artes poderia realmente criar.
           – Não posso negar minha vontade, - Natus falava desta vez - mas tenho um certo receio com relação a isso, como uma voz no fundo da minha mente gritando um alerta que não consigo entender. Não sei no que isso resultaria... mas podemos considerar a idéia.
           A partir de então começou a algazarra. A Deusa da Existência havia aberto uma brecha, havia concordado, e sua opinião era muito importante para os demais. Ainda assim, os ânimos se exaltavam tanto pela idéia quanto pelo desacordo entre os deuses.
           Apenas Morbirus permanecia calado. Somente observava. Com seu grande olho, observava. 





CAPÍTULO 2 – RAIZES


Sem razão para a existência,
Sem grandes transformações,
Na criação apenas se pensa,
Por trás muitas maquinações,
Idéias a muito nascidas,
No seio das grandes paixões;
(...)

           Os irmãos estavam dispersos, cada um focado em seus afazeres ou em suas diversões. Haviam cessado as discussões por enquanto, cada um organizando sua mente. Natus e Mortíferis dançavam sua eterna dança, florescendo e ceifando e tornando a florescer para novamente ceifar. Nunca poderiam realmente se tocar, a proibição vinha de um algo maior em suas mentes, como o eco de consciências acima do alcance de seu entendimento, que lhes dizia que muito aconteceria se houvesse na existência alguma transformação. Era, porém, difícil se controlar, e depois da discussão, ambos se olhavam com outros ares. Com certeza eram os mais afetados pelo tema, os cônjuges que jamais consumariam seu casamento.
           Aris e Stultus visitavam a oficina de Telum, os três eram grandes representações da força criativa e, inconscientemente, conversando apenas com seus olhares, começaram a fazer pequenos bonecos, Telum dando-lhes substância, Aris moldando-lhes as formas e Stultus batizando-os com a própria criação, a magia. Quando se deram conta, destruíram seu trabalho, receosos do que poderiam fazer seus irmãos se soubessem que os três se adiantaram à reunião seguinte, em que votariam por criar ou não. Aris, no entanto, guardara dois bonecos em um de seus muitos bolsos. Gostaria de tê-los mostrado a Viatge, que ele sabia ter a mente mais aberta, que era tão sábio, mas o irmão viajava novamente, pesquisando outros mundos, pesquisando criações.
           Numa cratera que doía em Natus, Vis sentia os músculos tremerem ansiosos. Dolores, em sua caverna, escondida de todos, sentia os sentimentos da irmã. Sentia a ansiedade de Vis por causar dor, por destruir.
           Ut Mile não conversava com ninguém, não se aproximava de ninguém. O que quer que pensasse sobre o assunto, não diria antes da hora marcada para isso.
           Condita também era sentida por Dolores, mas era uma sensação diferente. Condita tinha medo. Sabia muito bem que dificilmente haveria paz nesta tal criação. Temeris tentava lhe encorajar, usava discursos grandiosos e gestos incontidos, tentando mostrar à irmã as possibilidades. Não sabia exatamente por que fazia aquilo, mas havia começado e não mudaria de idéia por nada.
           Com seu olho que apenas sabia desejar, Morbirus tinha seus planos, que não se revelariam antes da certeza de realização. A muito que esperava por uma reunião como aquela, e agora, com os ânimos exaltados, tinha espaço para o quê a muito pensava fazer. E, principalmente, tinha Vis e Condita a ocuparem sua irmã gêmea.


 

Continua...



domingo, 17 de abril de 2011

Isaac Thull Bocs


Aprofundou-se em Artes Ocultas desde cedo, por se interessar em enigmas.
Após os primeiros anos de estudo (ainda muito novo, aos 15 anos), enquanto explorava uma masmorra, escorregou. E desde então, sua vida mudou.
Sua inicialização no oculto se deu através de seu pai, um professor de História na capital de Ytarria e sua mãe, uma artista muito conhecida.
Desde pequeno ia à masmorras antigas com seu pai, sua mãe e um amigo do pai, o “detetive e aventureiro” Oliver Kresden.
Durante uma exploração de masmorra, onde seu pai, Danton Thull Bocs, havia encontrado provas de um deus cultuado há centenas de anos, sua mãe, Issante Marlinn Bocs, fazia os desenhos e captava os detalhes artísticos dessas explorações, enquanto Oliver cuidava da segurança. Isaac aprendia tudo. Achou um talismã, uma chave que abriu sua mente. Ele entrou em estado de coma por uma semana, deixando seus pais preocupados.
Quando despertou começou a ouvir vozes e criaturas apareciam para ele, contando histórias antigas.
Desde então, junto com seu pai, sua mãe e Oliver, foi treinado para aprender mais sobre este conhecimento e para ensinar mais, não só para seus pais, mas também para a sociedade.
Agora, já adulto, deixou seus pais em casa e foi atrás do “chamado oculto”, uma voz que falava sobre uma mudança no padrão.
Para ele, tudo está interligado, tudo está conectado e ele quer conhecer mais sobre o padrão.


Rafael "Ace" Juri

E ai pessoas, meu primeiro post, é para me apresentar! uhauha

Bom como todos devem saber, foi permitido minha entrada no grupo de vocês.
A partir de agora, vou apresentar meu char, e possiveis ajudas para campanha.
Se algo sair fora dos padrões me expliquem (acho que não jogo gurps a uns 2 ou 3 anos, e foi uma aventura simples)


Bom é isso
See you space Cowboys

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Magias mais equilibradas

Não sei por que, mas hoje estava me lembrando das magias de bloqueio e me recordei de seu poder frente a outras defesas.

Pensei então em levantear um tópico para revermos algumas magias que achemos muito poderosas, ao ponto de desequilibrarem os combates. Conforme formos vendo os problemas, vamos relatando-os aqui nos comentários, inclusive com soluções possíveis.

domingo, 27 de março de 2011

Novas regras de combate

Hei, pessoal.
Um fator muitíssimo importante que tem sido deixado de lado nestes tempos: NOVAS REGRAS DE COMBATE!!!!
As novas edições tem tantas coisas novas e tá todo mundo esperando uma renovada nos combates.
Então sugiro de, assim que fecharmos os deuses recém-criados (que deve acontecer em breve), vamos fazer um levantamento com novas regras do livro - e nossas - para deixarmos os combates mais divertidos!

quinta-feira, 24 de março de 2011

Cosmogênese

AS ESSÊNCIAS PRIMORDIAIS

A origem do cosmos e tudo que nele existe se deu apartir de duas famílias de essências primordiais absolutas: "Omnes" (Existência Absoluta) e "Nihil" (Nada absoluto). Omnes manipulava a matéria física, a substância primordial enquanto Nihil o pensamento, o desejo, a vontade. Nesse ponto eram consideradas as essências da perfeição. O perfeito "bem" e o perfeito "mal". Instintivamente criaram o limbo sob a qual pairavam por milênios isoladamente. Não conheciam uma a outra, mas Nihil desejava de tal forma sua existência física que sua vontade a guiou até Omnes. Quando ambos se encontraram meio ao limbo, formaram o primeiro "Deum" (deus), um dos criadores primordiais que dariam início ao cosmos. Outros cinco criadores primordiais se formaram no encontro das demais essências e a este grupo denominou-se Princípio "Di" (deuses).


CRIADORES PRIMORDIAIS

Conhecidos como Deum, são formados pelas essências Omnes e Nihil que de acordo com sua combinação estrutural diferem-se entre personalidade e atribuições. O Principio Di é formado pelos seis Deum que deram origem ao cosmos, o universo e tudo que nele há. Porém durante o processo de criação, perceberam que era sempre necessário transformar, destruir ou recriar algo em prol a evolução do universo. Desde então, dividiram suas funções entre criadores e destruidores tornando possível a evolução da matéria e criando um ciclo de inicio e fim que sempre se renova.


DEUSES CRIADORES

Os três "Deum" que possuem uma combinação estrutural de Omnes mais elevada, dando-lhes maior controle da matéria. Vivem em harmonia com seus irmãos destruidores criando e recriando o universo.


DEUSES DESTRUIDORES

Os três "Deum" que possuem uma combinação estrutural de Nihil mais elevada, dando-lhes maior controle das faculdades mentais e sentimentais. A Sabedoria desses deuses determina o fim de tudo que fora criado para um novo começo seguindo os preceitos evolutivos de todo Princípio Di.


DEUSES CONSERVADORES

Filhos dos deuses criadores e destruidores. Recebem de seus pais a obrigação de cuidar dos mundos criados até que seus pais destruidores despertem e iniciem um novo ciclo. Cada planeta possui os seus conservadores, o seu panteão, as suas crenças. Foi terminantemente proibido por seus pais a intromissão em mundos de outros conservadores, limitando-os a conservar apenas o que lhe fora dado por herança. Possuem personalidades e atribuições variadas, que muitas vezes ocasionam em conflitos e maior semelhança à "natureza humana" que em breve será criada.

Os 12 Deuses Conservadores

1. Natus, a Semeadora - Deusa da Vida

"A vida é maravilhosa se não se tem medo dela." (autor desconhecido)

Descrição: Uma consciencia de tudo o que é vivo, fauna, flora, vilarejos, tribos. a grande mãe de todas as raças, o planeta em si. É o planeta Ytarria.

A Deusa Natus e seu marido Mortiferis são os Deuses mais velhos dentre os Conservadores, são como forças absolutas da natureza.






2. Mortiferis, o Ceifador - Deus da Morte


"Se a morte fosse um bem, os deuses não seriam imortais." (autor desconhecido)

Descrição: A morte suprema, aquela que vai levar até mesmo os deuses.A morte, a passagem e o próprio portal para todos os planos.
mede em torno de 2,5m de altura e não se sabe o seu peso, e pode se apresentar maior caso queira.Quem o olha enxerga um manto muito comprido e apenas a escuridão em seu interior.Ao lado direito vemos apenas a longa lamina que faz parte de seu corpo, para que não esqueça o trabalho que lhe foi imposto.



3. Moror, o Anfitrião (Deus da Fartura)

"Enquanto existir alguem que não tenha saboreado a delícia e a doçura dos prazeres mais intimos, não descansarei. Vamos
onde está o vinho?"

Descrição: Medindo quase 2 metros e pesando mais de 300kg de pura preguiça, adicionando banquetes e festas regadas a orgias, sempre com muito ouro e pedras preciosas, esbanjando alegria e diversão.Ele é nada mais de toda representação de fartura, sendo ela comida, riqueza ou sentimental.



4. Morbi, o Mendigo - Deus da Fome

"O Conforto, a amizade e a gratidão nada podem contra a ambição." (nossa)

Descrição: O desejo, a ambição, a vontade, a fome, a peste, a escassez. Mendigo dos deuses como é chamado não só se prende as coisas mundanas como também não se satisfaz ao conquista-las. Na maior parte do tempo esbanja infecção e mau cheiro putrido de urina em lugares que habita. Geralmente é escurraçado e expulso das reuniões por não apresentar bons modos. É a pura inveja. Mede por volta de 1,60 m de altura e pesa uns 30kg, sua pele é aspera como a terra seca, não possui boca e seu estômago fora retirado quando separou-se de seu irmao siames Moror. Se alimenta da inveja com seu único e grande olho ambicioso.




5. Felix Fortuna, o Apostador - Deus do Caos

"Caos é o acaso, a não exatidão, é o nome que se dá a qualquer ordem que causa confusão em nossas mentes. Aquele que acredita que os deuses não jogam dados com o universo, não deve saber que eu existo."

Descrição: O acaso, a sorte, o azar, o apostador do mundo dos deuses, o jogador. vestido com mantos seu físico é uma variedade de formas fazendo dele a cada instante maior ou menor de acordo com seu jeito de olhar, ele é uma variação desmedida de inconsequencias e irresponsabilidades. Com o rosto limpo e malandro, a sagacidade e a percepção são suas armas valiosas, sua lingua traiçoeira e agil faz com que seja ardiloso e eficiente. os olhos pequenos e sem emoção junto com um bigode dão a impresão de seu rosto não passar emoção alguma. sempre com cartas e dados costuma a apostar em tudo que ve, e geralmente ganha.






6. Ut Mile, o Cavaleiro - Deus da Ordem

"Se são boas só por temerem o castigo e almejarem uma recompensa, então realmente não fazem parte desse mundo."

Descrição: Existe uma ordem a ser lembrada e existe algo a ser protegido nesse mundo, naverdae, é uma dádiva a todos aqueles que obtem do planeta a sua vida. Justiça. O juiz dos Deuses, a Honra, o cavaleiro. Valoriza o combate justo, e defende que na terra, só deveria existir as raças primárias da criação. Mais não seria justo com Os parasitas desse mundo, uma intervençaõ divina, eles não tiveram culpa de ter vindo pra cá. 1,85 m, rosto firme e queixo forte, sempre vestido em sua armadura impecável e seu elmo "cego" que o faz justo em suas decisões.





7. Deus da Solidão

"Minha alma tem o peso da luz. Tem o peso da música. Tem o peso da palavra nunca dita, prestes quem sabe a ser dita. Tem o peso de uma lembrança. Tem o peso de uma saudade. Tem o peso de um olhar. Pesa como pesa uma ausência. E a lágrima que não se chorou. Tem o imaterial peso da solidão no meio de outros."(Clarice Lispector)

Descrição: Antes o bardo dos deuses. Hoje apenas um deus banido que viaja pelo mundo em um barco pequeno, sem nunca poder tocar terra firme. sua forma é humanóide mas ninguem sabe ao certo sua aparencia física pois uma névoa envolve todo aquele que chega perto de sua prisão como um convite eterno para a mesma sentença.





8. A Meretriz - Deusa do Amor

"Amar os outros é a única salvação individual que conheço: ninguém estará perdido se der amor e às vezes receber amor em troca." (Clarice Lispector)

Descrição: Uma elfa jovem e bonita cheia de jóias com o corpo coberto com lenços transparentes, medindo cerca de 1,60m e pesando 50kg bem distribuidos em suas curvas insinuantes, a voz doce como o chocolate e as pele macia, o olhar delicado e recatado trazem um ar de gentileza e satisfação. A beleza, o amor e a fertilidade são suas essencias, que não mede esforços para que sejam reconhecidos em toda Ytarria.



9. Telum, o Ferreiro - Deus da Força

"Não há nada que me de mais prazer do que fazer uma arma perfeita, e não há nada que me deixe mais irritado do que uma arma sem utilidade. Todo o trabalho que se tem na forja para que as armas fiquem como decoração? O fio da espada se da com muito suor e marteladas, e uma arma que não atinge seu objetivo é uma arma sem alma e essa não é digna de entrar no paraíso."

Descrição: Um anão cheio de cicatrizes e queimaduras com os cabelos com tranças molhados de suor. sua barba cheia e longa dão ao rosto um ar pesado e velho, seus músculos são o vigor físico perfeito.Força, resistencia, saude. Ele representa todas essas essencias com louvor.O ferreiro dos deuses, faz suas armas e armaduras, e tambem seria como o contrutor de castelos e casas dos deuses.



10. Stultus, o Ilusionista - Deus da Magia

"Quando você quer alguma coisa,todo o Universo conspira para que você realize o seu desejo" (alquimista -paulo coelho)

Descrição: Com o corpo esguio e ágil, mede aproximadamente 1,75 m de altura, pesa o equivalente a 60kg. Se move com clareza e tem boa postura,sabe se posicionar na frente de todos e fazer discursos. Sua astúcia e sagacidade, faz com que seja invejado pelos mais velhos e suas idéias são taxadas como sonhos juvenis



11. Vis, a Destruidora - Deusa da Guerra

"O essencial da guerra é a destruição, não necessariamente de vidas humanas, mas de produtos do trabalho humano. A guerra é um meio de despedaçar, libertar materiais que de outra forma teriam de ser usados para tornar as massas demasiado confortáveis e, portanto, com o passar do tempo, inteligentes."( Autor desconhecido)

Descrição: A violência, a selvageria, o ferimento, a própria dor. Em essência de tudo que causa destruição, se apegou naquilo que traz mais sofrimento, morte e desumanidade, a própria guerra.Aparenta ser uma mulher de aproximadamente 23 anos de idade, com o corpo bem torneado e distribuido, usa trapos que lhe cobrem as partes intimas junto com bandagens. mede por volta de 1,65m de altura e pesa 50 kg mais a destruição que caus ao pisar parece ser feito por alguem que pesa 3 toneladas.



4. Bruno, o Analista de Sistemas - Deusa da Paz

"Não existe um Caminho para a PAZ. A PAZ é o Caminho" (autor desconhecido)

Descrição: A paz em si, a diplomacia, os acordos, a advogada de todas as almas. a segunda chance para todos começa dela.(pelo menos é o que imaginamos, mas foi o bruno que a criou)


Apêndice I

O Apêndice irá conter as criaturas, deuses menores, semi-deuses e afins que surgirem durante a criação das histórias, crônicas, contos e relações entre os deuses (Panteão - Etapa II). Lembrando que se torna oficial apenas quando for aprovado pela maioria através de votação. Porém, quando a segunda etapa do Panteão estiver concluída, deixaremos livre o Apêndice para a inclusão de seres criados pelos mestres durante suas aventuras sem necessitar de aprovação. Todos de acordo?


TRÍADE (acorde de 3 notas. Do latim Trínitas)

Se trata de três irmãs siamesas concebidas pela deusa Natus (deusa da Vida) e Mortiferis (deus da Morte). O nascimento dessa criatura divina trouxe ao mundo o Tempo que outrora não existia e consigo a mortalidade de todos os deuses. Ela guarda os segredos do destino relatando o futuro, presente e passado decididos por seus pais. Para protege-la de seus irmãos que pretendiam mata-la (mais detalhes na Etapa II do Panteão), sua mãe decide mantê-la em seu útero, lugar mais inacessível e obscuro de Yrty, retardando seu nascimento e fazendo dali o seu lugar de vivência em plena geração. Porém essa proteção lhe concedeu uma má formação e consequentemente uma aparência bizarra e temida. Assemelha-se à um obelisco ou árvore de três faces que possui milhares de braços, olhos, bocas e ouvidos. Seu nome deriva da forma com que relatam o destino. A face do futuro compõe em pergaminhos os versos da vida, a música do destino. A face do presente recebe esses pergaminhos e os canta. Milhares de bocas entoando os versos do destino tornando-os realidade para todos. A face do passado possui apenas ouvidos e guarda em sua memória tudo que fora vivido pelos mortais.

terça-feira, 22 de março de 2011

PANTEÃO

Bom dia a todos!

Os 12 deuses estão prontos e em breve serão postados. Estamos finalizando alguns detalhes mas entre hoje e amanhã estarão no blog para votação. Porém, as histórias, crônicas e relacionamentos entre eles ainda não estão completas. Essa será a primeira parte apenas.

Desculpem-nos pelo atraso.

quinta-feira, 10 de março de 2011

A Ascensão de Corelon

"Já não era surpresa Aldon ter cedido o trono a Corelon. Tanto a nação Caithness quanto o próprio Imperador Aldon alimentavam mais fé em Corelon do que em qualquer outra coisa"

-Narkan, embaixador de Caithness

Aldon ganhara um aliado poderoso. Tão poderoso, que perto dele se sentia imbatível. Mas nos momentos mais sombrios da noite, temia perante a qualquer ruído. As sombras feitas pelas velas, em sua mente eram como se bestas o espiasse, esperando apenas o momento ideal para devorar suas víceras. Aldon sabia que não podia mais ser Imperador.

Perante uma multidão de pessoas, Aldon se ajoelha e entrega sua coroa a Corelon. A multidão festeja e se inspira diante do ato. Finalmente alguém que mostrara tamanha bravura fora recompensada pelos seus atos. Os poucos heróis que Yrth teve, nunca conseguiram passar de vassalos de um rei, e acabaram tendo seus nomes esquecidos e silenciados nos ecos do tempo.

As pessoas podiam sentir a mudança. E estavam felizes com elas.

Corelon percebia o sentimento de cada pessoa naquela multidão.

A multidão estava tão empolgada com a mudança, que no meio a festividade e a cantarolagem, todos se esqueceram completamente de Aldon.

Essa foi a ultima vez que Aldon fora visto.

"Que a luz sempre acompanhe o Imperador Corelon"

Mas Corelon sabia que a luz nunca mais o acompanharia. Fora um sacrifício necessário para um bem maior. E isto era apenas o começo.

E uma nova era começa.


quarta-feira, 2 de março de 2011

A luz de Caithness: Corelon Parte III

"As sombras da noite cobriam até onde a vista alcançasse.Chuvia torrencialmente. O cheiro fétido de sangue e carne queimada pairava o ar. Mas tudo parecia distante. O som do combate parecia abafado, como se não importasse mais. Apenas uma luta se sobressaia a tudo. Apenas Corelon e o Grão Mestre da Academia Arcana de Azer Archmedes "
-Aldon, Imperador de Caithness

Corelon surge.
Sua roupa era branca e brilhava como o sol.
Os cabelos preto de seus cabelos grisalhos parecia mais escuro do que nunca.

Sua presença era como uma onda de alívio para o exército de Caithness, mas para os Megalanos era como uma torrente de medo que parecia levar a alma de cada um.

Archmedes vê a figura que está tornando sua vitória duvidosa e deixa o massacre do exército de lado.

Dezenas de esferas são lançadas na direção de Corelon, mas um domo de energia eletrizante parece deter a maior parte do golpes. Corelon é lançado dezenas de metros mas não parece se abalar. Pequenas manchas de sangue parecem manchar a roupa de Corelon, mas ela parece não ter sofrido dano algum.

Corelon olha na direção de Archmedes e sentenas de relâmpagos rasgam os céus para acerta-lo.

Archmedes desaparece, e vem aparecer nas costas de Corelon.

Os relâmpagos acertam dezenas de magos e explodem no meio exército Megalano, deixando dezenas de mortos espalhados pelo chão.

Archmedes vê Corelon se virar e nota os olhos vermelhos em sua face.Mas antes que pudesse conjurar algo um turbilhão de chamas o acerta por baixo. O poder de suas joias o protegem de grande parte do dano, mas ainda assim, as chamas consomem metade de sua perna.

Quando Archmedes consegue se livrar das chamas, nota que Corelon estava levando a morte aos magos megalanos.

Com grande dificuldade Archmedes engole seu orgulho para aproveitar esta oportunidade e começa a conjurar uma mágica.

Era uma cena dificil de se ver.

Corelon voava na direção dos magos ignorando qualquer magia que eles lhe lançassem, e chegando perto os agarrava com as mãos nuas, e arrancava quaisquer que fossem os membros que suas mãos tocava.

Em segundos, dezenas de magos cairam, todos com os corpos mutilados, alguns até partidos ao meio.

Foi impossível para Archmedes notar, mas cada cadaver morto por Corelon, estava com símbolos mágicos.

Archmedes finalmente termina de conjurar sua magia.

Uma núcleo de magma com veios de ácido cercado por labaredase ventos cortantes se formava acima de sua cabeça, com mais de 20 metros de diâmetro.

Archmedes lança na direção de Corelon sua Esfera de Destruição Primordial.

Corelon com toda a confiança do mundo voa na direção da esfera.

Eis que as almas dos mortos saem dos símbolos mágicos de Corelon, e junto com elas saem tentáculos de energia negra e vermelha, que consomem as almas e vão todos na direção da grande joia de Archmedes. Como se sugados pela jóia os tentáculos somem e a joia começa a se ruir, caindo em pedaços no chão.

A Esfera de Destruição Primordial começa a se desfazer, mas antes que estivesse desfeita Corelon e engolido por ela.

Ambos os exércitos olham na direção.

O comandante das tropas de Mégalos Arlekoff sorri, e seu adversário O Imperador Aldon, teme.

A esfera desaparece, e resta apenas a escuridão no céu.

Um clarão que extinguiu toda a escuridão e a chuva, iluminou o céu.

Corelon venceu.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Qual é o papel de cada um em um grupo RPG?

Qual é o papel do mestre durante uma sessão de rpg? Qual é o papel do jogador? E qual é o papel do GRUPO?
Embora essas perguntas pareçam extremamente obvias para um grupo experiente como o nosso, elas as vezes precisam ser quiestionadas. Vamos colocar isso de uma forma mais interessante:

O que SE ESPERA em uma sessão de rpg? O que se ESPERA de um jogador? E o que um JOGADOR e um GRUPO espera de uma sessão de rpg?

Agora as perguntas ficaram um pouco mais dificeis. E para discutir estas coisas que eu convoco uma reunião o mais breve possível. Gostaria que ela tivesse acontecido neste domingo mas como eu não pude aparecer, sugiro na próxima vez que nos encontrarmos.

Fiquei extremamente puto com um ocorrido nesta última sessão, passei todos estes últimos dias incomodado com isso, e como todos vocês sabem, eu prefiro não apagar simplesmente as coisas e, ao invés, discutirmos para melhorarmos as nossas amizades e a sinergia do grupo.

Prefiro não começar a discutir o que houve nesta sexta aqui porque acho que não vamos chegar a lugar algum, mas também gostaria que nenhum dos jogadores ficasse "preparando o seu terreno" para a discussão, influenciando e manipulando outros jogadores. (Se é que já não estão fazendo isso...)

Bom, é isso pessoal. Abraço a todos!


domingo, 27 de fevereiro de 2011

Reunião emergencial dos Olhos do Céu em Uulinn – Aoshi Kawakami

Registrado por Feng Tsuhai – Tenente da 4ª divisão da guarda de Kouryu

  “Aoshi Kawakami, filho de Yoko e Shindo Kawakami, ex-administradores e mestres do dojo Kawakami das terras do clã Suisei ao centro da península sahudense. Já indicado para a sucessão do dojo como o primogênito, nasceu com grandeza e força que reforçaram as expectativas de seus pais sobre seu futuro. Cresceu sempre no ambiente do dojo Kawakami que treinava guerreiros que em sua maioria guardavam os portos de invasões piratas e criaturas que viessem a ameaçar o território do clã Suisei. As historias que os próprios alunos do dojo lhe contavam sobre seus pais aumentavam cada vez mais seu orgulho e admiração para com seus “grandes mestres”, por isso se empenhou em aperfeiçoar e fortalecer corpo e alma, vendo e absorvendo cada coisa que achasse que lhe ajudaria a completar-se. Porém, uma de suas escolhas pareceu não agradar seu pai. Aoshi percebeu que a versatilidade poderia lhe trazer vantagens em varias situações começando assim a treinar vários estilos além da tradicional Katana. “Alguém com esse tipo de pensamento não é necessário neste dojo!”, essas palavras de Shindo Kawakami culminarão com a saída de Aoshi do dojo depois de uma breve discussão onde seus olhares disseram mais do que suas bocas: “Vá!” e “Vou embora!”. Antes de deixar Sahud ele me disse: “Verei essa terra com meus próprios olhos. Verei sua diversidade e similaridades e me adaptarei a elas. Voltarei não como um mestre na arte da espada, mas como mestre na arte do combate!”
  Viajou através da grande Zarak e entre varias cidades e vilas vendo e aprendendo quando finalmente chegou á grande capital, Mégalos, onde conheceu um guarda local chamado Steve Taylor, em sua busca por um emprego na capital. Vendo a excentricidade das habilidades de seu novo colega convidou Aoshi para conhecer seus amigos de outro “emprego” vindo a conhecer assim o mago elfo Kevin McPerson, o Ranger Vladmirr Ptien e um satiro cujo nome infelizmente se perdeu nos registros. Eu não usaria a palavra “mercenário” para descrevê-los embora tenha sido essa sua ocupação inicial nessa nova fase de sua jornada, mas o encontro com a Deusa da Paz mudaria o rumo deles. Aoshi afirma ter passado com seus amigos, por provações que julgo serem impossíveis para os maiores campões de Sahud. Ao voltar, Yoko Kawakami e Shindo Kawakami já se encontravam em descanso eterno em terras dadas a família oficialmente pelo clã Suisei. Fui encarregada de lhe entregar uma carta de seus pais escrita antes de falecerem. Aoshi nunca me permitiu ler o conteúdo da carta, mas o que escapava de seus olhos não provia da raiva, isso afirmo com certeza. Casou-se com Shizuko Masaki com quem teve quatro filhos, sendo hoje o mais velho, o responsável pelo Dojo Kawakami. Até mesmo Vossa Excelência, nosso Rei Celestial reconheceu seu valor e o de seu amigo estrangeiro Steve Taylor mandando-os a oeste, para liderar os exércitos, rechaçarem os ataques dos orcs e para estabelecer onde hoje são as terras de Byakko. Também lhes oferecera o titulo da guarda de Kouryu mesmo sabendo que ambos não aceitariam. Reconhecera também o valor de Kevin McPerson e Todd McPerson que vieram com Aoshi. Por isso não posso me calar quando a palavra “traidor” fora proferida neste palácio só pelo motivo do atual paradeiro dele ser desconhecido. Mesmo tendo visto a Deusa da Paz com seus próprios olhos e presenteado com armas que nunca seriam produzidas nessas terras, ele nunca duvidou de Vossa existência e autoridade. Tenho certeza absoluta que Aoshi-nii-san está vendo além das guerras nas terras do sul e de que retornará ainda mais forte não apenas por nossa terra Sahud.”

  - Registro do depoimento de Ryoko Kawakami, ex-mestre do dojo Kawakami e atual General interino dos exercitos de defesa de Byakko, sobre o desaparecimento de Aoshi Kawakami das terras de Byakko depois de confirmada a segurança da mesma.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Djinns

A Terra dos Gênios continua desconhecida? Ou os grandes magos e aventureiros terão histórias para mil e um noites de diversão?

sábado, 12 de fevereiro de 2011

A luz de Caithness: Corelon Parte II

O Imperador de Mégalos com certeza vira a situação de Caithness, e ordenara que as expedições contra as cidades nas fronteiras fossem cada vez frequentes e logo a primeira cidade fora conquistada.
O exército de Caithness estava muito fraco, quando os espiões do Imperador Aldon o informaram que a Grande Academia Arcana de Azer entraria em combate. O desespero era enorme e mesmo Corelon teve dificuldade de manter a calma nas pessoas.

Corelon se ausentou por uma semana. Aldon não saiu de sua cama esse tempo todo.

O desespero era grande demais.

Eis que um exécito se aproximou da cidade. As pessoas praticamente aceitaram a morte, mas ai perceberam que era um exército élfico. Nunca foram vistos tantos elfos juntos em toda história, e Corelon os comandava.

Aldon acorda com a voz de Corelon que podia ser ouvida pela cidade inteira.

"Neste momento estamos caminhando pelo vale mais sombrio, mas eu vejo os primeiros raios de luz.
O povo élfico esta aqui para ajuda-los contra as garras da besta chamada Mégalos.
Povo de Caithness não é hoje que ruiremos, muito menos amanhã, esta é nossa provação.
Tomaremos aquela cidade e acabaremos com qualquer esperança Megalana.
Agora marchem meu povo e quando a Academia Arcana por os pés no campo de batalha, olhem para os céus, pois eu mesmo os arrancarei da face de Yrth"

O brilho natural dos elfos, fascinavam as pessoas. Em pouco tempo a calma élfica fora passada para as pessoas, e as palavras de Corelon aumentara as esperanças das pessoas novamente de forma que o próprio Imperador Aldon comandou o exército.

Sob o comando do Imperador o exército marchou pela manhã.

Mas ao anoitecer outro exército partira. O exército élfico das sombras. Seu ataque fora silencioso, mas vital. Apesar de serem poucos, qualquer um que pudesse organizar um exército ou comandar uma tropa fora morto.

Quando o exército principal chegou a cidade, deu de cara com um inimigo numeroso. Porém um inimigo ferido.

Fora uma grande vitória.

Após um mês as forças de Mégalanas apareceram, em número muito superior ao exército de Aldon, mesmo com os elfos.

O ataque começara implacavelmente e a força Megalana lutava frenéticamente para subir as muralhas da cidade.A força de Aldon resistia bravamente e as flechas élficas derrubavam inimigos às centenas. Mas logo as forças Megalanas conseguira um pedaço da muralha.
Eis que um grande lampejo explode de cima das muralhas. Era o sinal para a academia arcana.
Os magos começaram a aparecer às centenas como pontos no céu e rapidamente uma chuva de elementos começara a cair sobre o exército de de Aldon.

Quando o Grão-mestre de academia de Azer apareceu, e flutuando com ele um diamante do tamanho de um boi com centenas de joias flutuando ao seu redor.

Naquele momento começara a chuver.

E de cada joia uma rajada elemental era lançada na direção do exército.

Começara um massacre.

Eis que um brilho aparece no céu, extinguindo a escuridão junto com a chuva.

Corelon aparece novamente

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

O conto de Slave "O grande"

Por Salitas K. Grievam - o bardo Meio-elfo.

Eu tinha apenas oito anos quando meu pai disse,-"Você já é um homem.", e mandou-me obedecer as ordens daquele senhor,pra que meus irmãos e irmãs tivessem uma chance de chegar a minha idade.As coisas estavam difíceis e meu pai e eu trabalhávamos todos os dias pra recebermos o suficiente pra alimentar duas pessoas, pena minha família ser formada por sete.Meus irmãos são pequenos e merecem uma chance, quem sabe um deles consegue se tornar um comerciante de sucesso, ou até mesmo, participar das missas em dias "santos", seria uma honra.
Meus dias não foram fáceis, suei, sofri, corri, lustrei, aprendi, apanhei. pode parecer mentira, mas essas palavras faziam parte do meu cotidiano. Meu "senhor" era um bom homem, corruptível como qualquer outro, mas um bom homem. Depois que as terras que ficavam ao sudoeste de Mégalos perderam espaço em estratégia política, muitos títulos da nobreza foram retirados, fazendo com que alguns nobres cometessem até suicídio. Meu "senhor" então, começou a agir de forma estranha, comparado a outros cavaleiros da ordem.
Em primeiro lugar, ele ensinava os filhos de nobres a lutar e ganhava muitas moedas, que não iam pro templo. Segundo começou a pegar rotas alternativas longe das rotas comerciais e evitava falar com os chefes da milícia local. Em terceiro passei a ser castigado com uma freqüência maior e dessa vez por coisas que não tinha feito, como roubo, dividas de jogos, insultos a nobreza e até mesmo por roubar a pureza de garotas que sequer vi o rosto. Acontecia com muita freqüência, e não importava o tamanho da cidade, sempre sobrava pra mim.
Uma coisa aprendi e é que um cavaleiro não gosta que mexam em seus tesouros, pois são santificados, há quem diga que foram santificados pelo próprio "Papa". E são eles: o escudo, a espada, a sacola com doações ao santo senhor Jesus e o cavalo.
A minha vida era obedece-lo pra que meus irmãos sobrevivessem. Limpeza, disciplina e silêncio era o que ele exigia de mim.-"Slave. Sele meu cavalo, temos que partir ago...", tentou dizer com todo aquele sotaque nortista, mas não chegou a terminar a sentença. Uma flecha acertou-lhe a garganta, fiquei paralisado olhando-o gorgolejar por socorro ou por Deus, talvez. Então percebi que por mais santo que seja o título que o homem tem, ele morreu ali, deitado sobre seu escudo, com a espada na bainha, tentando alcançar a sacola de doações do santo senhor Jesus, enfiando a cara na merda de seu cavalo.Dei graças por ser um escravo e não ter tesouro algum, mas agora sou um homem livre, e a liberdade é o meu maior tesouro, e tenho que fazer o meu melhor, pois no fim, os tesouros de sua vida estarão lá em seu julgamento final e serão eles a platéia e o próprio carrasco.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Que cantem os bardos, pois o que fazemos, agora tem nome.

Num tempo em que criadores olhavam-se em espelhos, procurando um meio de tornar sua prole perfeita, seus irmãos os destruidores deram o primeiro passo.Os outros foram, entre seus semelhantes, concebidos, festejados, aceitos, mas ela não. Mais do que um desejo entre seus pais, uma essência que saiu-se do choque em meio a um turbilhão de imagens e gritos. Sem sorrisos, sem choros, apenas gritos gerados por sensações que matariam qualquer um de seus irmãos.Uma essência, de tudo aquilo que eram seus pais.Uma mulher de aproximadamente 23 anos, o corpo bem torneado com os cabelos pretos e longos o suficiente pra cobrir-lhe o rosto, trajada com bandagens e trapos cobertos com pedaços de armaduras escoreadas em batalhas. Em cada um de seus seis braços, traz consigo uma arma sendo elas: um machado, uma espada, um martelo, um cajado, uma lança e um porrete. Nas costas um escudo de prata manchado com sangue e em seus pés, um descalço e chamuscado e o outro com um escarpim enegrecido pelo carvão.
Vis é conhecida entre os seus como a violência, selvageria, destruição, o corte, o ferimento, a dor. Será conhecida em Ytarria como Bellum a deusa da guerra.

domingo, 30 de janeiro de 2011

A luz de Caithness: Corelon

No auge da guerra milenar entre Caithness e Mégalos, era visível a superioridade do exército Megalano em relação ao de Caithness, quando começaram a se ouvir os murmúrios da derrota de Caithness.

A população de Caithness já não tinha mais esperança da vitória e todos pensavam que estavam fadados à morte. O rei de Caithness Aldon estava desesperado e começou a procurar uma solução fora de seu território. Por maior que fosse o aventureiro ou mago que aconselhasse Aldon, a única coisa que ele ouvira era que Caithness só não tinha caído ainda por causa de sua localização onde a mana é baixa e a escola de magia de Azer se negava a atacar. Mas os boatos diziam que os magos já haviam arrumado uma solução para isso.

Aldon estava desesperado e prestes a cometer um suicídio quando uma luz surgiu diante de seus olhos. A figura de um iluminado aparecer flutuando em sua direção foi algo divino. Sua presença parecia acabar com todos os problemas, como se eles não houvessem se quer existido. Aldon parecia revigorado, como se seu sangue voltasse a pulsar em suas veias.

Corelon dissera que tinha solução de seus problemas e ninguém duvidara disso, afinal, a anos ninguém usava mágica em Caithness e a guarda toda não tinha parado aquele elfo, mas isso nem ao menos foi pensado, pois Aldon estava iluminado.

Apenas um discurso foi o suficiente para revigorar toda uma nação. Do palácio central, a voz de Corelon podia ser ouvida de qualquer lugar na cidade.

Tropas élficas foram agregadas as de Caithness e um estilo de luta foi disseminado entre os soldados de Caithness.

Corelon se tornara braço direito de Aldon.

O dia em que Araterre decidiu trilhar seu próprio caminho...

Desde que Mégalos tomou as fronteiras que hoje moldam seu território, Araterre sempre viu-se diferente das terras do Grande Reino. Seus costumes, seu idioma (que eles fazem questão de salientar, não é derivado do Ãnglico, idioma oficial de Mégalos) diferem muito do que é comumente visto pelas outras partes de Mégalos e de toda Ytarria. Em geral, isto sempre foi visto como uma mera peculiaridade da região, mas com o rei de mégalos transferindo muitos dos recursos de Araterre para o oeste, nas fronteiras com Caithness, um movimento separatista tem ganhado força, causando inquietação e protestos de separação em Araterre...